Resultados da busca por "ciclus amazônia"
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- Investimento de mais de R$ 30 milhões é destinado a pesquisas científicas para economia limpa
impacta diretamente a vida de 67 mil pessoas, com a realização de 12 marketplaces de bioprodutos da Amazônia aplique o conhecimento científico e tecnológico na produção de produtos para a bioeconomia, a Fundação Amazônia milhões em projetos alinhados à bioeconomia e voltados para a valorização do conhecimento tradicional amazônida nos números que vão trazer certamente qualidade de vida emprego, renda e a conservação da Floresta Amazônica
- Por que o Pará não tem nenhuma cidade entre as mais competitivas do Brasil
Quatro das cinco cidades menos competitivas do país são paraenses, refletindo desafios em educação, saúde, saneamento e economia Nenhuma cidade do estado do Pará aparece entre as mais competitivas do Brasil no Ranking de Competitividade dos Municípios 2024 , divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) . Das 404 cidades brasileiras com mais de 80 mil habitantes avaliadas, o estado se destacou negativamente, com quatro de suas cidades — Cametá, Itaituba, Breves e Moju — ocupando posições entre as cinco menos competitivas do país. Belém , a capital paraense , ficou apenas na 264ª posição (de 404), sendo a cidade mais bem colocada do estado. A análise, que compila 65 indicadores distribuídos em 13 pilares temáticos e três dimensões, revela um cenário preocupante para o Pará. Belém, com uma nota de 47,77 , ficou muito atrás das cidades mais competitivas, como Florianópolis - SC, que lidera o ranking com 65,26 pontos. Parauapebas , conhecida por seu forte desempenho na indústria mineral, apresentou uma queda significativa de 40 posições em relação ao ranking anterior, obtendo uma nota de 47,52 e sendo empurrada para o grupo das 150 cidades menos competitivas do Brasil. Apesar disso, a pesquisa também apontou potencias que a capital paraense oferece , como Inovação e dinamismo econômico (48º), capital humano (47º), sustentabilidade fiscal (199º), entre outros. Sobre os pilares Cada pilar utilizado para avaliar as cidades possui um peso diferente. São esses: Inovação e dinamismo econômico (16,1%); Sustentabilidade fiscal (10,2%); Funcionamento da máquina pública (9,3%); Telecomunicação (8,5%); Saneamento (7,6%); Capital Humano (7,6%); Qualidade da saúde (6,4%); Acesso à educação (6,4%); Segurança (5,9%); Inserção econômica (5,9%); Meio ambiente (5,9%); Acesso à saúde (5,1%); e Qualidade da educação (5,1%). Inovação Nos pilares que possuem mais pesos, como Inovação , o Pará ficou em posições baixas. Segundo relatório, "a teoria econômica moderna considera a inovação peça-chave para o crescimento e desenvolvimento econômico de longo prazo, pois ela promove ganhos de produtividade que permitem às pessoas e organizações produzirem mais, novos e melhores produtos e serviços a custos menores para um dado nível de insumos (fatores) produtivos". Nessa categoria, o Pará ficou em 20º , das 27 cidades pesquisadas (incluindo o Distrito Federal), com uma nota de 17,3 . Apesar de ter se mantido na mesma colocação do primeiro semestre de 2023, o estado decaiu na maioria dos indicadores avaliados no pilar da inovação, como Pesquisa Científica (15º), caindo 3 posições; Patentes (26º), caindo 4 posições; e Bolsa de Mestrado e Doutorado (17º), caindo também 4 posições. Solidez Fiscal O outro pilar com muito peso é o de solidez fiscal, que o Pará ficou em 6º, com 66,4 pontos . Segundo relatório, "a solidez fiscal de qualquer governo é condição fundamental para o crescimento sustentado de longo prazo de um determinado País, Estado ou Município. Se as receitas governamentais ficam continuamente abaixo das suas despesas, o governo incorre em resultados fiscais negativos (déficits), resultando em aumento de seu endividamento e, consequentemente, em baixa capacidade para investir na ampliação e manutenção dos serviços públicos". Apesar da boa colocação do Estado, assim como no pilar de Inovação, houve a queda de diversas posições nos indicadores específicos como: Resultado Primário (24º) , caindo 6 colocações; Gasto com Pessoal (15º) , também diminuindo 6 posições; e Índice de Liquidez (21º) , diminuindo 9 posições. Educação No pilar de educação , o estado ficou em 24º , de 27 cidades pesquisadas, melhorando uma posição em relação ao mesmo período de 2023. Ao avaliar a Taxa de Frequência Líquida do Ensino Médio, o Pará ficou em último colocado (27º) , decaindo 3 colocações. No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), o Estado ficou em 26º, mantendo a posição de 2023. No ENEM, o estado se encontra em 24º, também mantendo a colocação anterior. De modo geral, o Pará enfrenta muitos entraves em relação a educação, saúde e segurança pública. Cada município do Estado reflete uma realidade diferente a respeito desses indicadores. Dessa forma, a maioria dos municípios do Pará não são considerados competitivos pelo ranking. A pesquisa divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) avalia diversos outros índices para o Pará e seus municípios. Veja todos os índices e as colocações das cidades aqui . Confira as notas de competitividade das cidades paraenses: Belém — 47,77 | 264º Parauapebas — 47,52 | 269º Barcarena — 46,62 | 285º Paragominas — 45,35 | 309º Santarém — 44,45 | 336º Ananindeua — 44,44 | 337º Tucuruí — 43,46 | 355º Redenção — 43,20 | 360º Marabá — 42,99 | 364º Marituba — 41,87 | 375º Altamira — 40,75 | 385º Castanhal — 40,61 | 387º Abaetetuba — 38,85 | 393º Bragança — 36,57 | 399º Cametá — 35,84 | 400º Itaituba — 34,75 | 402º Breves — 30,53 | 403º Moju — 26,62 | 404º (menos competitivo do Brasil) Com informações de Pará Web News
- Grupo paraense expande negócios e projeta faturamento de mais de R$ 4 bilhões em 2024
No ano passado, as vendas de automóveis do grupo cresceu 34%, as de motos avançaram 16%. O CEO projeta que 2024 será um bom ano sobretudo para a venda de motos Com uma forte presença no Centro-Norte do Brasil, o Grupo Mônaco expande seus negócios de forma diversificada, projetando um faturamento que ultrapassa os R$ 4 bilhões . No ano passado, as vendas de automóveis do grupo cresceu 34% , as de motos avançaram 16% e as de caminhões e ônibus recuaram 2,9%. Rui projeta que 2024 será um bom ano sobretudo para motos, e que as vendas, nesse caso, poderão aumentar entre 15% e 20%. Os caminhões lideram as vendas do Mônaco, seguidos por motos e automóveis. Segundo ele, a atuação com veículos leves está sendo reforçada com concessionárias Jeep e RAM, que como a Fiat são marcas da Stellantis. A trajetória de diversificação do grupo não se resumiu às concessionárias, hoje divididas entre Mônaco Diesel (caminhões e ônibus), Mônaco Motocenter e Mônaco Veículos. Em 2019, fundou a GID, que atua com locação de caminhões, e criou, em parceria com a Rodobens, a BrQualy, no segmento de consórcio. Diferentemente do que acontece com as concessionárias, essas duas empresas têm atuação nacional. “Foram dois investimentos importantes para formar nosso ecossistema. A GID, por exemplo, é atualmente a principal cliente da Mônaco Diesel”, disse Rui Dernadim, CEO do Grupo Mônaco em entrevista exclusiva ao InfoMoney, maior portal especializado em negócios do Brasil. Fonte: Mauro Bonna Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente para preparar as empresas para a COP-30
- Agropalma seleciona jovens aprendizes no Pará, no mês de março
Ao todo, 74 jovens devem ser selecionados até abril deste ano. O programa de jovens aprendizes tem o foco no nordeste do Pará O programa Jovem Aprendiz da Agropalma, maior produtora de óleo de palma sustentável das Américas, está selecionando jovens entre 18 e 22 anos até o dia 10/03 em Tailândia, nordeste do Pará. A seleção acontece através da Gestor Consultoria em parceira com a Com Talentos. De acordo com a divulgação do programa, setenta e quatro (74) jovens devem ser selecionados até o próximo mês. O jovem interessado em participar do programa deve realizar a inscrição na área do candidato da Com Talento. A Agropalma é uma das empresas apoiadoras da plataforma BN através do Podcast Belém Negócios e das Oficinas de Negócios - Jornadas Sustentáveis. A diretora administrativa da Agropalma, Marcella Novaes, participou como mentora da iniciativa BlackStage, uma mentoria estratégica, realizada pela Plataforma Belém Negócios, para empresários e empreendedores da Região Norte. Moju News
