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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Pará tem melhor desempenho da Região Norte com exportações do agronegócio

    Até o mês de outubro deste ano, a exportação do segmento paraense acelerou em 4,27% em comparação ao mesmo período do ano anterior O Pará é o Estado da região Norte com o melhor desempenho no ranking das exportações de produtos do agronegócio, segundo o levantamento feito pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). Até o mês de outubro deste ano, a exportação de produtos do agronegócio do estado acelerou em 4,27%, (considerando o valor exportado), em comparação ao mesmo período do ano anterior, com Valor de Exportação de US$ 3,19 bilhões (2,28% da exportação agro nacional e 16,93% do Valor Global Exportado do Estado do Pará). A Sedap elaborou o estudo com base nas informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), através do Portal AGROSTAT – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro e Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), através do sistema Comex Stat. Segundo avaliou o estatístico João Ulisses Silva, responsável pelas análises locais, o Pará ocupa o décimo lugar no ranking das unidades federativas exportadoras de produtos do agronegócio do país no acumulado até outubro de 2024, com participação de 2,28% das exportações nacionais do agro. “As maiores participações estão concentradas nos Estados do São Paulo (18,41%), Mato Grosso (16,94%) e Paraná (11,33%). O Pará aparece na frente na região Norte , concentrando 39% das exportações e também de estados de outras regiões, como por exemplo, o Espírito Santo”, detalhou o estatístico. Produtos A soja continua sendo o principal produto da pauta de exportação do estado, registrando até o momento (outubro/24), segundo informou a coordenadora de planejamento da Sedap, Maria de Lourdes Minssen, o valor de US$ 1,50 bilhões (47,09% do total Agro do Estado). Logo em seguida aparecem os grupos das carnes (US$ 630,37 milhões); animais vivos (exceto pescado) (US$ 399,85 milhões); produtos florestais (US$ 166,34 milhões) e os cereais, farinhas e preparações (US$ 154,13 milhões). “Os cinco principais grupos de produtos citados correspondem aproximadamente 89,40% do valor de exportação agro paraense no acumulado do ano (janeiro a outubro de 2024)”, explicou a coordenadora. O agronegócio paraense tem como principal destino, segundo informou, a China, onde os seus produtos totalizam US$ 1,15 bilhões (36,02% do valor total Agro paraense), seguido dos países como a Espanha (valor de US$ 196,33 milhões e 6,15%), Iraque (valor de US$ 195,72 milhões e 6,13%), Estados Unidos (valor de US$ 182,81 milhões e 5,73%), Egito (valor de US$ 121,93 milhões e 3,82%), Turquia (valor de US$ 12,59 milhões e 3,81%) e Holanda (Países Baixos) (valor de US$ 101,54 milhões e 3,18%). “Os sete principais países correspondem com aproximadamente 65% do valor agro exportado paraense”, concluiu a coordenadora. Agência Pará

  • Navio com mais de 2 mil turistas aporta em Belém; saiba mais

    seguir para seu próximo destino, os passageiros levarão consigo lembranças preciosas de Belém e da Amazônia

  • Empresa investe R$ 50 milhões em fábrica de ração animal no Pará

    Grupo especializado em nutrição animal, inaugura, ainda neste semestre, uma nova unidade de produção, com capacidade produtiva de 20.000 toneladas por mês A Integral Agroindustrial, grupo cearense especializado em nutrição animal, inaugura, ainda neste semestre, uma nova unidade de produção, em Paragominas, no Pará. O investimento na fábrica é de R$ 50 milhões. Com previsão de gerar 500 empregos, a planta terá capacidade produtiva de 20.000t/mês em dois turnos de produção. O movimento marca a chegada da companhia cearense à região Norte. A indústria transformará grãos e farinhas já produzidos na região em alimentos para animais, incluindo pets e também equinos, aves e suínos. De acordo com Marcos Lima, diretor da Integral Agroindustrial, Paragominas foi escolhida pela localização que permitirá uma logística mais competitiva e eficiente, facilitando também a entrada em outros mercados como Tocantins e Maranhão. Crescimento “A operação de produção inicia agora em Paragominas, e temos como oportunidades de crescimento o próprio estado do Pará, que traz muitas possibilidades de negócios. E a gente vai atuar também no estado do Tocantins, a partir de Paragominas, portanto, a gente consegue ter uma participação maior nesse estado, que também tem grande potencial produtivo. E o estado do Maranhão também vai ser atendido a partir dessa unidade”, afirma. Dona de marcas como Integral Mix, Tratto e Yep, a fabricante possui unidades industriais em Fortaleza (CE), Paulo Afonso (BA) e Lindóia (SP). A empresa conta com mais de mil funcionários. Fonte: Victor Ximenes/ Diário do Nordeste Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios sobre a COP-30, acesse a Central da COP-30 Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios, um ambiente para preparar as empresas para a COP-30

