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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Ranking inédito revela cidades com melhores condições para investimentos em Turismo

    Belém foi destaque na região norte, enquanto São Luís, São Paulo, Porto Alegre e Brasília foram os líderes de suas respectivas regiões O novo Índice de Favorabillidade para o Turismo (IFT-GKS) apontou quais capitais dos estados brasileiros têm a capacidade de atrair e sustentar o turismo de forma competitiva , considerando aspectos sociais, econômicos e de infraestrutura. O ranking é formado a partir de nove variáveis, como segurança, acesso a serviços essenciais e qualidade da infraestrutura turística. São Paulo lidera o ranking com 78,59 pontos, de 100 possíveis, seguida por Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Porto Alegre (50,68), Brasília (48,98), São Luís (39,56) e Belém (34,96) lideram em suas respectivas regiões. “O Brasil tem diferentes cenários de turismo, que vão além da básica diferenciação entre lazer e negócios. Diferentes projetos podem e devem ser propostos, desde que alinhados às características da região em análise, e precisam ser complementares às demais atividades econômicas da região” afirma a professora da Universidade de São Paulo e integrante do conselho técnico do IFT-GKS, Mariana Aldrigui. Como funciona O IFT-GKS considerou nove variáveis que foram agrupadas em três dimensões: social, econômica e de infraestrutura de turismo. A dimensão Social considerou elementos de violência, acesso à saúde, acesso a esgoto e nível educacional da população. Já a dimensão econômica considera verificou a relação de beneficiários do Bolsa Família com estoque de empregos, renda média e densidade de acesso à banda larga. Por último, a dimensão Turismo analisou a disponibilidade de leitos em meios de hospedagem e tarifa média para chegar ao destino (Veja a Tabela 3 de Dimensão e indicadores) . Para fins de cálculo do ranking, a dimensão Turismo teve peso dois. Para cada uma das variáveis, foi criado um ranking com pontuação de 1 a 10 pontos possíveis, sendo que a capital com o melhor índice recebe 10 pontos e as demais são ranqueadas relativamente ao líder do ranking. No Gráfico 1 é possível ver a pontuação por dimensão. “O IFT-GKS é uma iniciativa para colaborar na ampliação das análises técnicas do turismo, combinando dados e informações de diferentes setores a análises localizadas, para que governos, investidores e analistas possam estar mais seguros em relação às suas ações futuras”, diz Guilherme Dietze, economista, presidente do Conselho de Turismo Fecomercio de São Paulo e integrante do conselho técnico do IFT-GKS. O ranking será atualizado semestralmente com objetivo de manter o mercado atento às oportunidades no turismo. “Empresários e governantes podem encontrar, em projetos de turismo, uma ótima opção de investimento, e nossa intenção é poder subsidiar tais decisões com dados bem fundamentados e confiáveis”, afirma Cassio Garkalns, CEO da GKS. Belém Na apuração por região, a capital paraense foi destaque com 34,96 pontos . Surpreendendo no ranking, Rio Branco (AC) ficou a frente de Manaus (AM) com 27,01 contra 26,26. Boa Vista (RR), com 22,09; Porto Velho (RO), com 21,08; e Macapá (AP), com 18,31 estão logo abaixo no ranking da região Norte. O estado do Tocantis foi considerado como parte do Centro-Oeste brasileiro pelo Índice de Favorabillidade para o Turismo (IFT-GKS) . Sendo assim, Palmas (TO) ficou com a pontuação de 33,32, sendo a última colocada da região. Se a cidade fosse considerada parte da Região Norte no Índice, a capital do Tocantis estaria em segundo lugar, logo abaixo de Belém. Na pontuação por dimensão, Belém obteve 14,9 no âmbito social, 8,8 no turismo e 11,3 na dimensão econômica. Manaus ficou com 9,8 no social, 5,8 no turismo e 10,7 no econômico. Confira todas as pontuações abaixo: No ranking geral, Belém foi a capital da região norte mais bem posicionada, ficando em 17º . As demais cidades da região norte ocuparam as últimas colocações do ranking, com Rio Branco em 23º, Manaus em 24º, Boa Vista em 26º, Porto Velho em 27º e Macapá sendo a última colocada em 28º. São Luís (MA) foi a capital mais bem posicionada do nordeste, ficando em 10º com 39,56 pontos. Fonte: GKS Inteligência Territorial

  • Amazônia in Loco: Seminário internacional ocorrerá nos dias 10 e 11 de novembro em Belém