- Pará conquista o primeiro lugar como melhor cacau do Brasil na categoria varietal
cacau de origem do Brasil foram conhecidas nesta quinta-feira (28), no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia
- Faturando R$ 100 milhões, empresário paraense que apostou na moda agro quer expandir franquia
A marca de roupas foi criada por um pecuarista paraense que buscou inspiração no Texas e também é dono de outros empreendimentos de moda e serviços voltados ao agronegócio. A reportagem é da AGFeed Rubens Inácio é um pecuarista paraense que decidiu empreender no universo da moda ligada ao setor. O empresário é dono de uma série de empreendimentos que envolvem selarias, imobiliárias e lojas com produtos para diversos tipos de animais. Uma das suas últimas apostas, a TXC, uma marca de roupas inspirada no agro americano e com lojas distribuídas por todo interior produtivo do Brasil, está ganhando cada vez mais espaço entre produtores e empresários do setor. Segundo Inácio, a empresa registrou uma receita acima de R$ 100 milhões no ano passado, sendo R$ 30 milhões considerando a operação do negócio de franquia. A TXC faturou, portanto, com suas lojas e vendas de linhas para outras distribuidoras, cerca de R$ 80 milhões, avanço de 61% frente ao ano de 2022. O CEO da TXC disse ao AgFeed que este ano a meta é chegar a R$ 150 milhões, considerando as duas operações. Hoje, são 1,6 mil pontos de venda espalhados em todos os estados do Brasil, entre lojas próprias, outlets, distribuição para outras lojas e franquias. Um negócio de franquias As franquias se concentram em 30% no Mato Grosso, 30% em Goiás, 30% no Norte do País e o restante se divide entre o Paraná e o interior de São Paulo. O desejo de Inácio é aumentar o mercado em estados produtores, como Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. Em 2019, a empresa passou a trabalhar como franqueadora, algo que deve ser o modelo único nos próximos anos. "Temos cinco lojas próprias, e estamos num momento de achar um comprador para elas. Vamos nos concentrar em ser franqueadores", afirmou o empresário. Atualmente a TXC possui 50 franquias, e a meta é chegar a 66 lojas do tipo até o final do ano. Até 2025, a empresa pretende ter 100 franquias, e estar presente em 3 mil pontos de venda. Avaliando o ano de 2023, Inácio avalia que os itens que mais venderam foram as camisetas e os bonés, com um destaque especial para as camisas de manga curta com bolso. "Somos os maiores vendedores de boné do País. O produto serve tanto como acessório como EPI, pois protege do sol", contou. A TXC ainda vende camisas polo, roupas jeans e atua com coleções sazonais. O empreendedor conta que 75% do público da empresa é masculino, com 20% feminino e 5% infantil. Com o avanço das franquias, ele acredita que o percentual entre as mulheres deve subir para 25% em breve. "Vemos uma tendência western que veio de fora muito forte. O infantil também deve crescer bastante, e atingir uns 15% do público", projeta. Pecuarista paraense Rubens Inácio vive o agro desde sempre, e quando fez 18 anos, foi estudar veterinária em Goiás. Ele conta que optou por estudar em Goiânia, capital do estado, pois a distância de Redenção, sua cidade, até Belém, capital do Pará, é similar com o caminho ate a capital goiana, por volta de mil quilômetros. "A capital do Pará é Goiânia", brinca o CEO. Entre algumas idas e vindas, deixou o curso de veterinária e se formou em administração. De volta ao Pará, passou a empreender junto a alguns conhecidos em empresas de produtos derivados de carne, como produção de linguiças. Posteriormente, a paixão por animais o fez entrar também no mercado equestre. A entrada no ramo da moda foi natural para Rubens, pois serviu para juntar sua paixão e vivência no agro com um gosto pessoal em comprar roupas. "Meus pais sempre pegavam no pé que todo dinheiro que ganhava eu gastava com roupa". Em sociedade com um amigo, criou em 2013 o Texas Center, um complexo de empreendimentos voltados para o agro, incluindo vestuário, restaurantes e lojas com produtos para diversos animais. Localizada em