  • Cooperativa investe R$ 73 milhões em fábrica no Pará e começa a produzir derivados de milho

    Os produtos estão disponíveis em supermercados, inicialmente, de 36 municípios do estado do Pará. Esta é a primeira indústria de derivados de milho do estado do Pará, que é um dos maiores consumidores do produto no país A COOPERNORTE, maior cooperativa agroindustrial da região Norte do Brasil, iniciou a produção de quatro novos derivados do milho: flocão, cuscuz, canjica e fubá . Os produtos estão disponíveis em supermercados, inicialmente, de 36 municípios do estado do Pará. Esta é a primeira indústria de derivados de milho do estado do Pará, que é um dos maiores consumidores do produto no país.  "Desde maio deste ano, a agroindústria da COOPERNORTE tem se destacado na comercialização de arroz, feijão e milho de pipoca, mostrando um desempenho positivo no setor. Agora, ampliamos nosso portfólio de produtos, consolidando um avanço importante para a cooperativa e para a economia de toda a região Norte", destaca Bazílio Carloto, diretor-presidente da COOPERNORTE.  A capacidade produtiva estimada até o final de 2024 é de mais de 1.125 toneladas para flocão, fubá e cuscuz, e mais de 870 toneladas para canjica. A produção diária prevista é de cerca de 11 toneladas (cada) para flocão, fubá e cuscuz, e mais de 13 toneladas para canjica, considerando apenas um turno de operação. Esses volumes refletem a força da agroindústria da COOPERNORTE, que investiu mais de R$ 73 milhões em sua estrutura para atender à crescente demanda. "O lançamento desses novos produtos faz parte do compromisso da COOPERNORTE em agregar valor à produção agrícola e em fornecer produtos de alta qualidade para os consumidores", acrescenta Bazílio Carloto, diretor-presidente da COOPERNORTE. A produção será realizada a partir do milho fornecido pelos cooperados e clientes COOPERNORTE, consolidando o projeto de verticalização da cooperativa.    Além de atender à crescente demanda, a nova linha de produtos visa fomentar a alimentação cultural e regional, promovendo ingredientes que fazem parte de pratos típicos da culinária paraense. A estratégia de comercialização inclui, além da distribuição em supermercados, ações de marketing, promoções e degustações, com foco na expansão do mercado em todo o estado. Fonte: AF Notícias

