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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Hapvida em expansão; Belém e outras seis capitais terão 10 novos novos hospitais do grupo

    Serão construídos e inaugurados dez novos hospitais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus (AM), Fortaleza (CE), Recife (PE), Belém (PA) e Campo Grande (MS) A Hapvida anunciou em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (3), na cidade de São Paulo, R$ 2 bilhões em investimentos para expansão de sua rede própria, que serão realizados até 2026. Deste total, R$ 630 milhões serão aplicados com capital da própria companhia. “Este montante diz respeito exclusivamente à expansão da nossa rede própria. Temos projetos em quatro regiões brasileiras”, destacou Jorge Pinheiro, CEO do grupo Hapvida NotreDame Intermédica na ocasião. Serão construídos e inaugurados dez novos hospitais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus (AM), Fortaleza (CE), Recife (PE), Belém (PA) e Campo Grande (MS). O foco da apresentação de Pinheiro foi o investimento realizado na cidade de São Paulo e região metropolitana, que concentra R$ 1 bilhão — ou seja metade do montante total. Foram anunciados quatro novos hospitais, um pronto-atendimento, seis clínicas, oito unidades de diagnóstico e 14 de coleta laboratorial. Um dos hospitais a serem inaugurados, na Avenida Rubem Berta, na Vila Clementino, será de alta complexidade e com capacidade para 250 leitos. Outro, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, no Jardins, terá vocação materno-pediátrica. Fonte: CNN

  • Starlink para celular: veja como usar a internet via satélite de Elon Musk no seu telefone

    Graças a uma colaboração inovadora com a T-Mobile e com a recente aprovação da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC), a Starlink procura fornecer cobertura celular em áreas remotas onde as redes tradicionais não conseguem alcançar A Starlink , rede de satélites da SpaceX, está fazendo progressos significativos na luta contra as temidas “zonas mortas” onde não há sinal móvel. Graças a uma colaboração inovadora com a T-Mobile e com a recente aprovação da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC), a Starlink procura fornecer cobertura celular em áreas remotas onde as redes tradicionais não conseguem alcançar. Como funciona a cobertura direta por satélite? A FCC concedeu à Starlink uma licença comercial completa para seu programa Direct to Cell, que usa satélites para conectar-se diretamente a telefones celulares. Esta colaboração com a T-Mobile marca a primeira vez que uma operadora de satélite e uma rede celular obtiveram autorização regulamentar para operar conjuntamente nesta área. Na sua declaração, a FCC destacou os benefícios públicos desta tecnologia: “A conectividade entre satélites e dispositivos pode suportar benefícios importantes de interesse público, incluindo conectividade omnipresente, acesso ao serviço 911 a partir de áreas remotas, avanço tecnológico e utilização inovadora do espectro”. O programa Direct to Cell foi testado pela primeira vez em janeiro de 2024, logo após a SpaceX lançar os satélites necessários para esta missão. No início de outubro, a Starlink e a T-Mobile já tinham utilizado esta tecnologia temporariamente para ajudar as comunidades afetadas pelo furacão Helene, mostrando o seu potencial para salvar vidas em situações de emergência. Por enquanto, o serviço começará oferecendo recursos básicos de texto. No entanto, a possibilidade de adicionar dados móveis e chamadas de voz está no horizonte, com lançamento previsto para o próximo ano. “Adeus às zonas mortas para celulares” Ben Longmier, Diretor Sênior de Engenharia de Satélites da SpaceX, destacou o impacto revolucionário desta tecnologia: “Qualquer empresa de telecomunicações que se inscreva no Starlink Direct to Cell pode eliminar completamente as zonas mortas de celular em seu país para serviços de texto e dados”. Isso significa que, em áreas onde a cobertura terrestre não chega, como áreas rurais, montanhas ou regiões desabitadas, os usuários poderão se manter conectados através de seus celulares utilizando satélites Starlink. O que vem a seguir? De chats de texto a vídeo Embora o Starlink Direct to Cell comece com serviços básicos de mensagens, o caminho para a implementação de dados móveis e videochamadas não é isento de desafios. O fornecimento de serviços mais exigentes, como streaming de vídeo ou chamadas em tempo real, exigirá um aumento significativo na capacidade de largura de banda. Este ponto gerou alguma controvérsia. As operadoras tradicionais, como a AT&T e a Verizon nos EUA, levantaram preocupações sobre possíveis interferências nas suas redes atuais, especialmente se os limites de densidade de fluxo de energia forem excedidos. Entretanto, na Europa, estão em curso iniciativas semelhantes. Uma colaboração entre Deutsche Telekom, Qualcomm e Skylo conseguiu enviar pela primeira vez uma mensagem de texto de um modem Snapdragon 5G usando a combinação de redes celulares e de satélite. Embora este desenvolvimento ainda esteja em fase de prova de conceito, representa um passo importante para a comercialização de serviços semelhantes no continente europeu. O impacto global do Starlink Direct to Cell Além de eliminar zonas mortas celulares, esta tecnologia promete melhorar a conectividade em emergências, áreas rurais e regiões em desenvolvimento. No entanto, desafios como a interferência meteorológica na cobertura de satélite e o desenvolvimento de infraestruturas adequadas terão de ser ultrapassados para garantir uma implantação eficaz. Com o apoio de regulamentações como a FCC e o interesse dos operadores globais, a conectividade direta via satélite para celular poderá transformar a forma como e onde utilizamos os nossos dispositivos móveis, aproximando-nos de um mundo verdadeiramente conectado. O futuro? Talvez em breve possamos enviar uma mensagem ou fazer uma ligação dos lugares mais remotos do planeta. Fonte: Metroworldnews