Goiânia e chamada pelo próprio executivo de "Disneylândia do Agro", o negócio está numa área de 2,4 mil metros quadrados. A ideia de criar uma marca própria surgiu alguns anos depois. "Em 2015, com problemas no dólar e muita oscilação na economia, ficou inviável importar alguns produtos que trabalhávamos. Resolvi criar a TXC pegando referências também do Texas", contou. Com uma semana de produtos nas prateleiras no Texas Center, tudo foi vendido, ele conta. "Vi ali que nascia um negócio". O ponto de virada, segundo ele, foi durante a pandemia de Covid-19. Com a dificuldade que grandes marcas de vestuário enfrentaram com suas cadeias de suprimentos, ele conta que continuou produzindo e atendendo às demandas de algumas lojas. Quando as restrições de mobilidade cessaram, a empresa estava pronta para vender e distribuir as roupas com uma escala ainda maior. "Acredito que o nosso grande diferencial é que eu, como um cara do agro, sou meu próprio cliente, a persona do negócio. Essa persona era órfã desse tipo de produto", diz. A TXC possui cerca de 80 fornecedores entre as confecções, sendo 50% do Sul do País, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, 40% em Goiás e o restante no estado de São Paulo. Na cadeia do algodão, são três fornecedores, sendo um do Mato Grosso, com toda a pluma rastreada. "Criamos um nicho de moda agro. Esse nicho já foi country e western, mas hoje o agro está disseminado como algo inovador", conta. Sua atuação na TXC é dividida, além com as outras empresas, com a produção pecuária. Inácio conta que hoje é dono de 2,4 mil hectares no Pará, sendo 1,8 mil hectares arrendados para a pecuária de recria e engorda e o restante é administrado por ele mesmo. Toda produção da proteína bovina é vendida para a China, através de uma parceria com um frigorífico local. Fonte: AGFeed
- Grupo manauara avança na exploração de petróleo na Região Norte
O Grupo aquiriu quatro blocos de exploração de Petróleo na Bacia do Amazonas durante o 4° Ciclo da Oferta Durante o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC) da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a empresa Rodolfo Saboia, Diretor-Geral da ANP, expressou satisfação com os resultados do 4º Ciclo da Oferta Permanente Refinaria de Manaus Isaac Benayon Sabbá (Reman) por US$ 189,5 milhões, renomeando-a como Refinaria da Amazônia terras indígenas e os potenciais impactos sociais e ambientais das atividades exploratórias Brasil Amazônia
- Conheça a empresa responsável pelas obras da Feira do Ver-o-Peso e da Feira do Açaí
A empresa de engenharia venceu a licitação com uma proposta de mais de R$47 milhões A Multisul Engenharia venceu a licitação e será a responsável pela reforma completa da Feira do Ver-o-Peso e da Feira do Açaí. A proposta vencedora foi de R$ 47.298.506,18. O processo de licitação foi concluído pela Prefeitura de Belém nesta quarta-feira, 21. O processo envolve apenas as reformas das feiras do Ver-o-Peso e do Açaí: desta fase ainda não constam as reformas dos mercados de Carne e Peixe. A empresa foi a única habilitada do processo; não houve recursos contestando algum item do resultado. Agora o processo será enviado para a Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) que irá produzir o contrato e marcar a assinatura da Ordem de Serviço (OS). "Os técnicos da Seurb fizeram a avaliação da proposta para saber da conformidade com o edital, da executabilidade", explicou Silvio Costa, coordenador geral de Licitações da Prefeitura. "Foi feita a análise por nós também e foi concluÍdo o processo. Agora devolvemos o processo para a Seurb que vai ser a gerenciadora do contrato e ela fica habilitada para fazer, enfim, o contrato e a Ordem de Serviço". COP-30 O projeto de reforma do complexo do Ver-o-Peso é uma das obras de maior impacto nos preparativos para Belém sediar a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP- 30) em 2025. E será um dos maiores legados que a Converência da ONU deixará para a cidade. A liberação dos recursos para a revitalização do complexo ocorreu por iniciativa da gestão municipal junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Agência Belém Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente para preparar as empresas para a COP-30