  • Como a quadra junina movimenta os negócios de Belém

    As festividades de São João aquecem a economia da capital e movimentam também os funcionários das empresas A quadra junina , também conhecida como festa de São João, é uma celebração tradicional nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Em Belém , essa festividade tem grande importância cultural e movimenta significativamente os negócios da cidade, como turismo, comércio de produtos típicos, serviços, shows, artesanatos e cultura local . As festividades de São João aquecem a economia da capital e geram oportunidades para diferentes setores e contribuindo para o desenvolvimento econômico da região. Na capital paraense, as festividades prometem aquecer as vendas dos pequenos negócios de diversos segmentos. Com comidas e bebidas típicas, vestimentas próprias no estilo São João, produtos sazonais e decoração temática, o período pode ser um diferencial para aumentar as vendas e atrair novos clientes para o seu negócio. Pensando também no público interno , este tipo de evento pode desempenhar um papel significativo para o seu negócio, pois traz uma série de benefícios para os funcionários e para a organização como um todo. Como por exemplo, construir relacionamentos, pois quadra junina proporciona um ambiente descontraído e divertido, onde os funcionários podem interagir de maneira mais informal. Isso ajuda a fortalecer os laços entre os colegas de trabalho, promovendo a colaboração e a comunicação efetiva dentro da empresa. Também promove a cultura organizacional , ao celebrar eventos tradicionais como a quadra junina, a empresa mostra o seu compromisso em valorizar e preservar a cultura. Isso contribui para criar um senso de identidade e pertencimento entre os funcionários, o que é fundamental para o engajamento e a motivação no trabalho. Promove bem-estar , participar destes eventos divertidos e sociais é uma forma eficaz de aliviar o estresse e proporcionar momentos de descontração para os funcionários. Isso pode contribuir para melhorar o clima organizacional, reduzir o esgotamento e aumentar a satisfação no trabalho. Reforça a marca , pois eventos como a quadra junina ajudam a fortalecer a imagem da empresa como um ótimo lugar para se trabalhar. Isso pode atrair talentos qualificados e aumentar a reputação da organização, tanto entre os colaboradores atuais quanto entre potenciais candidatos. Esses benefícios podem resultar em maior produtividade, engajamento e satisfação no trabalho, o que é essencial para o sucesso e crescimento da empresa. VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Comunidade Belém Negócios lança cartão exclusivo para membros Empresas apoiam lançamento de mentoria para empresários e executivos paraenses Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses

  • CEO da Manioca será palestrante no próximo evento da Comunidade Belém Negócios

    Martins é empreendedora paraense, mãe, publicitária, administradora e pesquisadora em alimentação amazônica Uma  indústria de impacto socioambiental, instalada em Belém/PA, que transforma ingredientes da Amazônia Sempre me incomodava a visão do restante do Brasil sobre a Amazônia, como se fossem apenas quilômetros Hoje, a empresa fornece produtos da Amazônia para o Brasil, Estados Unidos, França e Japão. Em 2023, a Manioca foi a primeira startup da bioeconomia amazônica a estabelecer parceria e receber investimento

  • Grupo empresarial inaugura terminal logístico estratégico no Pará

    A estrutura fica em Barcarena (PA) e possui 340 mil m², além de conseguir armazenar cerca de 400 mil toneladas de produto O Grupo Cesari , que tem sede em Cubatão (SP), inaugurou, na última quinta-feira, uma base logística em Barcarena (Pará) . O novo terminal tem 340 mil metros quadrados e capacidade para armazenar 400 mil toneladas de produtos minerários, químicos, petroquímicos e cargas gerais. Localizado no polo industrial de Barcarena, a 1,5 km do Porto de Vila do Conde, no Pará, um dos mais movimentados do país , o terminal é um ponto crucial para o transporte marítimo e a logística nacional e internacional. Na ocasião, o grupo apresentou mais projetos planejados para investimento na base. Destacam-se a área retroporto, com 106 mil metros quadrados, e um pátio de 33 mil metros quadrados. A inauguração dessa base em Barcarena fortalece a posição estratégica do Grupo Cesari no mercado logístico e promove o desenvolvimento econômico local, gerando cerca de 300 empregos diretos. "Esse projeto reflete o compromisso do Grupo Cesari com a inovação, sustentabilidade e progresso social, disse a empresa, em nota. Quem é O Grupo Cesari é composto por 10 empresas que atuam nos segmentos de transporte e manuseio de produtos químicos, terminais para armazenamento de produtos, beneficiamento de fertilizantes e limpeza a manutenção de containers . A sede do grupo em Cubatão , figa em uma área com mais de 2 milhões de metros quadrados . Além disso, possui IS bases localizados estrategicamente era todo o Brasil para oferecer soluções logísticas aos clientes. A Tribuna Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage , mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa

  • COP-29: Tudo o que você precisa saber sobre o evento que antecede a COP-30 em Belém

    O encontro deste ano será crucial para o avanço de políticas ambientais globais, com foco em metas de redução de emissões, transição energética e financiamento climáti co À medida que a COP-29 se aproxima, as atenções se voltam para as decisões e compromissos climáticos que definirão a pauta da próxima reunião programada para ocorrer em Belém, em novembro de 2025. O encontro deste ano, que acontecerá no Azerbaijão, será crucial para o avanço de políticas ambientais globais, com foco em metas de redução de emissões, transição energética e financiamento climático. Nesta matéria, você encontra tudo o que precisa saber sobre a COP-29, desde os temas prioritários até as discussões que terão impacto direto no evento histórico de Belém. Acompanhe notícias sobre a COP30 em Belém Sobre a COP A partir do dia 11 de novembro, autoridades de cerca de 195 países, junto com especialistas, debatem questões sobre a crise climática global, preservação do meio ambiente e o financiamento de ações sustentáveis. A 29ª Conferência das Partes para a discussão das mudanças climáticas acontece em Baku, no Azerbaijão. A reunião é a maior e mais importante conferência anual relacionada ao clima. Sua origem está ligada à ECO-92, organizada há 30 anos pela ONU, no Rio de Janeiro, onde 197 países assinaram um tratado para estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera. A primeira COP ocorreu em 1994, em Berlim, na Alemanha, quando o tratado assinado em 1992 entrou em vigor. Desde então, a ONU convoca anualmente todos os países para a cúpula climática. No ano passado, líderes de 120 nações participaram da reunião, segundo a organização. A COP-29 Para a reunião de 2024, as discussões devem girar em torno de frear as catástrofes climáticas que atingem o planeta, com enchentes, secas, incêndios e furacões. Para definir metas e prevenir desastres, A COP-29 é a única oportunidade de países emergentes se encontrarem diretamente com os líderes mais importantes da política global para discutir ações fundamentais relacionadas ao meio ambiente. Alguns temas, como a Política de Perdas e Danos, em que nações ricas compensam financeiramente países mais pobres, devem ser abordados no encontro. A COP-29 também deve priorizar a negociação de novas metas coletivas de financiamento climático e a aceleração da transição energética. Durante audiência pública da Comissão Mista Permanente Sobre Mudanças Climáticas (CMMC) em preparação para a conferência da próxima semana, especialistas afirmaram que essa seria a "COP das finanças". Na visão da diretora do Departamento do Clima do Ministério das Relações Exteriores, Liliam Moura, é importante reconhecer que os países desenvolvidos não investiram no sistema do clima os US$100 bilhões por ano (parte do Acordo de Paris), no período de 2020 a 2025. A meta, portanto, não foi atingida em sua plenitude, já que, em 2020 e 2021 o valor ficou abaixo do esperado. Pautas brasileiras Segundo documento divulgado pelo Governo Federal, o sucesso da COP-29 será passo fundamental para a COP-30. A Conferência em Baku terá como principal temática a definição do novo objetivo de financiamento climático que irá influenciar a próxima rodada de compromissos nacionais com vistas à COP-30 , em 2025. “No caso da COP de Baku, a grande atenção mundial está voltada para a questão do financiamento no contexto do Acordo de Paris, que é a nova etapa daqueles US$ 100 bilhões por ano, que era um compromisso dos países desenvolvidos e que, do nosso ponto de vista e da maioria dos analistas, não foi cumprido ao longo desses cinco anos”, adiantou o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Corrêa do Lago. A meta atual — de US$ 100 bilhões por ano concedidos de países desenvolvidos para países em desenvolvimento — foi estabelecida em 2009. O compromisso deveria ser cumprido anualmente até 2025, com o objetivo de ajudar países mais pobres a se adaptarem à mudança do clima. No entanto, a meta só foi atingida pela primeira vez em 2022. De acordo com a secretária Nacional de Mudança do Clima, Ana Toni, a prioridade tanto brasileira quanto de outros países em desenvolvimento na COP-29 será aumentar o valor da meta e exigir mais transparência no trâmite dos recursos. Quem deverá pagar a quantia também estará em discussão no evento em Baku. Segundo Toni, países desenvolvidos defendem que mais nações possam participar do financiamento, uma proposta que países mais pobres não devem aceitar. “Se não conseguirmos chegar em um acordo razoável, toda a confiança no Acordo de Paris será colocada em uma condição muito difícil. Há países hoje que nunca contribuíram para a emissão de gases de efeito estufa, mas estão sofrendo com as consequências dela”, afirmou a secretária. Questões como por quanto tempo o novo compromisso ficará vigente e quais as prioridades de financiamento — se serão para projetos voltados à mitigação das mudanças climáticas ou adaptação a elas — também serão definidos na reunião em novembro. Ainda segundo documento divulgado pelo Governo Federal, a presidência azerbaijana elencou os seguintes temas considerados prioritários: Conclusão das negociações sobre instrumentos de cooperação e mercado (artigo 6 do Acordo de Paris); Definição de indicadores do Objetivo Global de Adaptação; Temas relacionados a perdas e danos; Mecanismo de implementação sobre tecnologia; Aprovação de novo programa de trabalho de gênero e mudança do clima; Avanços no plano de trabalho de transição justa O posicionamento do Brasil Financiamento Climático (NCQG) De acordo com os compromissos da Convenção e do Acordo de Paris, países desenvolvidos devem fornecer e