    Por isso, a Amazônia vem ocupando um lugar de destaque. a participação de autoridades, diplomatas, empresários e experts acontecerá na porta de entrada da Amazônia Palestrantes confirmados Entre os palestrantes confirmados para o Amazônia in Loco: Mourão, vice-presidente Empresários da região amazônica ou estrangeira vão participar de encontros durante os dias 10 e 11, acesse Matchmaking Empresas da região amazónica e europeias terão a oportunidade de se conectarem e ampliarem

  • Pará está entre os cinco Estados com maior projeção de crescimento econômico em 2024

    Avaliação é de estudo macroeconômico divulgado pelo Banco do Brasil na revista Resenha Nacional deste mês de outubro O Pará se consolida como ente federativo de forte crescimento econômico do Brasil neste ano de 2024. É o que destaca o estudo macroeconômico divulgado pelo Banco do Brasil na revista Resenha Nacional, na edição deste mês de outubro. A projeção coloca o Pará com o 5º maior crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (com projeção de 4,9%), e enfatiza o potencial da expansão econômica no cenário nacional. São várias as iniciativas que vêm fortalecendo a economia paraense. O lançamento do programa Nova Indústria Brasil (NIB), em janeiro de 2024, por exemplo, tem promovido o desenvolvimento tecnológico, e contribuído para aumentar a produção do setor industrial em diversos segmentos.  Para o economista Pádua Rodrigues, diretor de Estratégias e Relações Institucionais da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), o cenário econômico apresentado retrata o resultado das políticas públicas que a gestão estadual tem aplicado no desenvolvimento econômico. “O Pará tem realizado importantes obras de infraestrutura, especialmente, nos modais de transporte e no setor logístico, criando um ambiente de negócios favorável para o melhor aproveitamento das cadeias produtivas locais, o que, aliado aos demais diferenciais competitivos geográficos e naturais, favorece a atração de negócios e investimentos para o estado. Diante dos dados apresentados, o Pará se mantém em excelente posição no cenário nacional, devendo crescer ainda mais nos próximos anos, com novos investimentos públicos no setor, melhorando sua posição no ranking dos PIB das Unidades da Federação”. O setor industrial paraense apresenta uma projeção de crescimento de 2,2% . No agropecuário, a expectativa é ainda mais expressiva, estima-se aumento de 13,6% , impulsionado principalmente pelas culturas de cereais, leguminosas e oleaginosas, além da soja e do milho. O setor de serviços também tem previsão de crescimento de 4,4% até o final de 2024. De acordo com a Codec, esses números reforçam o destacado papel do Pará na atualidade, como um polo econômico emergente e competitivo, atraindo novos investimentos e consolidando sua posição no desenvolvimento do país. “O Pará reafirma seu potencial diferenciado, tanto em sua cadeia produtiva quanto em infraestrutura e logística. Os investimentos que o Estado vem realizando em projetos estratégicos, especialmente, na criação de áreas econômicas incentivadas, como distritos industriais e na zona de processamento de exportação, capacitam o Pará para atrair novos investimentos na indústria da transformação e nos setores de logística, serviços, agronegócio, bioeconomia e comércio internacional”, conclui Pádua Rodrigues. Fonte: Tarcya Amorim/Ascom Codec

  • EUA flexibilizam regras para compra de pescado brasileiro; Pará é o maior exportador do Brasil

