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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Startups paraenses podem acelerar negócios por meio de fundação catarinense

    Com mais de oito mil empresas atendidas, a fundação foi selecionada no Pará para a terceira edição do Tecnova para oferecer suporte técnico em tecnologia A CERTI é uma das credenciadas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (FAPESPA), para a terceira edição do Tecnova, da FINEP - empresa pública brasileira de fomento à inovação. A CERTI será uma das aceleradoras de startups do programa . Escolhida por meio de edital público, contribuirá com as empresas selecionadas pela iniciativa para um processo técnico e qualificado de aceleração. "Por termos uma competência multidisciplinar com vários centros de referência, além de entrarmos na parte de negócios e gestão, pretendemos focar em uma aceleração mais técnica e tecnológica, conectada com a demanda do mercado. Queremos ajudá-los a evoluir a solução que ofertam e colocá-los no mercado de forma qualificada", ressalta Thiago Furlani, coordenador de projetos da CERTI - que já teve em seus programas de empreendedorismo mais de oito mil startups, demonstrando sua relevância e qualidade no apoio a empresas de base tecnológica. Além do Pará, a CERTI irá atuar como aceleradora das empresas selecionadas pelo programa em outros quatro estados do país: São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Piauí. "Em todos os locais que integraremos o programa, traçaremos percursos individuais para as empresas, oferecendo mentorias técnicas e conexão para as startups com objetivo de ajudar nos desafios de evolução e estabelecer as conexões de negócios no mercado. A aceleração é um passo bem importante no desenvolvimento de uma startup e esse olhar criterioso em relação a tecnologia e a experiência da CERTI com aceleração, assim como o contato com o mercado, são os diferenciais que oferecemos para as empresas", complementa Furlani. Dentro da iniciativa, a CERTI pretende apoiar as startups locais selecionadas pelo Tecnova, oferecendo um diagnóstico completo para entendimento do momento da empresa e do mercado, para assim criar um cronograma de ações e acompanhamento para evoluir a solução rumo ao crescimento de mercado. Além de aproximar a sua equipe de técnicos de diversas áreas para elencar as principais dificuldades que serão enfrentadas, oferecerá a conexão com sua rede de investidores, fundos de investimento, parceiros e empresas referência. "Usando o expertise que adquirimos e nossas metodologias, pretendemos construir junto das empresas um mapa do percurso para a valoração deste processo, conectando com outras empresas e possíveis clientes para validar essa expansão de mercado e ofertar a melhor solução para o negócio", conclui. No processo de aceleração de startups da terceira etapa do Tecnova, que deve durar entre 12 e 18 meses, cada empresa trabalhará com uma das aceleradoras credenciadas no edital. Sobre o Tecnova O Tecnova é um Programa Nacional de apoio à Inovação Tecnológica promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Com o objetivo de criar condições financeiras favoráveis e estimular a inovação, ele é direcionado para empresas de micro e pequeno porte e parceiros estaduais selecionados por meio de edital público pela Fundação de Apoio (FAP) - responsável pela execução gerencial, técnica e financeira do projeto em cada estado. Sobre a FINEP A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) é uma empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a FINEP atua em toda a cadeia da inovação, com foco em ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

  • Confira os 10 principais eventos de negócios no mês de junho em Belém

    Saiba mais aqui . 3 e 4/06 - BID e a Educação na Amazônia Belém vai sediar, nesta segunda (3) e terça-feira destacada a necessidade de mais investimentos em educação para melhorar os resultados de aprendizado na Amazônia O evento ocorre de 7 a 9 de junho no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia Saiba mais aqui . 9/06 - Amazônia Criativa: Moda Circular e Autoral Um evento para fortalecer o mercado da Moda autoral Diretor de Promoção do Desenvolvimento Sustentável da SUDAM (Superintedência do Desenvolvimento da Amazônia