mobilizar financiamento climático para apoiar ações em países em desenvolvimento, devido a suas responsabilidades históricas e maior capacidade financeira e tecnológica. O Brasil defende que o NCQG ofereça esses recursos com condições favoráveis, evitando o aumento da dívida dos países em desenvolvimento, e pede uma definição mais clara do que constitui "financiamento climático", excluindo atividades e instrumentos financeiros que não deveriam ser contabilizados. Instrumento de cooperação e mercado (Artigo 6) O artigo 6 do Acordo de Paris introduziu ferramentas para incentivar e regulamentar a cooperação voluntária no cumprimento das metas de emissão, conhecidas como NDCs ( Contribuição Nacionalmente Determinada) . São duas as principais ferramentas de mercado: i) a troca de resultados de mitigação (art. 6.2); ii) o mercado de carbono regulado (art. 6.4). Em Baku, espera-se concluir a negociação dos detalhes operacionais desses instrumentos, uma das últimas questões pendentes do "Livro de Regras" do Acordo de Paris. O que chegará na COP-30 ? Plano Nacional de Adaptação Climática e a COP-30 Ao falar sobre adaptação climática, Ana Toni explicou que essa é uma questão muito importante para o Brasil e adiantou que as discussões e acordos obtidos no Azerbaijão deverão nortear o que será decidido ano que vem, na COP30 , que será realizada em Belém (PA). “A adaptação, que foi bastante discutida nessa Pré COP, é um tema fundamental para o Brasil. Todos sabem que na COP30 esse tema tem que chegar com os indicadores das metas globais, o que a COP29 deve debater sobre as metas globais de adaptação. Começou com essa conversa lá (na Pré-COP) e logicamente ela termina na COP30 ”, afirmou a secretária. No Brasil, o Plano Clima busca identificar as melhores alternativas em termos de custos e efetividade para o país cortar emissões. Os debates levam em conta ações como o fomento a práticas de agropecuária de baixo carbono, o aumento da eficiência energética, a oferta de hidrogênio verde e uso de outros combustíveis de baixa emissão, até a coleta seletiva de lixo e o aproveitamento energético dos resíduos sólidos. Ana Toni explicou que esse também deverá ser um tema no qual o Brasil espera avanços em Baku. “Poucos países têm planos nacionais de adaptação. São muito poucos, se eu não me engano são 47 dos mais de 194 países na UNFCCC (sigla em inglês para Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). O Brasil é um dos que tem um plano nacional. Esse debate nacional e internacional nesse tema foi muito interessante e teve avanços interessantes da nossa perspectiva também”, revelou Ana Toni. Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) O NDC refere-se a um plano de ação climática que cada país deve apresentar para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O governo brasileiro se comprometeu em sua NDC a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 48% até 2025 e em 53% até 2030, em relação às emissões de 2005. Tendo em vista a redução de 48% até 2025, as discussões sobre o tema que começam na COP-29 devem se estender para a COP-30 a partir de uma análise das metas concluídas e ações que poderão ser feitas para o cumprimento do alvo de 53% até 2030. Ao falar sobre as NDCs, o embaixador André Corrêa do Lago lembrou que o presidente brasileiro e o secretário-geral da ONU, António Guterres, trabalharão juntos para que elas sejam fortalecidas no cenário internacional. “Nessa política do Brasil, no contexto das NDCs, vale registrar que o secretário-geral da ONU e o Governo Federal decidiram trabalhar juntos nesse sentido, como foi anunciado na Assembleia Geral da ONU. O secretário-geral da ONU está extremamente concentrado no tema de mudança do clima. É uma das personalidades mundiais que busca trazer maior consciência da urgência climática que a gente está vivendo. E o secretário-geral e o presidente decidiram juntos que vão trabalhar nesse sentido das NDCs junto a todos os países mais importantes para o combate à mudança do clima. Isso já está tendo sua evolução e vai ter impacto sobre a COP29, com vistas, evidentemente, à COP30 ”, afirmou. Mercado de Carbono O Estado do Pará se tornou o primeiro estado do Brasil e o primeiro estado subnacional do mundo a assinar um acordo histórico de venda de quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono. O estado também garantiu um financiamento da Coalizão LEAF para apoiar os esforços de redução do desmatamento. Dessa forma, a discussão sobre o mercado brasileiro carbono que será levada para a COP-29 deve alcançar grandes avanços e acordos na COP-30 em Belém, em 2025. Segundo a secretária Nacional de Mudança do Clima, Ana Toni, a negociação de créditos de carbono também estará no centro dos assuntos a serem abordados em Baku. “O mercado de carbono tem uma relação direta com o que está acontecendo no Brasil. Enquanto a gente está debatendo aqui no nosso Congresso o mercado de carbono nacional, que ainda está para ser votado, a área internacional está andando. A gente sentiu que está andando mais rapidamente agora e que talvez cheguemos no final da COP29 a um acordo”, adiantou a secretária. Agenda completa de dias temáticos da COP-29 14/11 - Finanças, Investimento e Comércio 15/11 -  Energia/Paz, Alívio e Recuperação 16/11 - Ciência, Tecnologia e Inovação / Digitalização 18/11 - Desenvolvimento Humano / Crianças e Juventude / Saúde / Educação 19/11 - Alimentos, Água e Agricultura 20/11 - Urbanização / Transporte / Turismo 21/11 - Povos Indígenas / Gênero / Natureza e Biodiversidade / Oceanos e Zonas Costeiras Com informações de CNN, Agência Senado e Governo Federal

  • Maior mineradora do mundo compra empresa no Pará por R$ 34 bilhões

    Esta é a maior compra feita pelo grupo desde 2011

  • Plataformas digitais com acesso a serviços públicos, são lançadas no Pará

    O município de Óbidos, no Pará, está disponibilizando serviços de gestão tributária e licenciamento de forma online e gratuita A transformação digital de governos e a oferta de serviços por plataformas digitais está trazendo mudanças para a administração municipal e para a vida das pessoas em todo o mundo, e em Óbidos não poderia ser diferente. Por isso, a Prefeitura Municipal está digitalizando uma série de serviços públicos de gestão tributária e licenciamento que permitirão aos cidadãos e empresas acessar serviços públicos por meio de seus celulares, a qualquer hora e em qualquer lugar. Ravy Bassalo, Gerente de Projetos da empresa Desenvolve, responsável pela implantação do novo sistema em Óbidos, explicou como funcionarão os serviços. “O novo ecossistema ‘Desenvolve Cidade de Óbidos’ reúne um conjunto de plataformas digitais, o ISS Digital, Empresa Digital, Mobi Legal, Fique em Dia e o IPTU Digital, capazes de integrar e interoperar dados, resultando na prestação de serviços de gestão tributária e de licenciamento de empresas 100% digitais e com protocolo único”, explicou. A partir de agora, no município de Óbidos, novas empresas poderão ser registradas e licenciadas em menos de 24 horas. As novas plataformas digitais, disponibilizadas pela prefeitura, são adaptadas aos dispositivos móveis dos seus usuários e operam online, com isso, diversos serviços ofertados pela administração pública estarão acessíveis na palma da mão, a um click. O empreendedor poderá realizar o acompanhamento integral do processo de licenciamento dos empreendimentos ou emitir notas fiscais, pelo computador, tablet ou celular. “O nosso governo está investindo em tecnologia, e a partir da digitalização de processos, a prefeitura espera melhorar ainda mais a gestão dos gastos governamentais e diminuir o uso desnecessário de papel. Com a prioridade de trazer dinamismo para a nossa economia de Óbidos e promover o empreendedorismo, a tecnologia da plataforma desburocratiza e agiliza o processo de abertura de empresas e estimula a formalização dos empreendedores da cidade, o que permite o acesso a uma série de serviços públicos e financeiros”, afirmou Jaime Silva, Prefeito de Óbidos. As novas plataformas digitais foram pensadas a partir das necessidades reais dos usuários: realizam integração tecnológica entre os órgãos federais, estaduais e municipais e eliminam o uso de papel, o retrabalho, o desperdício de tempo e o sombreamento de competências entre os órgãos envolvidos. Também eliminam as exigências documentais em duplicidade, o excesso de procedimentos, os deslocamentos entre os órgãos dos empreendedores, cidadãos e profissionais que buscam os serviços digitais oferecidos pela prefeitura. EFICIÊNCIA A adoção de todas essas tecnologias é capaz de diminuir significativamente gastos desnecessários com burocracia. Segundo uma estimativa do Governo Federal, o atendimento presencial no Brasil tem um custo médio de R$61,35 por processo, enquanto o atendimento digital pode reduzir esse valor para apenas R$1,20, ou seja, uma economia de mais de 97% em recursos públicos. A expectativa do projeto é modernizar a arrecadação tributária do município e contribuir para abertura e regularização de empresas, o que gera renda e emprego para o município. RECADASTRAMENTO E ACESSO À PLATAFORMA ISS DIGITAL A plataforma ISS Digital já está em operação no município e todas as Pessoas Jurídicas, Empresas Comerciais, Industriais, Optantes do Simples Nacional ou demais prestadores de serviço de Óbidos deverão fazer seu recadastramento no sistema. O processo é muito simples, basta acessar o portal ISS Digital Óbidos por meio do link abaixo, clicar em cadastrar e seguir os passos: https://obidos-pa.desenvolvecidade.com.br/nfsd/home.jsf Assessoria de Óbidos Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage , mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa

  • Foi lançado o edital para licitação ambiental para construção do Condomínio Industrial de Castanhal

    As empresas interessadas poderão realizar visita técnica ao condomínio com agendamento prévio, realizado pela Codec, nos dias 23 e 24 de maio O Governo do Estado do Pará, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) publicou, nesta terça-feira (14), novo edital de licitação para Elaboração de Relatório de Controle Ambiental e respectivo Plano de Controle Ambiental (RCA/PCA), para o Condomínio Industrial de Castanhal, município do nordeste do Estado. A abertura dos envelopes da proposta de preço e de documentação necessária, ocorrerá no dia 06 de junho de 2024, às 09h (horário local), na sede da Codec, situada à Avenida N. Sra. Nazaré, nº 1297, Nazaré, Belém, Pará, Brasil, CEP: 66.035-145. Uma das etapas do processo é a visita técnica orientada ao Condomínio Industrial, que ocorrerá nos dias 23 e 24 de maio - o agendamento pode ser realizado por telefone, e-mail ou presencialmente. Após a realização do certame, será assinado contrato para efetivação da prestação de serviços, com a empresa que for declarada vencedora. A contratação abrange o processo de Licenciamento Ambiental e o seu respectivo diligenciamento dentro do órgão ambiental, incluindo: licença prévia e licença de instalação, outorga preventiva ou de dispensa de outorga, outorga de direito de uso dos recursos hídricos, autorizações para inventário de fauna e flora, supressão vegetal e afugentamento, resgate, translocação e destinação de fauna silvestre na frente de supressão vegetal. O presidente da Codec, Lutfala Bitar,, falou sobre os próximos passos, após a efetivação da empresa ganhadora. “Ao concluir o processo licitatório, daremos mais um grande passo para a efetivação do condomínio, que é o início das obras, a partir da contratação de empresa de engenharia para implantar as obras civis”, explicou. “O Condomínio de Castanhal tem um formato diferenciado para os empresários que desejam empreender de forma estratégica no Pará e pretendemos iniciar as obras o mais breve possível, para que mais um modelo de gestão de desenvolvimento industrial seja inaugurado pelo Governo do Estado, trazendo mais investidores e consequentemente mais emprego e renda”, finalizou Bitar.  Com a conclusão do processo de incorporação imobiliária, será possível disponibilizar os valores para cada um dos lotes industriais, bem como das taxas condominiais. Empreendimento - O empreendimento é composto de duas fases e inicialmente serão construídos 113 lotes industriais, distribuídos por 4,35 km de vias, à disposição dos investidores, com localização estratégica no km 04 da rodovia PA-136, a 5 km de distância da rodovia federal BR-316, importante via para o escoamento de produtos e serviços. Serviço – Os interessados podem acessar o Edital Licitatório no site da Codec ou pelo telefone (91) 3251-7000.