    Apenas nos primeiros nove meses deste ano, foram exportados US$ 21,5 milhões em peixe do Estado para o país norte-americano A exportação do pescado brasileiro para os Estados Unidos passou por uma mudança: agora o país norte-americano não exige mais a Certificação Sanitária Internacional (CSI), conforme anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O Pará é o Estado que mais exportou peixes no Brasil em 2024 , com uma participação de 24,82% de tudo que foi vendido pelo país entre janeiro e setembro, como mostram os dados enviados à reportagem pela Federação das Indústrias do Pará (Fiepa). Para comparação, o segundo colocado, Paraná, teve participação de 14,52%. Em relação aos mercados compradores do Pará, os Estados Unidos estão em primeiro lugar. Apenas nos primeiros nove meses deste ano, foram exportados US$ 21,5 milhões para o país, o que representa uma participação de quase metade do total (47,37%). Na segunda colocação está Hong Kong, que comprou o equivalente a US$ 13,8 milhões em peixes do Pará, ou seja, 30,42% do todo. Já a China aparece em terceiro, com uma participação de 14,15%, após ter comprado US$ 6,44 milhões. De acordo com o Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, da PeixeBr, quando se fala em exportações da piscicultura brasileira, o acumulado do primeiro semestre foi de US$ 23,7 milhões. A tilápia, principal produto, representou 92% do total exportado, com 87% das exportações brasileiras tendo como destino os Estados Unidos. Essa mudança, para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, facilita e agiliza o processo de exportação, refletindo a confiança internacional no sistema de controle sanitário do Brasil. Trata-se, segundo ele, de uma desburocratização do processo de exportação, o que não significa falta de controle, já que os empresários brasileiros vão seguir as regras da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos. Preocupação Apesar da simplificação, o setor local vê a medida com preocupação. O presidente do Sindicato das Indústrias de Pesca, da Aquicultura e das Empresas Armadoras e Produtoras, Proprietárias de Embarcações de Pesca do Estado do Pará (Sinpesca), Apoliano Oliveira do Nascimento, diz que não avalia a mudança como um “presente” dado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), já que haverá uma fiscalização mais fortalecida. “Recentemente, houve uma portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão tem que fiscalizar os containers no porto antes de embarcar para dar anuência da exportação. E alguns containers de indústrias ligadas ao sindicato foram presos, em função da LPCO”, lembra Apoliano. Trata-se do procedimento de autorização de exportação, que estabelece requisitos como a rastreabilidade do pescado, segundo ele. Para o presidente da entidade que representa a categoria no Pará, criou-se, com a nova mudança, uma possibilidade maior de o Ibama fiscalizar à sua maneira, em vez de fiscalizar no porto. “A indústria agora fica vulnerável a essa fiscalização, porque se a empresa não tiver o documento que estabelece como receber esse produto, se não tiver cuidado e cautela no recebimento dessa matéria-prima, pode ser prejudicada”, declara. Agora, de acordo com Apoliano, a fiscalização vai ficar muito mais fortalecida, devido à fragilidade do setor, que tem um índice muito grande de barcos irregulares, com pescado irregular. “E o que pode ser exportado é o que é legal. Se não tem mais o CSI, quem vai fiscalizar? Vai ser feito de qualquer maneira, acho que deixa a desejar”, opina. Ele reforça que não é contra a fiscalização, mas que é preciso ser feita da forma correta. Exportação de peixes do Pará de janeiro a setembro Valor exportado 2023: US$ 52.439.149 2024: US$ 45.568.173 Variação: -13,10% Toneladas exportadas 2023: 7.271 2024: 5.814 Variação: -20,04% Estados que mais exportaram peixe de janeiro a setembro Pará: US$ 45.568.173 (24,82%) Paraná: US$ 26.654.595 (14,52%) Ceará: US$ 22.468.400 (12,24%) São Paulo: US$ 19.771.145 (10,77%) Santa Catarina: US$ 19.315.802 (10,52%) Países que mais compraram peixe do Pará de janeiro a setembro Estados Unidos: US$ 21.585.103 (47,37%) Hong Kong: US$ 13.861.313 (30,42%) China: US$ 6.449.401 (14,15%) Coreia do Sul: US$ 1.295.693 (2,84%) Canadá: US$ 952.280 (2,09%) Fonte: Mdic, via Fiepa/ Elisa Vaz - O Liberal

  • Pará precisa de 286 mil profissionais qualificados até 2027, aponta Senai

    Os dados foram divulgados pelo Mapa do Trabalho Industrial, um estudo do Observatório Nacional da Indústria (ONI) e serão detalhados nesta sexta-feira, dia 18 Para atender as demandas da indústria no Pará, o estado precisará qualificar 286 mil profissionais entre 2025 e 2027 , conforme divulgado pelo Mapa do Trabalho Industrial , um estudo do Observatório Nacional da Indústria (ONI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A matéria é do O Liberal.  A projeção considera o crescimento econômico e as oportunidades no mercado de trabalho. O levantamento destaca a necessidade tanto de formação de novos profissionais quanto da requalificação daqueles que já atuam no mercado. Além disso, o estudo identificou as áreas com maior demanda por novas contratações, oferecendo uma visão estratégica sobre o futuro do emprego no Estado. Os dados detalhados sobre as necessidades de qualificação serão apresentados nesta sexta-feira (18/10), em um evento realizado na Senai Getúlio Vargas, bairro do Marco, em Belém. Mapa do trabalho industrial O Mapa do Trabalho Industrial é um estudo prospectivo criado pelo Observatório Nacional da Indústria, que visa identificar a demanda futura por profissionais no setor industrial. Esse estudo utiliza modelagens econométricas que consideram o crescimento esperado da economia e do mercado de trabalho, a adoção de novas tecnologias e as mudanças organizacionais nas cadeias produtivas, além da trajetória de carreira dos trabalhadores. Foto: Iury Coste/O Liberal