  • Em 25 anos exportação paraense de açaí cresce 6.000%

    produtiva fez aumentar a receita e o número de postos de trabalho no estado O açaí é hoje uma das frutas amazônicas De acordo com nota técnica da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) , a exportação a demanda em alta no Brasil e no exterior e o avanço do cultivo em outras regiões e países fora da Amazônia brasileiros produzem açaí atualmente, no entanto grande parte do fruto ainda é originária de estados da Amazônia

  • Com investimento de US$ 340 milhões, China compra maior reserva de urânio do Brasil, no Amazonas

    A CNT, China Nonferrous Trade Co. Ltd., subsidiária da China Nonferrous Metal Mining Group Co., acaba de comprar no estado do Amazonas a maior reserva de urânio do Brasil por US$ 340 milhões.  As duas companhias pertencem ao governo da República Popular da China. O urânio é um metal usado na indústria da guerra, notadamente na fabricação de bombas atômicas e de hidrogênio. Enriquecido, serve também como combustível em usinas nucleares para gerar energia. No Brasil, 99% do urânio é usado para esse fim.  A riquíssima reserva, agora de propriedade chinesa, fica no município de Presidente Figueiredo, na região metropolitana de Manaus, a 107 quilômetros da capital pela rodovia federal BR-174, que leva às fronteiras com Venezuela e Guiana pelo estado de Roraima. O negócio foi fechado na madrugada desta terça-feira (26). O anúncio já saiu até nas bolsas de valores de Pequim e de Lima (Peru). Comunicado A venda da reserva de urânio à China foi comunicada no início da tarde deste dia 26 de novembro ao Governo do Amazonas pela empresa mineradora Taboca, que atua na mina do  Pitinga , na região da hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo, desde 1969.  No comunicado, a empresa diz que neste dia 26 transferiu 100% de suas ações aos chineses. “Este novo momento é estraté gico e constitui uma oportunidade de crescimento para a Mineração Taboca”. Fonte: BNC Amazonas e Panorama Real

  • Infovia entre Belém e Macapá chega ao Marajó com internet de alta velocidade

    de rede de internet de alta velocidade, com mais de 620 km de cabos de fibra ótica submersos em rios amazônicos Durante 26 dias, uma plataforma vai lançar cabos de fibra ótica que vão ficar submersos em rios amazônicos

  • Fórum latino-americano vai acontecer em Belém, em dezembro

    de Convenções e Feiras da Amazônia nos dias 03, 04 e 05 de dezembro. De acordo com o presidente do IFC Amazônia , o ex-ministro da Pesca Altemir Gregolin, o inédito evento Panty, CEO da Fish Expo Amazônia. Por isso realizaremos o primeiro IFC Amazônia para discutir como o Brasil e a região amazônica podem O presidente do International Fish Congress menciona: “A Amazônia é o pulmão do mundo.

  • Itaituba/PA aparece como uma das cidades com maior uso da Starlink no Brasil

    Veja também: Starlink na Amazônia: Entenda o Projeto de Elon Musk no Brasil A presença de garimpos,

