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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Réveillon de Alter do Chão é o segundo mais desejado do Brasil para a virada de ano

    Réveillon 'Vai Tapajós' “O 'Vai Tapajós' foi inspirado pela vontade de celebrar a riqueza da cultura amazônica O festival não é apenas sobre festas, mas sobre conexão com a Amazônia. No 'Vai Tapajós', a comida ajuda a contar a história da Amazônia, suas comunidades e seu ecossistema. Alter do Chão no Radar dos turistas Alter do Chão, conhecida como o "Caribe Amazônico" por suas praias É gratificante saber que estou contribuindo para valorizar e preservar a nossa identidade amazônica”,

  • Eles Plantam, Colhem, Fabricam, Embalam e Vendem o Melhor Chocolate Vegano da Amazônia

    Conhecemos esse simpático negócio através de estudantes de culinária de Belém, que nos trouxeram uma mostra de um chocolate produzido em uma fazenda situada no interior do Pará. Vale a pena conhecer e, quem sabe, fazer negócios. Se você tem um restaurante, doceria ou comércio... Leia (Com o plano Inteligent , investindo apenas R$9,90 por mês , você tem acesso a todas as notícias premium do Belém Negócios. Assine!) A Da Cruz Chocolates é uma empresa familiar e agroflorestal que existe desde 2017, que tem um desenvolvimento sustentável e detém todo o processo produtivo de suas atividades. Desde a plantação até o produto final, é focada em chocolates veganos, feitos com apenas dois ingredientes: cacau e açúcar demerara. A empresa trabalha com um processo chamado Bean To Bar , e ainda faz a embalagem e prospecta as vendas. Conheça! Os integrantes do negócio são oriundos de uma família de camponeses. Quando o líder, Antônio Cruz se aposentou do comércio, compraram uma pequena propriedade situada no município de Moju, Ramal Santa Rosa as margens do Rio Ubá (Estado do Pará) e voltaram às origens. Iniciaram uma agricultura bem simples e com muita dificuldade no início dos anos 2000. Plantaram coco e pimenta do reino, depois vieram as culturas do açaí e cacau. A propriedade é totalmente legalizada e está em inteira harmonia com a comunidade do entorno, principalmente com os produtores de farinha. A fazenda usa apenas 30% do total da propriedade, com 70% da área preservada e enriquecida de espécies florestais, praticando assim uma agricultura sustentável, agroflorestal e livre de agrotóxicos. Flávio Cruz , responsável pelos negócios e chocolateiro, especializado em chocolate pela Casteli, tendo também formação em agronomia pela FCAP, hoje UFRA, vendo a necessidade de agregar valores aos produtos, iniciou um pequeno projeto para produção de chocolate. Começou a se aprofundar neste assunto enfrentando muitas dificuldades em obter informações e também em adquirir equipamentos. Começou em 2014 na cozinha de casa, de forma bem artesanal. Aos poucos foi entendendo a importância dos processos envolvidos: fermentação, torra, moagem, refinagem, conchagem e temperagem. Hoje o negócio produz em pequena escala, um produto artesanal da Amêndoa à Barra. E tem como objetivo um produto saudável e de qualidade, usando apenas cacau e açúcar. O processo O processo da pequena fazenda envolve uma agricultura sustentável, com o sistema agroflorestal, o cacau em harmonia com a natureza. A partir da seleção dos frutos, é feito o processo de fermentação, que leva cinco dias. Em seguida, é feita a secagem ao sol, a matéria prima é levada para a fábrica artesanal em Ananindeua (é usado também amêndoas de um vizinho produtor, que tem os mesmos princípios). Depois é feita a torra em temperatura mediana, preservando as boas características das amêndoas. Por fim, acontece a trituração e sopro das amêndoas antes de iniciar a moagem. O produto O produto é livre de qualquer substância nociva, pois não é utilizado conservantes, corantes, aromatizantes, soja, leite, ou qualquer substância que não venha do cacau ou açúcar. Um chocolate da amêndoa a barra de aromas e sabores intenso e com suavidade. O produto final varia de 50% a 80% de chocolate. A barra de 50g custa a partir de R$ 12, podendo chegar a R$ 18 a barra de 80%. Outros produtos: gotas de chocolate com grãos de café, trufas e bombons 50% cacau. E ainda tem o cacau em pó e nibs, que é o chocolate em sua forma mais pura e menos processada. Vídeo institucional do negócio: Informações de contato www.dacruzchocolates.com Instagram @dacruzchocolates dacruzchocolates@gmail.com Vendas: +55 91 99903-0232 Quer receber mais notícias como essa? Faça parte do nosso grupo do WhatsApp e siga nosso perfil do Instagram . Junte-se a nós. Nossa comunidade tem muito a ganhar com você. Leia conteúdos exclusivos e acesse ferramentas premium. Assine o Belém Negócios . Planos a partir de R$9,90/mês.