  • China se posiciona como importante exportador de mercadorias do Pará

    gigante asiática garantiu ao Pará o maior número em exportações da Região Norte e o segundo maior da Amazônia

  • Novo projeto promete revolucionar a transmissão de energia no Norte do Brasil

    A Receita Anual Permitida (RAP) projetada é de R$ 109,3 milhões para o ciclo 2024-2025 , indicando a

  • Chocolates do Pará são finalistas em concurso mundial de amêndoas do cacau

    Além disso, os chocolates também são incrementados com os sabores tipicamente amazônicos como o Cumaru Robson finaliza afirmando que é um prazer poder produzir cacau na Amazônia. "Ah, na Amazônia, produzir cacau e chocolate é um privilégio. Hoje a Amazônia é a menina dos olhos do mundo".

  • Ilha do Marajó está entre os destinos turísticos mais desejados pelos brasileiros

    de Santarém, está localizada entre os rios Tapajós e Arapuins e é considerada por muitos o "Caribe amazônico

  • No Boulevard Shopping, Sephora inaugura primeira loja da região Norte em Belém do Pará

    A rede francesa chegará em Belém no dia 04 de outubro; os 150 primeiros da fila receberão um voucher de R$150 para consumir na loja no dia da inauguração, a partir das 12h30 A Sephora , maior rede de beleza de prestígio do mundo, inaugura sua primeira loja da região Norte no Boulevard Shopping Belém , em Belém do Pará, no dia 04/10 . Com essa abertura, a gigante da maquiagem, skincare, fragrâncias e cuidados com o cabelo se estabelece no país com lojas em todas as cinco regiões do Brasil. “A inauguração em Belém é extremamente especial para nós. Além de ser a quinta abertura do ano, representando o sucesso do nosso plano de expansão pelo Brasil, é também uma abertura histórica, pois marca nossa chegada à região norte. Estamos muito orgulhosos e contentes em finalmente levar a Sephora para todas as regiões do Brasil, oferecendo nossa expertise e curadoria que é referência no mercado de beleza de prestígio no mundo todo. Esse é apenas o começo de um futuro cada vez mais próximo dos nossos clientes brasileiros”, conta Andrea Orcioli, CEO da Sephora Brasil. Atualmente, Belém é um dos principais pilares econômicos do Norte do país, apresentando o maior IDH do estado, e o Pará ocupa o décimo lugar no ranking dos maiores PIBs do Brasil, segundo dados do IBGE (2020). Além da solicitação dos clientes paraenses por uma loja na capital, a região também chamou a atenção da área de expansão da Sephora pelo aumento expressivo no e-commerce da marca, o qual continuará atendendo a praça após a chegada física da rede. A nova loja está localizada no Boulevard Shopping Belém, no piso 2, e conta com 289m² de área total. A nova unidade trará todo o portfólio de produtos da Sephora, incluindo maquiagens, fragrâncias, produtos de skincare e cuidados para o cabelo. Além disso, com sua expertise no setor de beleza, a rede se compromete em estar sempre à frente das maiores tendências de produtos e marcas nacionais e internacionais, proporcionando uma curadoria de produtos de referência no mercado de beleza mundial. “A vinda da Sephora para o Boulevard Shopping Belém representa um marco não apenas para o empreendimento, mas para toda a região Norte. Estamos trazendo uma das maiores e mais prestigiadas marcas de beleza do mundo, o que certamente irá enriquecer ainda mais o mix de lojas e proporcionar aos nossos clientes acesso a produtos e serviços de altíssimo nível. Este é mais um passo importante no nosso compromisso de oferecer experiências inovadoras e diferenciadas ao público paraense”, afirma Izabel Portela, superintendente do Boulevard Shopping Belém. Além do amplo sortimento de produtos, a Sephora também é reconhecida por proporcionar experiências transformadoras para seus consumidores. Seguindo seu padrão de excelência na nova unidade, a loja também oferecerá serviços de maquiagem especializados que podem ser agendados tanto pelo site, quanto diretamente na loja. A inauguração está marcada para o dia 04/10, sexta-feira, e estará aberta ao público a partir das 12:30. Para as 150 primeiras pessoas presentes, a Sephora oferecerá um voucher de R$150,00 que poderá ser usado na compra de qualquer produto em loja no dia da abertura. E para receber os consumidores belenenses, a Sephora contará com as participações da influencer e empresária Mari Maria e da influenciadora paraense, sensação do Tiktok, Theulyn Reis. Sobre a SephoraA Sephora é a principal marca de varejo de beleza do mundo. Com 52.000 colaboradores apaixonados que atuam em 34 países, nos conectamos com clientes e marcas-desejo de beleza dentro da indústria, conversando com uma comunidade altamente engajada de centenas de milhões de seguidores em uma rede omnicanal que engloba 3.000 lojas emblemáticas, além das nossas plataformas digitais e e-commerce, oferecendo experiências personalizadas e imersivas em todos os nossos pontos de contato. Com uma curadoria composta por cerca de 500 marcas, além da nossa proprietária, Sephora Collection, oferecemos a mais exclusiva e diversificada gama de produtos de beleza de prestígio, adaptados às necessidades dos nossos clientes, desde fragrâncias a maquiagem, cuidados com os cabelos, cuidados com a pele e muito mais. Desde a nossa criação em 1969, em Limoges, França, e como parte do Grupo LVMH desde 1997, temos revolucionado a indústria da beleza de prestígio. Hoje, continuamos rompendo com as convenções para impulsionar a nossa missão: promover um mundo de inspiração e inclusão onde todos possam celebrar sua beleza. Fonte: Loures Consultoria