  • RMB recebe R$ 30 milhões em investimentos para transição energética municipal

    A parceria público-privada foi divulgada pela Prefeitura Municipal de Ananindeua. O projeto deve ser iniciado em 2024 e concluído em até um ano; confira A cidade de Ananindeua, região metropolitana de Belém, se estrutura para a instalação de uma usina solar que abastecerá os prédios e os bens públicos da administração municipal. Segundo informações da Prefeitura Municipal, esse empreendimento ocorre a partir de um contrato de Parceria Público-Privada (PPP) e, na prática, converte luz solar em eletricidade usando células fotovoltaicas que serão instaladas em telhados ou terrenos. O sistema utiliza de suas placas solares para captar a luz e convertê-la em eletricidade. Para que isso ocorra, serão cerca de R$ 30 milhões de investimento privado no município, a partir de um contrato com prazo de 25 anos e que atenderá mais de 330 unidades públicas. O próximo passo é a assinatura deste documento, prevista para ser no início de janeiro de 2024. Concretizada, a empresa Energia Ananindeua, vencedora do processo licitatório, terá o prazo de um ano para concluir a construção e dar início à operação dos serviços. "Este projeto de usina solar representa um grande passo para o município de Ananindeua e é um exemplo claro de como o setor público pode também liderar a transição energética. A energia solar é uma fonte limpa e sustentável, e estamos comprometidos em reduzir nossa emissão de carbono e economizar recursos públicos”, afirma o prefeito do município, Dr. Daniel Santos. Para ele, a parceria público-privada permite realizar esse investimento significativo gerando economia para os cofres municipais, permitindo aporte em outras áreas essenciais, como saúde, educação, obras, entre outras. “Estamos olhando para o futuro, visando a economia, o meio ambiente e o bem-estar de nossos cidadãos. A assinatura deste contrato é um marco importante para Ananindeua", completa o prefeito. De acordo com o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC), órgão responsável pela estruturação do projeto, a implantação da usina irá impactar de forma positiva a produção energética municipal. A iniciativa ainda é vista como uma case de sucesso que pode ser replicada pelo IPGC. “O projeto vai proporcionar uma economia de R$ 26 milhões aos cofres do município , além de uma redução de 643 toneladas de carbono na atmosfera anualmente. Esses indicativos participam do nosso estudo de viabilidade, elaborado por engenheiros e outros especialistas do IPGC. Esse projeto é uma referência não só para a região norte do país, como para todo o Brasil, no tocante à exploração das potencialidades naturais dos municípios de forma sustentável e eficiente”, explica Caroline Braga, coordenadora de projetos do IPGC. Esse projeto ocorre no momento quando o Pará se prepara para a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), prevista para novembro de 2025. Belém, capital do estado, sediará o encontro que deve reunir líderes políticos, especialistas e entusiastas ambientais para debates e recortes sobre os diferentes temas que partem da ecologia. “A COP-30 afeta a agenda estratégica de eventos de todo o Pará e coloca a PPP de Ananindeua como um grande exemplo de prática sustentável por diferentes questões. Especialmente pela relevância de debatermos e implantarmos as opções de energia limpa frente a questões como créditos de carbono e até mesmo quanto a renovação das fontes energéticas mundiais”, endossa a coordenadora de projetos do IPGC. Fonte: TV Cariri Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage , mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa

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