  • Projeto de lei propõe criação de Zona Franca da Bioeconomia em Belém

    Empreendimentos ligados à bioeconomia podem contar com incentivos fiscais para se instalar no Pará O fomento as políticas de desenvolvimento com uso sustentável dos recursos naturais aliado à geração de renda e conservação dos ecossistemas está em voga no Pará. No ano passado, o estado foi pioneiro ao lançar o Plano Estadual do Bioeconomia (PlanBio Pará) e agora uma nova proposta surge para incentivar esse segmento, com a ideia de criação de uma Zona Franca da Bioeconomia. A sugestão consta no Projeto de Lei nº 4958/2023, de autoria da deputada federal Elcione Barbalho (MDB-PA). A área seria instalada na Região Metropolitana de Belém e contaria com um regime fiscal diferenciado, permitindo a livre importação e exportação de produtos e insumos da cadeia da bioeconomia. O projeto prevê, por exemplo, que os produtos nacionais ou nacionalizados que entrarem na Zona Franca da Bioeconomia seriam isentos do pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Já os insumos estrangeiros que sejam destinados à instalação, operação de atividades, estocagem ou atividades integrantes da cadeia produtiva seriam isentos tanto do IPI quanto do imposto de importação. A proposta estabelece ainda benefícios como a suspensão de cobrança do PIS/PASEP e COFINS para matérias-primas, produtos intermediários, materiais de embalagem, máquinas, equipamentos e outros recursos necessários para a produção. Além disso, o texto diz que as isenções e benefícios seriam válidos por 5 anos contados a partir da implantação do empreendimento. O PL nº4958/2023 ainda deve ser distribuído para a análise das comissões competentes da área na Câmara dos Deputados, além de passar pela Comissão de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça que devem dar o parecer sobre o tema antes da votação em plenário. Caso seja aprovado, o projeto precisa tramitar ainda no Senado Federal e obter a sanção presidencial. Fonte: Pará Terra Boa VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Comunidade Belém Negócios lança cartão exclusivo para membros Empresas apoiam lançamento de mentoria para empresários e executivos paraenses Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses

  • Belém tem a quarta maior rentabilidade de alugueis do país

    Entre as capitais, Manaus tem o maior retorno, com 8,06%. São Luís, Recife, Campo Grande, Cuiabá e Natal ajudam a completar o top 10 do ranking O retorno médio do aluguel de imóveis no Brasil é de 5,96% ao ano, segundo o Índice FipeZAP de locação residencial, divulgado pelo DataZAP. A rentabilidade dos aluguéis, porém, pode variar conforme a região em que o imóvel está localizado. Para se ter uma ideia, a cidade mais rentável para os proprietários traz um retorno de quase 9%, enquanto a menos rentável devolve pouco mais de 4%. Esse valor é calculado pela divisão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis, conforme explicado nesta matéria do Estadão Imóveis . Assim, o rental yield – como é chamada essa porcentagem – é uma medida de rentabilidade observada pelo investidor para calcular o quão rentável é o investimento realizado na compra de um imóvel para locação A cidade mais rentável para os proprietários comprarem um imóvel e disponibilizá-lo para locação é Santos , localizada no estado de São Paulo . De acordo com o levantamento, o município litorâneo é a quinta cidade com o aluguel mais caro do País e possui rental yield médio de 8,72% . Além disso, o preço do metro quadrado para aluguéis é R$ 50,76, ou seja, a locação de um apartamento de 80 m² custaria cerca de R$ 4 mil. Outros municípios também se destacam. Entre as capitais, por exemplo, Manaus tem o maior retorno, com 8,06%; em seguida, Belém (7,81%), São Luís (7,68%), Recife (7,61%), Campo Grande (7,55%), Cuiabá (R$ 7,35%) e Natal (7,33%) ajudam a completar o top 10 do ranking. O estudo também revelou que Barueri (SP) é a cidade com o aluguel mais caro do Brasil, mas aparece apenas na 11ª posição no ranking de rentabilidade . Já São Paulo, a capital mais cara do País, ocupa a 22 ª posição nesta lista. Confira as 10 cidades com maiores retornos em aluguéis de imóveis: Cidade Porcentagem (%) Santos (SP) 8,72% Manaus (AM) 8,06% Praia Grande (SP) 7,84% Belém (PA) 7,81% São Luís (MA) 7,68% Recife (PE) 7,61% Campo Grande (MS) 7,55% Campinas (SP) 7,34% Natal (RN) 7,33% Belém Segundo o índice FipeZAP, o preço médio dos imóveis em Belém no mês de julho foi de R$ R$ 7.125 / m² , com uma alta acumulada nos últimos 12 meses de  7,06% . Dentre os bairros pesquisados, o mais valorizado é o bairro do Umarizal , com uma média no valor de R$ 9.573 /m², seguido pelo bairro do Marco (R$ 7.666 /m²), Nazaré (R$ 7.601 /m²) e  São Brás (R$ 7.574 /m²). O bairro da Campina ficou com o valor de venda mais baixo com R$ 4.993 /m². Mercado em alta Nos comparativos das variações do preço de venda residencial entre capitais para diferentes recortes temporais, foi percebida a alta real no mercado imobiliário paraense . Na variação do último mês (julho) , Belém ficou com uma alta de 0,67% . Já no comparativo acumulado do ano de 2024 , Belém fechou um saldo positivo de 5,75% , ficando acima da média do Índice  que foi de 4,34%. E na variação acumulada dos  últimos 12 meses , a capital paraense concluiu com um saldo positivo de 7,06% , também acima da média calculada pelo índice (6,53%). Fonte: einvestidor