  • Bancos Investem US$ 54 Bilhões Em Mineradoras Que Estão De Olho Em Terras Indígenas Na Amazônia

    Mesmo sendo um mercado responsável pelo desmatamento de pelo menos 405 km² da floresta amazônica entre em 2021, segundo dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real, a exploração mineral da Amazônia A Vale é mencionada no relatório como a maior interessada em explorar a região amazônica. Em novembro de 2021, foram constatados 75 requerimentos para exploração mineral na Amazônia, segundo Potássio do Brasil, empresa sediada em Manaus, fica em quarto lugar, com 19 requerimentos de exploração da Amazônia

  • Empresa Vende Água Retirada Dos Rios Voadores Da Amazônia Por 80 Euros

    Esta é a especialidade da Ô Amazon Air Water, empresa brasileira inovadora que transforma a umidade do ar da Amazônia em água engarrafada. Disputando o mercado de superluxo, a água do ar da Amazônia passa a fazer parte de um seleto grupo de Como parte do compromisso com o meio ambiente, a Ô Amazon diz que vai usar embalagens de vidro, material

  • Petrobras vai investir R$ 2,8 milhões para mapear potencial da Bacia do Marajó

    A Petrobras (PETR4) está de olho na Bacia do Marajó, no Pará, como uma nova fronteira para a exploração de petróleo. A estatal anunciou um investimento de R$ 2,8 milhões em um projeto conduzido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), voltado a aprofundar o conhecimento sobre essa região promissora. O objetivo do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as partes é revisar e atualizar a Carta Estratigráfica da Bacia do Marajó. Conforme o SGB, tal iniciativa será fundamental para compreender sistemas petrolíferos e identificar áreas potenciais para exploração. Além disso, esses estudos fornecerão subsídios importantes para avaliar os recursos minerais e hídricos da região. Segundo informações do SGB, a Bacia do Marajó possui grande relevância estratégica devido ao seu potencial para armazenar petróleo. Estendendo-se por uma área de 53 mil km² na junção dos rios Amazonas e Tocantins, entre as bacias dos rios Amazonas e Parnaíba, a região não está muito distante da foz do Amazonas, onde a Petrobras já realiza outros avanços na exploração de petróleo. Vilmar Medeiros Simões, diretor-presidente do SGB, afirmou que a produção de dados técnicos qualificados sobre a Bacia contribuirá diretamente para o planejamento estratégico e auxiliará na tomada de decisões relacionadas ao uso sustentável dos recursos naturais. Ele destacou que esse trabalho está alinhado com as diretrizes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que prioriza a importância da ciência e da soberania nacional no desenvolvimento do país. O projeto terá duração prevista de 18 meses e contará com uma equipe multidisciplinar composta por 21 pesquisadores. Eles utilizarão tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial, para alcançar os objetivos propostos.

  • Belém recebe projetos inovadores de Urbanismo Tático que prometem mudar a paisagem da cidade

