Resultados da busca por "ciclus amazônia"
1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"
- Empresas inauguram terminal que vai movimentar 2 bilhões de litros de combustíveis por ano em Santarém
De acordo com as empresa, será o principal ponto de abastecimento do Oeste do Pará, Amazônia Ocidental
- Privatização da Sabesp; Equatorial é confirmada como investidora que ficará com fatia de 15%
A Equatorial foi confirmada como investidora estratégica na Sabesp, após cumprir as exigências previstas na oferta pública para comprar o bloco de 15% das ações da empresa de saneamento, informou em nota a secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logísitca de São Paulo. A secretaria também informou que o período de venda de 17% das ações para investidores pessoa física, fundos e assets atingiu a cobertura mínima necessária para que o processo de privatização continue. Segundo a secretaria, no processo de oferta no varejo foi a demanda atingiu o mínimo exigido para 'cobertura mínima', com base nas ordens recebidas dos investidores. Operadores de mercado afirmam que as reservas de ações superaram os R$ 120 bilhões. Mas esse número, segundo os próprios operadores, está inflado já que muitas assets fizeram ordens de compra mais altas porque haverá rateio das ações. Com um lance maior, o objetivo é obter o máximo possível de ações. “A Equatorial é uma empresa multi-utilities, com reputação no mercado e capacidade de investimento que certamente auxiliará para que consigamos atingir os objetivos da desestatização", escreveu a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística Natália Resende, afirmou ainda que a experiência de construção e operação no setor de saneamento do qualificado corpo técnico da Sabesp contribuirá com o alcance da universalização, de forma antecipada, de 2033 para 2029. A oferta vai agora para a fase de precificação, quando será apurado o preço e o volume finais da oferta, e o resultado deverá ser anunciado na próxima quinta-feira, dia 18, conforme consta no prospecto. A liquidação da oferta pública está prevista para o dia 22 de julho. DESESTATIZAÇÃO DA SABESP Conforme anunciado desde o início do processo, o objetivo da desestatização da Sabesp é ampliar os investimentos, antecipando a universalização do saneamento até 2029 nas áreas de atuação da Sabesp no estado de São Paulo, com a inclusão de quem hoje não é atendido, e reduzindo tarifas para todos, em especial aos mais vulneráveis. Com informações de Infomoney
- Biodegradável do plástico é desenvolvido com babaçu e rejeitos de minério em Belém
É com este objetivo que pesquisadores do Laboratório de Óleos da Amazônia (LOA), da Universidade Federal “Essa descoberta tem tudo a ver com a Amazônia, já que são produtos oriundos da floresta que estão sendo O Laboratório de Óleos da Amazônia - O LOA é especializado no estudo de insumos amazônicos e suas transformações
- Raízen e Vibra concluem obra da nova Base de Distribuição de Combustíveis no Pará
descarreguem combustível em Santarém, tornando esse o principal ponto de abastecimento do Oeste do Pará, Amazônia
- Por R$3,7 bilhões, consórcio assume estrada no Pará e já poderá cobrar pedágio em 2025
Ao todo serão 8 pontos de pedágio entre Marabá e Alça Viária, que agora passa a ser de responsabilidade do consórcio Rota Pará Leiloada para a iniciativa privada em 15 de março de 2023, a rodovia Paulo Fonteles ou PA-150, passou a ser de responsabilidade do Consórcio Rota Pará desde o dia 1º de julho. Esta é a primeira concessão estadual de rodovias no Pará, somando 526 quilômetros de vias privatizadas, incluindo o complexo Alça Viária. Devem ser investidos nos primeiros anos, em torno de R$650 milhões. Com mais de 330 km de extensão, e com acesso ao porto de Vila do Conde, em Barcarena, passando por Tailândia, a PA-150 é uma das mais importantes rodovias para escoamento da produção paraense e do Centro-Oeste do Brasil. A partir do 13º mês seguinte à assinatura do contrato de concessão, a empresa responsável poderá implementar a cobrança de pedágio, ou seja, a partir do próximo ano. O valor mínimo da tarifa será de R$ 10,10 para veículos da categoria 1, que inclui automóveis, caminhonetes e furgões. O valor a ser pago por veículos pesados ainda não foi