  • EUA e Noruega doam R$ 27,5 milhões para rastreabilidade da produção pecuária no Pará

    Em Nova Iorque, o governador do estado oficializou recebimento de doação para fortalecer a estratégia do Pará de rastreabilidade do rebanho Os Governos dos Estados Unidos e da Noruega oficializaram a doação de U$5 milhões, aproximadamente R$ 27,5 milhões, que serão investidos no programa Pecuária Sustentável do Pará . O anúncio aconteceu durante participação do governador Helder Barbalho em evento realizado, nesta terça-feira (24), pela Universidade de Nova Iorque (NYU). “Quero agradecer aos Estados Unidos e a Noruega que no dia de hoje apontam uma parceria importante, viabilizando, mais um passo na consolidação da estratégia de rastreabilidade individual da produção de nossa pecuária. Quando tomamos uma decisão certa, se move, se mobiliza e se constrói, coletivamente, soluções que diretamente possam impactar positivamente na vida da humanidade”,’ agradeceu Barbalho. Na oportunidade, Helder Barbalho participou da seminário “Combate ao Desmatamento e Transformação da Produção de gado no Brasil”. O governador paraense palestrou no painel “Fomentando a transformação da produção pecuária por meio da rastreabilidade". “Precisamos compreender que o Estado do Pará foi forjado no estímulo econômico institucional para o uso da terra de forma extrativa voltada à pecuária. Isto fez com que o Estado tenha hoje o segundo maior rebanho bovino do Brasil com 26 milhões de cabeças de gado e o maior rebanho bubalino do país”, ponderou. Helder Barbalho avalia que a solução ambiental para agropecuária paraense passa pela rastreabilidade que gera integridade na cadeia produtiva. “O Pará já prática a rastreabilidade coletiva através das vias de transporte animal. Porém, se faz necessário aprofundar esta gestão da nossa produção para trazer garantias ao consumidor e à indústria da carne sobre a origem do animal e qual a prática produtiva dele ”, disse. “A partir disso firmamos um grande entendimento com a indústria da carne, com a federação da agricultura, com os sindicatos rurais e com os representantes da agricultura familiar para que possamos em 2026 estar com 100% dos animais do nosso Estado com rastreamento individual”, explicou. Fonte: Secom Pará

  • Floresta amazônica: Pará é o estado que mais desmatou em Junho

    Veja ranking: De acordo com o mais recente boletim do Imazon, os estados que mais desmataram a Amazônia apenas o acumulado em 2021, o desmatamento também é o pior da última década”, comenta o pesquisador do Imazon O território devastado na Amazônia seguiu a tendência de alta, sendo o terceiro maior em 10 anos, conforme o monitoramento do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, que utiliza imagens de satélite

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