  • Investimento de R$ 4 bi na indústria naval vai gerar 10 mil empregos

    Aportes serão aplicados na produção de embarcações para navegação interior; projetos devem aumentar em 6 milhões de toneladas por ano o transporte de minérios no país Com investimentos superiores a R$ 4 bilhões , maior na história da indústria naval, a logística para o transporte hidroviário de minérios de ferro e manganês pelos rios Paraná e Paraguai será potencializada nos próximos anos. Todo esse montante será destinado à construção de 400 balsas e 15 empurradores , que serão produzidos e entregues ao longo dos próximos quatro anos. Essa nova frota ficará alocada em seis estaleiros estratégicos, localizados nas regiões Nordeste, Norte, Sul e Sudeste. O projeto deve aumentar o escoamento de minérios em cerca de 6 milhões de toneladas por ano. Mais do que um ganho para o escoamento de produtos pelos rios do país, a construção das balsas e empurradores representará um avanço na frota nacional de transporte de carga para navegação interior, além de fortalecer a indústria naval brasileira. Para o ministro Sílvio Costa Filho, “o projeto é um marco histórico para o país, uma vez que estamos assinando hoje o maior programa da história do Brasil de navegação interior. Isso mostra que o Governo Federal tem uma agenda de desenvolvimento, que envolve as hidrovias, uma indústria limpa, fundamental para o escoamento da produção brasileira”, destacou. Cerca de 90% dos investimentos empregados pela LHG Logística Ltda (R$ 3,7 bilhões) para a construção da nova frota naval e dos estaleiros foram financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM) por meio de financiamento realizado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Esse recurso deverá impulsionar a movimentação de matérias-primas, como aço e manganês, além de fomentar a economia brasileira, gerando mais empregos e desenvolvimento nas regiões. “O Brasil hoje tem 12 mil quilômetros de hidrovias navegáveis, com um potencial de 42 mil. Um projeto como esse, que estamos assinando hoje, significa o fortalecimento dessa agenda hidroviária [...]. Em tempos de COP-30 , essas hidrovias representam a retirada de mais de 70 mil toneladas de CO2, o que representa um grande avanço na agenda de sustentabilidade brasileira. E isso dialoga com o que o mundo deseja. O mundo quer produzir, mas, acima de tudo, quer produzir de maneira sustentável”, ressaltou. O recurso destinado pelo Governo Federal tem melhorado a vida de milhares de brasileiros que atuam na indústria naval. Um dos profissionais beneficiados com as oportunidades no setor é o encarregado de soda Eduardo Santana, que trabalha há 15 anos no estaleiro Rio Maguari, no Pará. Ele destaca que, graças ao investimento no setor, foi possível alcançar conquistas importantes na vida pessoal e profissional. “O trabalho me proporcionou uma vida financeira estável, para a criação dos meus filhos e a conclusão do meu ensino superior”, ressaltou. Os novos empreendimentos vão ampliar o escoamento de minérios e agilizar o transporte dos materiais extraídos em Corumbá (MS) e carregados nas barcaças, que percorrerão mais de 2.500 km por hidrovias até atracar no terminal marítimo de Nova Palmira, no Uruguai, onde são embarcados para navios de longo curso. O projeto reforça a importância da hidrovia Paraguai-Paraná para a integração regional entre o Brasil e os países da América do Sul, especialmente Paraguai, Argentina e Uruguai. Modal sustentável Os investimentos para a ampliação do modal hidroviário, com foco no escoamento de produtos, contribuem não apenas para a geração de emprego e renda, mas também para a política de descarbonização da matriz logística brasileira. Segundo dados da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e do Instituto Energia e Meio Ambiente (Iema), o transporte de materiais pelas hidrovias representa uma redução de 95% nas emissões em relação ao modal rodoviário e de 70% em comparação ao modal ferroviário. Modal aeroportuário O ministro Silvio Costa Filho realizou uma vistoria no aeroporto de Belém, durante agenda pública no Pará, principal complexo da região Norte, nesta quinta-feira (21). Durante os trabalhos, Costa Filho conferiu as obras que estão sendo realizadas. No local, estão previstas melhorias na infraestrutura de processamento de bagagem e cargas, expansão da pista de pouso e decolagem e a modernização do terminal de passageiros. “O importante é que a gente possa acelerar a entrega das obras no aeroporto. Com investimentos de quase R$ 500 milhões, esse ano nós estamos batendo recorde de movimentação no aeroporto. A média era de 3 milhões de passageiros por ano, indicador que deve ultrapassar os 4 milhões de turistas, com expectativas para chegar a 5 milhões nos próximos anos. Isso significa dizer que nós estamos estruturando o aeroporto, ampliando a capacidade operacional e requalificando a pista, para elevar a qualidade do serviço que é prestado a todos os usuários”, indicou. Fonte: Agência GOV

  • Pará tem melhor desempenho da Região Norte com exportações do agronegócio

    Até o mês de outubro deste ano, a exportação do segmento paraense acelerou em 4,27% em comparação ao mesmo período do ano anterior O Pará é o Estado da região Norte com o melhor desempenho no ranking das exportações de produtos do agronegócio, segundo o levantamento feito pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). Até o mês de outubro deste ano, a exportação de produtos do agronegócio do estado acelerou em 4,27%, (considerando o valor exportado), em comparação ao mesmo período do ano anterior, com Valor de Exportação de US$ 3,19 bilhões (2,28% da exportação agro nacional e 16,93% do Valor Global Exportado do Estado do Pará). A Sedap elaborou o estudo com base nas informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), através do Portal AGROSTAT – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro e Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), através do sistema Comex Stat. Segundo avaliou o estatístico João Ulisses Silva, responsável pelas análises locais, o Pará ocupa o décimo lugar no ranking das unidades federativas exportadoras de produtos do agronegócio do país no acumulado até outubro de 2024, com participação de 2,28% das exportações nacionais do agro. “As maiores participações estão concentradas nos Estados do São Paulo (18,41%), Mato Grosso (16,94%) e Paraná (11,33%). O Pará aparece na frente na região Norte , concentrando 39% das exportações e também de estados de outras regiões, como por exemplo, o Espírito Santo”, detalhou o estatístico. Produtos A soja continua sendo o principal produto da pauta de exportação do estado, registrando até o momento (outubro/24), segundo informou a coordenadora de planejamento da Sedap, Maria de Lourdes Minssen, o valor de US$ 1,50 bilhões (47,09% do total Agro do Estado). Logo em seguida aparecem os grupos das carnes (US$ 630,37 milhões); animais vivos (exceto pescado) (US$ 399,85 milhões); produtos florestais (US$ 166,34 milhões) e os cereais, farinhas e preparações (US$ 154,13 milhões). “Os cinco principais grupos de produtos citados correspondem aproximadamente 89,40% do valor de exportação agro paraense no acumulado do ano (janeiro a outubro de 2024)”, explicou a coordenadora. O agronegócio paraense tem como principal destino, segundo informou, a China, onde os seus produtos totalizam US$ 1,15 bilhões (36,02% do valor total Agro paraense), seguido dos países como a Espanha (valor de US$ 196,33 milhões e 6,15%), Iraque (valor de US$ 195,72 milhões e 6,13%), Estados Unidos (valor de US$ 182,81 milhões e 5,73%), Egito (valor de US$ 121,93 milhões e 3,82%), Turquia (valor de US$ 12,59 milhões e 3,81%) e Holanda (Países Baixos) (valor de US$ 101,54 milhões e 3,18%). “Os sete principais países correspondem com aproximadamente 65% do valor agro exportado paraense”, concluiu a coordenadora. Agência Pará

  • Navio com mais de 2 mil turistas aporta em Belém; saiba mais

    seguir para seu próximo destino, os passageiros levarão consigo lembranças preciosas de Belém e da Amazônia

  • Demanda de outros países por açaí está destruindo floresta amazônica

    O açaí sempre fez parte da dieta dos amazônidas. Com o mundo globalizado no qual vivemos, não demorou muito para a fruta amazônica chegar também ao mercado Até então, esse símbolo da tradição alimentar da Amazônia tinha pouco impacto, mas quando ganha fama Alternativa sustentável Em alguns lugares da Amazônia, o manejo sustentável proposto pelo artigo já é desenvolvimento local mediante a intensificação da produção de produtos florestais não madeireiros na Amazônia

  • Empresa investe R$ 50 milhões em fábrica de ração animal no Pará

    Grupo especializado em nutrição animal, inaugura, ainda neste semestre, uma nova unidade de produção, com capacidade produtiva de 20.000 toneladas por mês A Integral Agroindustrial, grupo cearense especializado em nutrição animal, inaugura, ainda neste semestre, uma nova unidade de produção, em Paragominas, no Pará. O investimento na fábrica é de R$ 50 milhões. Com previsão de gerar 500 empregos, a planta terá capacidade produtiva de 20.000t/mês em dois turnos de produção. O movimento marca a chegada da companhia cearense à região Norte. A indústria transformará grãos e farinhas já produzidos na região em alimentos para animais, incluindo pets e também equinos, aves e suínos. De acordo com Marcos Lima, diretor da Integral Agroindustrial, Paragominas foi escolhida pela localização que permitirá uma logística mais competitiva e eficiente, facilitando também a entrada em outros mercados como Tocantins e Maranhão. Crescimento “A operação de produção inicia agora em Paragominas, e temos como oportunidades de crescimento o próprio estado do Pará, que traz muitas possibilidades de negócios. E a gente vai atuar também no estado do Tocantins, a partir de Paragominas, portanto, a gente consegue ter uma participação maior nesse estado, que também tem grande potencial produtivo. E o estado do Maranhão também vai ser atendido a partir dessa unidade”, afirma. Dona de marcas como Integral Mix, Tratto e Yep, a fabricante possui unidades industriais em Fortaleza (CE), Paulo Afonso (BA) e Lindóia (SP). A empresa conta com mais de mil funcionários. Fonte: Victor Ximenes/ Diário do Nordeste Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios sobre a COP-30, acesse a Central da COP-30 Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios, um ambiente para preparar as empresas para a COP-30

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