informado. Motos não pagam As motos serão liberadas de pagar o pedágio, fato inédito no País. O consórcio prevê investimentos de aproximadamente R$ 650 milhões nos primeiros cinco anos de concessão. As melhorias incluem: duplicação de 66 quilômetros adição de mais de 250 quilômetros de novos acostamentos criação de 30 quilômetros de terceiras faixas em trechos de 11 municípios Em junho, o secretário de Estado de Infraestrutura e Transporte, Adler Silveira, e representantes do Consórcio Rota Pará, se reuniram com os prefeitos da região ao longo da PA-150, para quem explicaram que ao todo serão oito pontos de pedágio entre Marabá e a Alça Viária. Entre as praças de pedágio previstas que serão construídas com prioridade está uma entre Marabá e Jacundá, outra entre Jacundá e Goianésia e as demais no sentido à Alça Viária. Uma troca do asfalto só está prevista para 2026, embora as obrigações de manutenção já estejam vigentes de imediato. RELEMBRE A PRIVATIZAÇÃO As rodovias PA-150 e Alça Viária foram leiloadas em março deste ano, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), assinou, em 16 de agosto do ano passado, o contrato de concessão da PA-150 e da Alça Viária com a concessionária que ficará responsável pelas vias nos próximos 30 anos. Além disso, o contrato prevê a remuneração de outorgas variáveis ao estado ao longo de toda a concessão, em valor total de R$ 450 milhões. A expectativa é de geração de 3.000 empregos direitos e indiretos. Receberemos a outorga fixa mais as outorgas variáveis, já que o estado do Pará terá participação direta na arrecadação [da concessão] ao longo de todos esses anos”, disse o governador Helder Barbalho. O grupo, formado pelas empresas Encalso Construções, Conata Engenharia, Infracon e OCC, venceu o leilão, que não teve concorrentes, com uma oferta de R$ 10 milhões de outorga fixa – o preço mínimo definido pelo edital. A concessão terá duração de 30 anos e prevê investimentos de R$ 3,7 bilhões ao longo do período. Os trechos leiloados foram: PA-150; PA-475; PA-252; PA-151; PA-483 (acesso a área do Porto de Vila do Conde e à Alça Viária) – vias que somam mais de 520 km. Com informações de Agência Pará
- Pará regulamenta o comércio do café de açaí; veja os critérios
envolvidas nos estudos foram a Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia Produtos de Origem Vegetal (CEPOV) formada pela Adepará, Anvisa, Aeapa, Ceplac, Sfa/Pa, Emater/Pa,Embrapa/Amazônia
- Evento realizado em Belém pode gerar cerca de US$20 milhões em negócios em 2024
Essa foi a primeira vez que a Amazônia sediou o evento, realizado pelo Ministério da Cultura e pela Organização
- Conheça o gigantesco potencial econômico da ‘superfruta’ açaí
O açaí, juntamente com o cupuaçu e o cacau, são considerados as 'superfrutas' da Amazônia, já que, possuem como frisou o engenheiro agrônomo e Fruticultura da Sedap, Geraldo Tavares, se tornou uma das frutas amazônicas
- Entra em vigor lei que regula mercado de carbono no Brasil
A intenção do marco regulatório é incentivar a redução das emissões poluentes e amenizar as mudanças climáticas. A Lei 15.042/24 foi publicada na edição desta quinta-feira (12) do Diário Oficial da União (DOU) Foto: Getty Images O mercado de carbono permite que empresas e países compensem as emissões por meio da compra de créditos vinculados a iniciativas de preservação ambiental. A intenção do marco regulatório é incentivar a redução das emissões poluentes e amenizar as mudanças climáticas. A Lei 15.042/24 foi publicada na edição desta quinta-feira (12) do Diário Oficial da União (DOU). O SBCE divide o mercado de crédito de carbono brasileiro em dois setores: O regulado: envolve iniciativas do poder público O voluntário: se refere à iniciativa privada, mais flexível. Para o setor regulado Para o chamado setor regulado, o texto prevê a criação de um órgão gestor responsável por criar normas e aplicar sanções a infrações cometidas pelas entidades que se sujeitarão a ele. Será o caso das próprias iniciativas governamentais ou de organizações que emitam mais de 10 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e) por ano. O CO2 equivalente é uma medida usada para comparar as emissões de diferentes gases de efeito estufa, que leva em conta o potencial de aquecimento