    Os modelos buscam tornar ruas e esquinas mais seguros, priorizando pedestres e ciclistas por meio de intervenções rápidas e de baixo custo Imagem: LAB Cidade O Laboratório da Cidade, em parceria com a Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) da Prefeitura de Belém , elaborou 7 projetos de urbanismo tático voltados para a requalificação de espaços urbanos e a melhoria da mobilidade para pedestres e ciclistas. O compromisso do projeto com a administração municipal visa implantar intervenções em áreas movimentadas da cidade, com foco em esquinas e cruzamentos estratégicos. As 4 áreas que terão a intervenção e que foram encaminhadas com desenho já incluso no projeto são: Cidade Velha - Batista Campos - Jurunas/Região do polo joalheiro, Praça Amazonas: Criação de espaço de lazer com integração das praças com o polo joalheiro, com fomento a atividades de economia criativa, trazendo mais arborização. Batista Campos/Doutor Moraes com Mundurucus:  A intervenção neste cruzamento visa dar mais proteção ao pedestre. Moderação do tráfego. Umarizal/Entorno da Santa Casa, Av. Generalíssimo Deodoro: Aumento do espaço de convivência e lazer. Nazaré/Avenida Braz de Aguiar com Benjamin Constant: Foco em moderação do tráfego e segurança no trânsito. Urbanismo Tático, “Visão Zero” e baixo custo O urbanismo tático utiliza materiais de baixo custo, como tinta, balizadores e tachões, para promover mudanças rápidas e reversíveis em espaços públicos. Essas intervenções incluem parklets , praças e redesenhos de ruas, proporcionando maior segurança e acessibilidade para os cidadãos. A técnica permite testar soluções urbanas de forma prática e coletar dados sobre os impactos das mudanças na dinâmica local. Para Lucas Nassar, diretor executivo do LAB Cidade, a “crise imobiliária internacional de 2008 foi crucial para desenvolver a ideia de urbanismo tático para grandes metrópoles”, pensando na construção do conceito de “Visão Zero”, estratégia que tem o intuito de melhorar a segurança no trânsito, eliminando mortes e ferimentos graves, baseado em planos de cidade como Nova York, Los Angeles, San Francisco, sendo uma visão de futuro se tratando de deslocamento humano nos centros urbanos, sem focar somente na fluidez dos carros. “O urbanismo tático surge como uma possibilidade de promover a segurança no trânsito, principalmente de quem é mais vulnerabilizado nesse processo, que são os pedestres e ciclistas. Ele permite muitas ações de moderação de tráfego, que é uma metodologia de desenho de rua que é focada em diminuir acidentes de trânsito”, explicou o diretor. Um destaque importante para os projetos que serão implementados é o baixo custo das obras, que trata-se de uma abordagem ágil e adaptável para atender às necessidades imediatas das cidades, pavimentando o caminho para um futuro urbano mais sustentável e inclusivo. “Nosso contexto é de um conjunto de cidades brasileiras, nem todas mas em sua maioria e,Belém está entre elas, são cidades que não têm orçamento, não tem como fazer grandes investimentos sem comprometer demais o orçamento e aumentar a dívida do município. Então quando tá pensando nessa realidade de Belém, o urbanismo tático pode caminhar de mãos dadas com essa iniciativa”, destacou Lucas Nassar. Tipos de intervenções do urbanismo tático Muitas das intervenções mais proeminentes no campo do urbanismo tático são respostas diretas aos problemas urbanos imediatos, como a priorização dos automóveis. Assim, calçadas, infraestrutura para pedestres e ciclovias são frequentemente alvo das intervenções, como: Pintura de faixas e cruzamentos:  criação de faixas de pedestres e zonas de travessia coloridas para aumentar a visibilidade e a segurança. Instalação de mobiliário urbano: adição de bancos, mesas, cadeiras e outros elementos de mobiliário urbano temporários para criar áreas de descanso e encontros, uma contraposição à arquitetura hostil. Criação de espaços de lazer:  transformação de espaços de estacionamento em parques temporários, praças de alimentação, áreas de recreação etc. Calçadas ampliadas: alargamento das calçadas para proporcionar mais espaço para pedestres, cafés ao ar livre e atividades culturais. Feiras e mercados de rua: promoção de mercados de agricultores, feiras de artesanato e eventos culturais temporários para revitalizar áreas urbanas. Faixas de bicicleta temporárias:  criação de faixas de bicicleta usando cones ou barreiras para proteger os ciclistas. Redução de velocidade:  redução dos limites de velocidade nas ruas para melhorar a segurança dos pedestres e ciclistas. Instalação de arte urbana:  pinturas murais, instalações de arte e grafite para embelezar áreas urbanas e incentivar o engajamento da comunidade. Programas de ruas abertas:  fechamento de ruas ao tráfego de veículos para criar espaços para atividades comunitárias, como caminhadas, ciclismo e eventos culturais. Sinalização temporária: adição de sinalização, como placas de trânsito, para direcionar o tráfego de forma diferente ou destacar áreas específicas em um determinado período de tempo. Instalação de áreas verdes:  criação de jardins, canteiros de flores e espaços verdes em áreas urbanas. Intervenções em estacionamentos:  transformação de espaços de estacionamento em áreas para refeições, mercados ou instalações esportivas temporárias. Melhoria da iluminação: adição temporária de iluminação pública, como luzes de corda ou lâmpadas coloridas, para criar atmosferas agradáveis à noite. Pavimentação temporária:  aplicação de revestimentos de piso temporários, como tapetes ou pisos de madeira, para melhorar a estética das ruas e praças. Placemaking É comum que o urbanismo tático seja confundido com o conceito de placemaking , que também busca criar lugares atrativos e vibrantes por meio da colaboração da comunidade, promovendo a interação social e a sensação de pertencimento. Contudo, existem algumas distinções. Enquanto o urbanismo tático se concentra em intervenções temporárias e de custo reduzido para testar ideias e transformar espaços urbanos, o placemaking é uma abordagem mais ampla e colaborativa, que visa a criação de espaços públicos permanentes baseados no envolvimento comunitário e em uma visão de longo prazo para o local. Ambas as abordagens almejam a melhoria da qualidade de vida nas cidades, porém, seus métodos e escopos são distintos. Outros projetos sem imagens finalizadas devem ser implementados na Avenida Nazaré com Benjamin Constant e Quintino; Barão de Igarapé Miri com Liberato de Castro. Veja os desenhos dos projetos:

  • Belém cresce mais de 75% nas buscas por viagens despontando como modelo de turismo sustentável

    A cidade conta com mais de 1.200 empreendimentos turísticos, mais de 1,7 milhão de desembarques nacionais e 81 mil desembarques internacionais no aeroporto Foto: Vida de Turista A capital paraense desponta como interesse turístico de 75% dos internautas interessados em conhecer a capital paraense. A movimentação começou logo após o anúncio Belém como local da COP-30 . Os dados estão contidos no estudo denominado “Uma análise do cenário turístico do município de Belém (PA) – Ano 2024” , realizado pela empresa Sprint Dados, a partir de informações geradas pela plataforma Jano, de sua propriedade, com sede em Brasília. O estudo completo foi validado pela Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet/Pará) e será divulgado em várias plataformas digitais, além da apresentação oficial no seminário Novos Gestores, promovido pela Federação dos Municípios do Estado do Pará (Famep), nesta sexta-feira, 24, na Estação das Docas, em Belém . Para a secretária de Turismo e Cultura de Belém , Cilene Sabino, os resultados indicam o apoio  para novos modelos de investimentos, visando aumentar os segmentos do turismo e cultura na cidade.  "É com grande entusiasmo que vemos Belém se consolidando como um importante destino turístico do Brasil e do mundo, especialmente, com a realização da COP-30”, enfatizou. Cidade como modelo de turismo sustentável Belém está em ascensão como rota do turismo nacional e internacional, despontando como um destino turístico sustentável e estratégico. A cidade conta com uma infraestrutura considerável, com mais de 1.200 empreendimentos turísticos, mais de 1,7 milhão de desembarques nacionais e 81 mil desembarques internacionais no aeroporto – e no mesmo ano. Com o setor empregando mais de 16 mil pessoas em 2024 e um saldo positivo de 952 contratações, reforçando sua importância econômica. São 6.850 empregados do gênero feminino e 9.334 do gênero masculino trabalhando em Belém. Esses empregados têm em média 36 anos. As informações extraídas do Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada (Ipea) e do Cadastro Geral de Empregado e Desempregados (Caged), geradas na Plataforma JANO, mostram que o setor de serviços é o que mais emprega, tendo alcançado 92,15% das contratações, enquanto o comércio representa 7,85%. Ainda de acordo com o Ipea, o segmento que mais emprega é o da alimentação com 63,09% , seguido pelos segmentos de alojamento (8,06%), transporte terrestre (6,93%), transporte aquaviário (3,84%) e agências de viagem (2,35%). O turismo sustentável considera a autenticidade cultural, a inclusão social, a qualidade dos serviços e a capacidade de gestão local. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo sustentável como aquele que:  Atende às necessidades dos visitantes e das comunidades locais Conserva o meio ambiente e os recursos naturais Mantém a integridade cultural Preserva a biodiversidade Conserva os processos ecológicos essenciais No módulo de empresas registradas no Cadastur do Ministério do Turismo, são 1.273 empreendimentos de turismo na capital paraense. Destes, 302 são restaurantes, 270 agências de turismo, 194 guias de turismo, 121 transportes turísticos, 108 meios de hospedagem e 107 organizações de eventos, 53 prestadores no segmento turístico, 50 empresas de infraestrutura, 38 locadoras, 11 turismo náuticos, 9 casas de espetáculos, 6 centros de convenções, 2 acampamentos e 2 parques aquáticos.  Conceito É importante ressaltar que turismo sustentável não é a mesma coisa de turismo verde (ou ecoturismo ou turismo ecológico). De acordo com a Sociedade Internacional de Ecoturismo , esta modalidade de turismo é “uma viagem responsável em áreas naturais, visando preservar o meio ambiente e promover o bem-estar da população local”. O turismo sustentável abarca os 5 pilares da sustentabilidade propostos pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU): Pessoas,  Planeta,  Prosperidade,  Paz e  Parcerias. A OMT define o turismo sustentável como o turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais.

  • Amazônia: setor agropecuário cresce sem gerar emprego e desmatamento avança

    Na Amazônia legal, a agropecuária demite trabalhadores ao mesmo tempo em que aumenta a área destinada É o que diz um relatório publicado pela Amazônia 2030, iniciativa de pesquisadores brasileiros As conclusões são do relatório Dinamismo de emprego e renda na Amazônia Legal: agropecuária. Menos da metade da média para a Amazônia Legal, de R$1692,00. Juntos, eles reúnem 48% do número total de pessoas ocupadas na Amazônia Legal.

  • 26 mil leitos são mobilizados na capital para a COP-30; número é a metade do necessário

    Entre 10 e 21 de novembro deste ano, mais de 50 mil visitantes de todo o mundo devem se hospedar na cidade Foto: Revista Hotéis A partir da construção de novos hotéis e das mobilizações para leitos, mais de 26 mil acomodações devem ser criadas para a COP-30 . Seriam 4.500 leitos em cruzeiros, mil acomodações em novos hotéis, 11.500 vagas a partir do aluguel de casas e apartamentos. O restante deve ser gerado a partir do suporte das Forças Armadas, com 2.300 leitos, e a adaptação de escolas, que devem abrigar mais de 5 mil visitantes. A administração pública além de mobilizar a ação, deve centralizar o gerenciamento das hospedagens para a Conferência, prática que acontece nas COPs do clima e biodiversidade. O sistema catalogará toda a infraestrutura disponível, desde hotéis até residências particulares destinadas aos participantes credenciados. A partir do momento em que Belém foi anunciada como a sede da 30ª Conferência das Partes do Clima , especialistas questionam sobre a capacidade da cidade de hospedar os participantes esperados para o evento. Entre 10 e 21 de novembro deste ano, mais de 50 mil visitantes de todo o mundo devem se hospedar na cidade. Valter Correia, secretário extraordinário para a COP-30 , conta que a especulação imobiliária já tem pressionado os preços na capital paraense, tanto para o aumento desproporcional dos aluguéis quanto na compra de imóveis.  “Esse movimento deve se estabilizar com o aumento da oferta de leitos na qual o governo está trabalhando”, disse. Investimentos Mais de R$ 170 milhões foram destinados para o financiamento da reforma das redes hoteleiras já existentes a partir do Fundo Geral de Turismo. O objetivo também é qualificar e ampliar o sistema de hospedagem na região. Os navios-hotel devem ser atracados no Porto de Outeiro, que também passa por obras para ampliar a capacidade técnica e logística exigidas pela Conferência do Clima. O secretário-extraordinário para a COP-30 justifica a escolha do local.   “É um porto que já é operacional e com necessidades de adequação que não envolvem dragagem. Com isso, o Porto de Belém poderá receber navios e barcos de menor porte”, conta. Ao todo, R$ 224 milhões foram destinados pela estatal Itaipu para a construção da Vila Líderes , que vai disponibilizar cerca de 500 quartos de padrão cinco estrelas. As acomodações atenderão parte das delegações e, após a COP30, o local funcionará como centro administrativo do governo estadual

  • União Europeia Financia Projeto De 4,5 Milhões De Euros À Amazônia Brasileira

    agrícolas sustentáveis e inovadoras A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF) e a Embrapa Amazônia Oriental (Belém-PA) vão, nos próximos quatro anos, desenvolver ações no bioma Amazônico em um projeto produtivos, a agroindustrialização e às políticas públicas listadas no projeto, tendo a coautoria da Embrapa Amazônia Oriental e também dos parceiros Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), do Centro de cooperação Lucena – Chefia de Pesquisa e Desenvolvimento e Walkymario de Paulo Lemos - Chefia Geral da Embrapa Amazônia

  • Bitcoin pode viver um novo ciclo em 2025, projeta Bruno Perini

    “A gente pode começar a ver um novo ciclo”, afirma. “O ciclo que a gente vive hoje é: o Brasil arrecada muito e gasta mais do que arrecada; por conta disso

  • Preços de hospedagem para a COP-30 já chegam a casa de R$ 2 milhões em Belém

    Plataforma de hospedagens avisa que 87% das acomodações já estão ocupadas para o período do evento A Conferência das Partes (COP-30) está a menos de um ano de acontecer na capital paraense. Marcada para novembro de 2025, a COP-30 já começa a apontar os efeitos da realização de um evento global a partir da alta nos preços das hospedagens. O assunto, que foi considerado um dos maiores entraves para a realização do evento em Belém, agora vem a tona com outra problemática, os preços. Segundo informações divulgadas pelo Diário do Pará, as hospedagens para o próximo ano já chegam a casa dos milhões de reais. Paraenses estão visando o lucro Uma pesquisa direcionada em duas das plataformas mais utilizadas para reservas em todo o mundo, colocando o período de realização do evento (10 a 21 de novembro), revela que a intenção dos donos de imóveis em Belém e região metropolitana é o lucro. Locação para uma pessoa, de 10 a 21 de novembro Apartamento de 118m², no centro da cidade: R$ 1, 4 milhão Locação para duas pessoas, de 9 a 24 de novembro Apartamento de 118m², no centro da cidade: R$ 2,4 milhões Apart-hotel, centro da cidade, 102m²: R$ 300 mil Outras acomodações: de R$ 20 mil e R$ 300 mil De modo geral, as hospedagens de vários tamanhos e tipos, variam entre R$ 20 mil e R$ 300 mil . A plataforma também envia um alerta de que 87% dos alojamentos já estão indisponíveis para o período do evento . A expectativa é que a capital paraense receba mais de 60 mil visitantes. O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS), Fernando Soares, explicou ao O Liberal que, nesse cenário, quando a demanda aumenta, quem detém os empreendimentos também dita o preço. " Esse aumento de preços se deve muito a isso, uma demanda muito alta com um baixo número de meios de hospedagem, isso com certeza valoriza quem tem”. Fernando Soares presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS). Foto: Thiago Gomes “Os preços que vêm sendo praticados são uma prévia do que vai acontecer ano que vem. Evidentemente, quanto mais perto do evento, maior fica o valor e mais difícil fica você conseguir uma hospedagem em qualquer meio possível. A gente já sabe que vamos ter aproximadamente 40 mil, acho que nem chega a isso, de leitos disponíveis para um público que se estima entre 70, 80 mil pessoas. Vai ser uma briga de foice no escuro, essa é a verdade, porque vai ter uma dificuldade muito grande”, avaliou Soares ao O Liberal. Preços menores Outras plataformas de aluguel de domicílios, como o Airbnb , também oferecem opções de estadias com preços menores. Porém, apresentam algumas limitações de datas e espaço. No mesmo período, é possível encontrar quartos e apartamentos menores por cerca de R$ 1.500. Em alguns casos os valores chegam a R$ 43 mil, mas essa flutuação depende da qualidade do imóvel, espaço, e demais serviços incluídos. Fernando Soares afirmou acreditar ter demanda para todas as plataformas e tipos de hospedagem, já que com a quantidade de leitos disponibilizada atualmente ainda não seria possível suprir a demanda existente para o período do evento. “Isso tem que ser solucionado de alguma maneira, e o jeito mais em conta e ágil é exatamente a locação de imóveis por temporada ou Airbnb, a modalidade que for. Isso não atrapalha o setor em absolutamente nada. Todos os meios de hospedagem vão lucrar”, afirmou ao Liberal. Com informações do Diário do Pará e O Liberal

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