- Finep lança editais de R$ 1,2 bilhão para fortalecer a infraestrutura da pesquisa na região
Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apresentou, nesta terça-feira (20), três novos editais do Programa Pró-Infra A Finep, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou três novos editais na última terça-feira. Intitulados Pró-infra Expansão 2023, Pró-infra Recuperação e Pró-infra Temático, totalizam R$ 1,2 bilhão em recursos não reembolsáveis do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNDCT). Acesse os editais: Pró-infra Expansão 2023 ; Pró-infra Recuperação ; Pró-infra Temático . O edital Pró-infra Expansão 2023, na sua 18ª edição, tem o objetivo de fomentar a pesquisa no país, através da compra de equipamentos e sua modernização, aumentando a capacitação dos parques brasileiros, tornando-os equiparáveis aos grandes centros do mundo. Serão R$ 500 milhões de recursos não reembolsáveis. São elegíveis entidades (universidades e empresas) públicas e privadas que poderão encaminhar de um a 5 subprojetos. O valor financiado, por projeto, dependerá do número de doutores da entidade. Mais de 3 mil, R$ 25 milhões. Até 300, R$ 5 milhões. A chamada Pró-infra Recupera destina-se à recuperação e atualização de infraestruturas de pesquisa, de modo a criar um ambiente favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro com qualidade internacionalmente reconhecida, bem como aumentar a competitividade do país em diversas áreas de conhecimento. Serão R$ 200 milhões em recursos não reembolsáveis do FNDCT. No mínimo 30% desses recursos serão aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste , desde que haja projetos destas instituições considerados meritórios, conforme os critérios estabelecidos no edital. São elegíveis Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) que poderão submeter até cinco projetos. A chamada pública Finep/MCTI Centros Temáticos traz uma novidade. Objetiva fortalecer Centros de Pesquisa Científica e Tecnológica , aliando o financiamento à implantação e melhoria de sua infraestrutura a projetos de pesquisa que necessitem dela para seu desenvolvimento, em cinco áreas temáticas: transição energética, transição ecológica, transformação digital, saúde e defesa. O edital busca ainda fomentar a cooperação entre grupos de pesquisa e proporcionar condições para o crescimento e a consolidação da pesquisa científica e tecnológica nas regiões onde se localizem. O recebimento de propostas vai até abril de 2024. Todos os editais pretendem, ainda, criar uma cooperação entre os Centros de Infraestrutura de Pesquisa Científica e Tecnológica e as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), para garantir a sustentabilidade e a operacionalidade dos laboratórios, através do custeio da manutenção de equipamentos, da solução de problemas e desafios impostos pela própria atividade. PCT Guamá Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa
- Retrospectiva 2023: confira as principais notícias de maio deste ano
Programa destinará até R$ 4,9 milhões para ajudar 70 negócios inovadores na Amazônia No dia 10 de maio É trazendo esse potencial para a região amazônica que o Sinapse da Bioeconomia abre inscrições no dia maio e irá investir R$ 70 mil em até 70 ideias inovadoras para criar novos negócios nos estados da Amazônia
- Fábrica de bebidas à base de Jambú pretende ampliar os negócios no Pará
segmento de bebidas à base de jambu, deseja ampliar seus negócios no Pará A Destilaria de Cachaça da Amazônia Também decidimos trabalhar a essência da Amazônia e como as pessoas de outras regiões do Brasil costumam A marca valoriza a cultura e o povo, criando bebidas com insumos e bioativos da amazônia". sócio diretor da fábrica de bebidas à base de jambu, Omilton Quaresma e o gerente geral do Banco da Amazônia gerando emprego, renda, impostos, e o mais importante, que é levar o nome do Pará, de Abaetetuba e da Amazônia
- Disputa por posto-chave da COP-30 mobiliza setor privado; Helder tem um favorito
governador do Pará, Helder Barbalho, e atual secretário-executivo do Consórcio dos Governadores da Amazônia