global de cada substância e representa o total em quantidade de gás carbônico que teria o mesmo potencial. A Petrobras, por exemplo, emitiu 46 milhões de toneladas de CO2e em 2023, segundo relatório da estatal. As organizações sujeitas à regulação deverão fornecer plano de monitoramento e relatórios das atividades ao órgão gestor . O setor do agronegócio, no entanto, não será atingido pelo projeto. Para o mercado voluntário Já o mercado voluntário é caracterizado por transações de créditos de carbono ou de ativos integrantes do SBCE , voluntariamente estabelecidos entre as partes, para fins de compensação voluntária de emissões de gases de efeito estufa (GEE), e que não geram ajustes correspondentes na contabilidade nacional de emissões. Com o Protocolo de Kyoto, de 1997, a redução das emissões de gases do efeito estufa passou a ter valor econômico. Esse entendimento ganhou força com o Acordo de Paris, em 2015. Por isso, o crédito é como um certificado que países, empresas ou pessoas compram para mitigarem a emissão dos gases. Os mercados de crédito de carbono permitem que empresas, organizações e indivíduos compensem as emissões de gases de efeito estufa a partir da aquisição de créditos gerados por projetos de redução de emissões e/ou de captura de carbono. A ideia é transferir o custo social das emissões para os agentes emissores, o que ajuda a conter o aquecimento global e as mudanças climáticas. Na Câmara, o projeto que originou a lei (PL 182/24) foi aprovado em novembro deste ano. Fonte: Novo Jornal
- Empresa paraense de óleos naturais participa de evento global em Paris
realização de parcerias durante o evento internacional, o empresário afirma que a procura por produtos amazônicos É uma honra estar representando as empresas da Amazônia neste evento onde a procura por produtos Amazônicos "Aqui nós temos visto empresas que representam produtos amazônicos, mas não são brasileiras. grande poder ser um 'filho da terra' aqui, se não a única, somos uma das únicas empresas nativas da Amazônia Para chegarmos aqui tiveram vários processos, entre eles vários projetos de aceleração como o Inova Amazônia
- Com investimento de R$ 2 milhões, Belém inaugura Unidade de Referência de Vigilância das Doenças Tropicais
Malária, doença de Chagas, esquistossomose, leptospirose são algumas das enfermidades que serão alvo direto das atividades dessa unidade Belém deu um passo significativo no enfrentamento das doenças tropicais endêmicas com a inauguração da Unidade de Referência em Vigilância e Controle de Endemias Tropicais (Urvet), ligada à Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). Este novo centro representa não apenas um marco, mas uma promessa de melhores condições de saúde para a população local. A Urvet concentrará seus esforços na prevenção e pesquisa de doenças causadas por agentes parasitários prevalentes na região. Malária, doença de Chagas, esquistossomose, leptospirose são algumas das enfermidades que serão alvo direto das atividades dessa unidade. Além disso, ela também oferecerá suporte essencial para o tratamento de condições como tuberculose e hanseníase. Diferencial Um dos diferenciais da Urvet são os laboratórios especializados. O laboratório central se destacará na pesquisa e diagnóstico de malária e Chagas , servindo de referência não só para profissionais da saúde pública, mas também privada, capacitando-os para lidar eficazmente com essas enfermidades em Belém. Este espaço será fundamental não apenas para análises precisas, mas também para a constante reciclagem dos servidores, garantindo um padrão elevado nos cuidados oferecidos. Outro espaço importante é o laboratório dedicado à esquistossomose , onde serão realizadas análises precisas para a detecção precoce e tratamento eficiente desta doença. Adicionalmente, a Urvet será responsável pelos testes de confiabilidade das análises de malária e Chagas, assegurando a qualidade dos resultados e, consequentemente, dos tratamentos disponibilizados à população. Para os programas de tuberculose e hanseníase, a Urvet otimizará os diagnósticos e o controle dos tratamentos, ampliando a oferta de exames laboratoriais preconizados pelo Ministério da Saúde, como o Teste Rápido Molecular (TRM), essencial para detectar precocemente