  • Grupo que produz cervejas nacionais inaugura Centro de Distribuição na região metropolitana de Belém

    A chegada da empresa no Pará faz parte de uma estratégia de expansão a nível nacional e deve aumentar em cerca de 35% o volume de vendas em 2024 na região Norte O Grupo Petrópolis , que produz cervejas de marcas como  Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess e Petra , vai inaugurar em 23 de março um novo Centro de Distribuição no município de Marituba-PA , região metropolitana de Belém. A unidade chega para ampliar as operações na região Norte e visa atender a demanda da região metropolitana de Belém.    De acordo com a empresa, a previsão é aumentar em 35% o volume de vendas em 2024 no Norte do Brasil, que é atendida pela fábrica de Rondonópolis-MT. Além disso, o Grupo Petrópolis planeja abrir mais duas unidades na região nos próximos 12 meses .    A inauguração faz parte da estratégia da empresa de estar presente em todo o território nacional. A ideia é expandir a distribuição e estabelecer conexão das marcas do Grupo Petrópolis em uma área de relevância significativa para o mercado de bebidas.    "No Pará temos um povo acolhedor, trabalhador e alegre. Nossos produtos já estão indiretamente na região, por isso, o momento agora é de firmar os dois pés por lá, e potencializar ainda mais o consumo das nossas bebidas", comenta o diretor regional comercial do Grupo Petrópolis. Alberto de Souza.    SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS  – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Crystal, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Lokal e Weltenburger; as vodkas Blue Spirit Ice e Nordka; a Cabaré Ice; os energéticos TNT Energy Drink e Magneto; o isotônico TNT Sports Drink; a água mineral Petra; a tônica Petra; e o refrigerante It!. Por meio de projetos ambientais, promove o plantio e a manutenção de milhares de árvores, além de ações de sustentabilidade e projetos de educação ambiental para escolas públicas. Assessoria Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios   Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp   Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios

  • É HOJE: almoço empresarial da Comunidade Belém Negócios

    O evento é exclusivo para membros associados da Comunidade e ocorre no The Wine Experience a partir das 12h30 A Comunidade Belém Negócios  é um grupo empresarial que se reúne mensalmente para fechar parcerias e realizar networking de alto nível, além de promover iniciativas que incentivam o desenvolvimento e a sustentabilidade dentro das empresas como as Oficinas de Negócios - Jornadas Sustentáveis  e a Exposição Negócios Inovadores . Um dos encontros mensais que a Comunidade realiza é o almoço empresarial. Os almoços da Comunidade Belém Negócios  são exclusivos para membros associados e possibilitam o fechamento prático de parcerias e a construção de uma rede de contatos qualificada que abre portas para a expansão das empresas em meio ao mercado paraense. O evento desta quarta deve reunir empresários, executivos, gestores e investidores. A iniciativa tem o objetivo de fomentar o empreendedorismo na região, gerando networking de alto nível. A Comunidade, que conta com mais de 230 membros, também possui acesso exclusivo a lançamentos da Plataforma Belém Negócios, bem como acesso a notícias premium dentro do site de notícias.   Cerca de 60 pessoas são aguardadas no almoço do mês de fevereiro que ocorre nesta quarta-feira, dia 20, a partir das 12h30, no The Wine Experience . Para saber como participar basta  clicar aqui . Comunidade Belém Negócios Data: quarta-feira, 20 de março Local: The Wine Experience - Mais Barato Alcindo Cacela Hora: A partir das 12h30 Como participar: Saiba mais clicando aqui Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios   Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp   Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios

  • Fort Litoranium: Salinas ganha novo prédio de luxo à beira-mar; saiba mais

    O empreendimento ficará localizado a apenas 200m da praia do Atalaia, em Salinópolis, litoral paraense Salinópolis , conhecida por suas praias deslumbrantes, dará as boas-vindas ao primeiro prédio de luxo à beira-mar na região, o Fort Litoranium . No estilo “sky view” e localizado a apenas 200 metros da Praia do Atalaia, este empreendimento oferecerá vista privilegiada da Praia do Atalaia. O empreendimento é um lançamento da Estrutura Engenharia , desenvolvido para acrescentar ainda mais no mercado imobiliário da cidade. O projeto promete elevar o padrão de vida à beira-mar em Salinópolis, atraindo investimentos e turistas para a cidade e colocando Salinas na vitrine imobiliária mais cobiçada da Costa Norte Brasileira . “Este é um passo importante para o futuro imobiliário de Salinópolis, o Município com o maior índice de valorização imobiliária da Região Norte”, destaca James Pyles, CEO da Estrutura Engenharia. O Fort Litoranium, terá uma das mais belas, modernas e bem equipadas academias de Salinas, com equipamentos ultra modernos e quase 200m² de espaço training, pensada para trazer a melhor experiência de exclusividade, bem estar e saúde a seus moradores. A Academia “LIFE VIEW”, localizada no 5° pavimento da torre, também terá Espaço Cross, e a melhor vista para o Mar de Salinas. E é apenas um, dos mais de 2.500m² de espaços sociais e de lazer deste Empreendimento. O Empreendimento foi recém aprovado por todos os órgãos competentes e já possui todas as licenças ambientais e Alvará de Construção Aprovados, e o lançamento oficial será no dia 22 de novembro , no espaço gasômetro da Estação das Docas , em um evento exclusivo promovido pela Estrutura Engenharia. VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Conheça a Oficina de Negócios, imersão para quem deseja ter o seu próprio negócio Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses Belém será sede da primeira edição da Exposição Negócios Inovadores

  • Empresa sul-coreana deve investir R$ 750 milhões para instalar fábrica no Norte

    A nova fábrica do grupo sul-coreano especializado em tecnologia e energia sustentável deve gerar 3 mil empregos diretos e indiretos na região A DS Multimedia Kiota , grupo sul-coreano especializado em tecnologia e energia sustentável, vai investir mais de R$ 750 milhões para implantar uma fábrica nova no Polo Industrial de Manaus (PIM) . O anúncio foi feito à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (18/3). O investimento, equivalente a 150 milhões de dólares na cotação atual, marca a primeira incursão da DS Multimedia Kiota na Zona Franca de Manaus, expandindo suas operações que já contemplam fábricas próprias na Coreia do Sul, Singapura e Malásia, além de joint ventures no Cazaquistão, Brunei e Angola. A empresa confirmou, ainda, que a nova unidade fabril deve gerar 3 mil empregos diretos e indiretos na região. Segundo Ulisses Albuquerque, consultor da DS Multimedia Kiota, as instalações da fábrica estão previstas para maio, com o objetivo de fortalecer a cadeia de suprimentos, produção de eletroeletrônicos e inovação tecnológica em Manaus. A produção será direcionada ao mercado de exportação, com foco nas Américas do Norte e Sul. O secretário Serafim Corrêa elogiou a iniciativa do grupo sul-coreano, destacando o ambiente de negócios favorável da Zona Franca de Manaus e os incentivos fiscais que têm atraído investidores de diversas partes do mundo. Corrêa afirmou que o Governo do Amazonas está aberto para receber novos negócios na região, criando oportunidades, empregos e investimentos em pesquisa. Além da produção para exportação, a DS Multimedia Kiota planeja criar um Centro de Inovação Tecnológica em Manau s, focado no desenvolvimento de novos produtos e projetos oriundos da transferência internacional de tecnologia própria. Os investimentos estão programados para serem aplicados ainda em 2024. Real Time 1 Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios   Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp   Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios

  • Novo Fundo Clima terá R$ 10,4 bilhões para projetos que promovam o desenvolvimento sustentável

    A iniciativa disponibiliza recursos em duas modalidades: a reembolsável, gerida pelo BNDES, e a não-reembolsável, operada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima Empreendimentos voltados ao desenvolvimento sustentável do Brasil, com foco no combate à crise climática, terão à disposição R$ 10,4 bilhões para financiamento a partir do Novo Fundo Clima. Os recursos foram aprovados pelo Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) durante reunião realizada na última quarta-feira. Criado pela Lei nº 12.114, de dezembro de 2009, o Fundo Clima foi retomado e reformulado em 2023 após quatro anos de virtual paralisação. A iniciativa disponibiliza recursos em duas modalidades: a reembolsável, gerida pelo BNDES, e a não-reembolsável, operada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). A primeira reunião do Comitê Gestor em 2024 aprovou o plano anual de aplicação de recursos para o uso reembolsável de R$ 10,4 bilhões. Parte dos recursos foi captada no ano passado pela emissão dos primeiros títulos soberanos sustentáveis, ou títulos da dívida externa com critérios sustentáveis. O lançamento dos títulos foi realizado em setembro, na Bolsa de Valores de Nova York, pela ministra Marina Silva e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Este é o maior volume de recursos já aplicados pelo Fundo Clima. Estamos aumentando em mais de duas dezenas de vezes o volume até hoje aplicado, anualmente, pelo governo federal na área de enfrentamento da emergência climática”, ressaltou o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco. O aporte fortalece o fundo, transformando-o em um dos principais instrumentos para o financiamento da transformação ecológica brasileira. As taxas para o financiamento de iniciativas variam de 1% ao ano (florestas nativas e recursos hídricos) a 8% (geração de energia solar e eólica), conforme definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mais a taxa do agente financeiro e o spread de risco do projeto. Os recursos financiarão projetos do setor público, de empresas privadas e do terceiro setor em seis áreas prioritárias: Desenvolvimento Urbano Resiliente e Sustentável; Indústria Verde; Logística de Transporte, Transporte Coletivo e Mobilidade Verde; Transição Energética (geração solar e eólica, e biomassa, eficiência energética, entre outros); Florestas Nativas e Recursos Hídricos; e Serviços e Inovação Verdes. “Os projetos que forem aprovados para receber financiamento pelo fundo terão indicadores ambientais de qualidade. Apresentarão dados sobre o quanto evitaram em emissões de gás carbônico, o quanto geraram em ganho de capacidade energética, por exemplo, e o quanto recuperaram em reflorestamento”, afirmou o diretor de Planejamento e Estruturação do BNDES, Nelson Barbosa. Comitê Gestor A reunião de quarta-feira aprovou também a prestação de contas das operações realizadas em 2023. Os recursos foram disponibilizados em outubro, após a retomada do Comitê Gestor. Foram 27 operações contratadas em 2023, com recursos de R$ 733 milhões, a maior contratação do fundo. Os projetos tiveram também mais R$ 1 bilhão de outras fontes do BNDES, com aprovação total de R$ 1,7 bilhão. As operações em 2023 evitaram a emissão de 4,3 milhões toneladas de gás carbônico, equivalente às emissões dos carros na região metropolitana de São Paulo durante 10 meses. Sua implementação gerou ​​1.867 empregos. O encontro do Comitê Gestor, afirmou a secretária nacional de Mudança do Clima, Ana Toni, deixou claro o alinhamento da meta climática brasileira com o desenvolvimento do novo Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), com oito planos setoriais de mitigação e 15 de adaptação. O governo federal corrigiu a meta climática brasileira no ano passado, reassumindo o compromisso firmado no Acordo de Paris, de 2015, após a gestão anterior ter reduzido a ambição do país. “O Fundo Clima representa os meios de implementação dos planos que virão. Com isso, teremos coerência na política climática brasileira, que é ambiciosa em suas metas, com planos robustos e detalhados por setores”, afirmou a secretária. “O fundo provê meios de implementação para que Estados, municípios e setor privado consigam, em parceria com o governo federal, implementar os planos”. O Comitê Gestor do Fundo Clima teve sua composição alterada pelo Decreto nº 11.549, assinado pelo presidente Lula em 5 de junho, passando de 12 integrantes para 28. A sociedade e o setor privado têm 10 representantes, e a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e Associação Nacional de Municípios de Meio Ambiente (ANMMA) têm cada uma um assento. O governo federal é representado por dois integrantes do MMA — o presidente do conselho, João Paulo Capobianco, e o diretor de Políticas de Mitigação, Adaptação e Instrumentos de Implementação da Secretaria Nacional de Mudança do Clima, Aloisio Lopes —, e 14 de outros órgãos federais. “Saímos da reunião com o compromisso renovado de avançar numa transição justa e o desafio de ampliar o acesso ao fundo nas regiões Norte e Nordeste”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello. Portal In Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios   Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp   Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios

  • Conheça 5 empresas que são destaques da nova indústria paraense

    de beleza e produtos para skin care, em sua maioria fabricados a partir de ingredientes naturais da Amazônia Em resumo: queremos ser o laboratório da Amazônia quando se trata de cosméticos naturais”. A nova linha explorará o poder e a riqueza natural da Amazônia através do desenvolvimento de novos produtos A matéria prima da empresa vem, em partes, do pequeno produtor rural da Amazônia. Para o futuro, a empresa pretende expandir os horizontes, investindo cada vez mais na Amazônia.

  • AGOSTO: Confira os 5 principais eventos de negócios em Belém

    chocolate ao direito, veja lista com os eventos relevantes do mês de agosto Com a proximidade da Cúpula da Amazônia Será o melhor da produção de chocolates, cacau, flores e plantas genuinamente amazônicas.

  • Pará passará a produzir etanol de milho em 2024; saiba mais

    Parceria estratégica entre Pagrisa e Lucas E3 promete fomentar a indústria do etanol no Norte do Brasil O estado do Pará está se posicionando como um novo polo na produção de etanol de milho. A partir de uma iniciativa conjunta da empresa local Pagrisa e da Norte Americana Lucas E3, a cidade de Ulianópolis, no Pará, será o lar de uma inovadora planta produtora de etanol baseado em grãos. Com visão estratégica, o projeto da planta Flex tem previsão de dar início à sua primeira etapa de produção em 2024. As duas empresas uniram forças em um planejamento plurianual ambicioso. Esse casamento entre experiência e inovação promete consolidar a presença do etanol de milho no mercado nacional. Marcos Zancaner, diretor executivo da Pagrisa, está empenhado em transformar a Pagrisa em uma referência no fornecimento de produtos de baixo carbono para a região Norte. Por sua vez, o diretor presidente da Lucas E3, Scott Lucas, expressa seu entusiasmo pelo progresso conjunto entre as equipes norte-americana e brasileira, antevendo o sucesso deste novo projeto. Vantagens e desvantagens Em comparação a cana-de-açúcar, uma tonelada de milho pode produzir entre 370 a 460 litros de etanol, enquanto a mesma quantidade de cana-de-açúcar pode produzir entre 70 a 85 litros do mesmo álcool. Além disso, o milho pode ficar armazenado por 2 a 3 anos, enquanto a cana deve ser processada logo após a colheita. Uma usina de milho também não precisa fechar durante certos períodos do ano ou por conta de mudanças climáticas. O processo industrial do milho também pode ser totalmente automatizado, além de ser mais fácil do que a da cana-de-açúcar e não necessitar de muita mão de obra qualificada. Em contrapartida, a produção de etanol a partir do milho não parece tão atrativa da perspectiva do rendimento da área de cultivo, já que, ao mesmo tempo que ele produz mais etanol, ele exige que mais hectares tenham sido cultivados. Outro aspecto contrário a produção do etanol de milho é a maior volatilidade dos preços, uma vez que, o milho é um produto produzido em larga escala, em sua forma original e com pouco processamento. A produção de etanol a partir do milho não gera biomassa, o que faz com que, para produzir o etanol, seja necessária uma fonte de energia complementar. Por exemplo, na produção de etanol a partir da cana, é a biomassa gerada por ela que é usada em seu próprio processamento. Sobre a Lucas E3 Com sua sede no Kansas, Estados Unidos, a Lucas E3 já marca forte presença no Brasil, possuindo um escritório de engenharia de detalhamento em Curitiba. Este escritório é responsável por proporcionar à América do Sul soluções integradas e avançadas, sempre em sintonia com as mais recentes tecnologias americanas. E, agora, com este novo projeto em parceria com a Pagrisa, pretende aprimorar a produção de do etanol de milho no Pará. Com informações de Pagrisa. VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Conheça a Oficina de Negócios, imersão para quem deseja ter o seu próprio negócio Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses Belém será sede da primeira edição da Exposição Negócios Inovadores

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