a tuberculose. Funcionará também como laboratório central para esses diagnósticos, recebendo amostras coletadas nas unidades básicas de saúde. Equipada com consultórios e laboratórios de última geração, a Urvet não apenas fortalece a capacidade de resposta às endemias tropicais em Belém, mas também se posiciona como um centro de excelência em pesquisa e prevenção. Este avanço é essencial para promover a saúde pública e o bem-estar dos cidadãos da região, mostrando o compromisso da cidade com a melhoria contínua das condições de saúde da população. Obra O prédio tem 486 metros quadrados de área construída com dois pavimentos, com laboratórios, consultórios e área administrativa, sistema elétrico e instalações mecânicas modernos e sistema de ar-condicionado com uma tecnologia avançada que ajuda na economia de energia e renova o ar do ambiente. Orçada em mais de R$ 2 milhões, a Urvet é uma obra da Prefeitura de local, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além de atender aos moradores do bairro da Cremação, a Urvet vai servir também a toda a população da cidade, funcionando como um laboratório central de Belém. Fonte: LabNetwork
- Pará recebe R$ 62 milhões para investimentos em infraestrutura e turismo
Ao todo, nove municípios receberão os recursos para realizar obras de melhoria e fomento ao turismo Os governos federal e do Pará firmaram na noite desta terça-feira (16) diversos acordos, que somam quase R$ 62 milhões, com diversas prefeituras paraenses, visando à realização de obras voltadas ao fomento da atividade turística. A vice-governadora Hana Ghassan e o ministro do Turismo, Celso Sabino, participaram das assinaturas dos contratos de obras de infraestrutura turística nos municípios de Abel Figueiredo, Belém, Igarapé-Miri, Porto de Moz, Curuçá, Medicilândia, Sapucaia, Tucumã e Cametá. "A gente fica muito feliz porque são R$ 62 milhões em recursos que estão vindo para o governo do Estado, os municípios, para que a gente possa melhorar a infraestrutura das cidades, e assim alavancar o turismo no nosso Pará. Essa é uma atividade muito importante porque gera emprego, gera renda para a nossa população, ao mesmo tempo em que mostramos todas as belezas do Estado para todo o Brasil e o exterior. Importante reforçar que a geração de emprego e renda começa ainda nessas obras de infra, que levam a um número elevado de contratações e ajudam no desenvolvimento econômico do Estado", ressaltou a vice-governadora. Os investimentos abrangem diversos municípios paraenses, promovendo melhorias significativas na infraestrutura turística. Em Tucumã, por exemplo, os recursos serão destinados para a reforma e ampliação do Terminal Rodoviário e do Centro de Comercialização de Produtos Associados ao Turismo, além da construção de Portais para sinalização turística. Outros municípios contemplados incluem Igarapé-Miri, que receberá investimentos para a construção de um Centro de Cultura; Medicilândia, com recursos para a construção de um Terminal Rodoviário e um pórtico; Cametá, com verba para pavimentação de acesso e urbanização da Orla da praia de Cametá-Tapera. Sapucaia e Porto de Moz também estão entre os beneficiados, com melhorias previstas para o Parque Ecológico de Sapucaia e a construção da Orla do Rio Xingé, respectivamente. Abel Figueiredo receberá investimentos para a urbanização da Orla da Lagoa Abel Figueiredo, enquanto Curuçá terá recursos destinados à infraestrutura na Orla do Rio Curuçá. O Ministro do Turismo também assinou empenhos de propostas que somam R$ 23,3 milhões, incluindo investimentos em Maracanã para construção de Centro de Eventos Cultural, urbanização da Orla, terminais fluviais e pórtico, além da revitalização da Orla da Vila de Fortalezinha. Bragança também receberá investimentos para a construção do Centro de Comercialização de Produtos Associados ao Turismo e implantação e reforma de sinalização turística. "Hoje comemoramos o repasse de recursos da União, parte deles via bancada federal do Pará, para obras em diversas regiões, de terminal rodoviário, rampas de acesso às praias, cais nos portos, que vão com certeza impulsionar o turismo", disse o ministro. Com informações da Ag. Pará e Brasilturis Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa












