Resultados da busca por "ciclus amazônia"
1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"
- Coalizão Verde, grupo anuncia R$4 bilhões em crédito para negócios
Com participação de 19 bancos, para fomentar o desenvolvimento da Amazônia e estimular MEIs, micros e pequenas empresas A movimentação para fomentar o desenvolvimento sustentável da Amazônia tem sido intensa bilhões em crédito para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas da região amazônica O Programa de Crédito Pró-Amazônica foi anunciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES US$ 150 milhões do BNDES, agentes financeiros credenciados vão implementar o Programa de Crédito Pró-Amazônia
- Por que o Estado do Pará é o grande mercado do momento para abertura de novas franquias
referência em marketing digital em soluções de treinamentos voltado para a área de pequenos negócios na Amazônia
- Modernização do aeroporto internacional de Belém: investimento será de R$ 450 milhões
crescimento do novo Aeroporto Internacional de Belém foi apresentada por representantes da empresa Norte da Amazônia
- Pará arrecada R$ 58 bi no 1° semestre em exportação; Veja as 10 cidades que mais se destacaram
Além disso, também no segundo semestre começa o ciclo de corte da madeira, um produto tradicional.
- Pará ganhará dois novos distritos industriais
O Governo do Estado autorizou o começo das obras do distrito em Castanhal e Breves , além da Zona de Processamento de Exportações de Barcarena Distribuídos por quatro municípios do Pará, os Distritos Industriais estão localizados em Belém, Ananindeua, Barcarena e Marabá. Somam 218 empresas em atividade, que geram em média 17 mil empregos diretos e mais de 52 mil indiretos. O Distrito Industrial de Castanhal será o primeiro no formato de condomínio e deve iniciar as obras no primeiro semestre de 2024. Para o DI de Breves, a previsão é iniciar as fases de contratação dos projetos executivos de engenharia, arquitetura e contratação de empresa para buscar o licenciamento ambiental. A ZPE de Barcarena consiste em uma área de livre comércio, na qual as indústrias destinam boa parte de sua produção para o mercado externo, obtendo vantagens administrativas, liberação cambial e isenção de tributos. A ZPE no Distrito de Barcarena tem programação de contratação do projeto de alfandegamento e atualização de licenças ambientais, e previsão de início das obras em 2024. Além dos novos empreendimentos, também foi autorizada a revitalização dos outros quatro Distritos Industriais localizados em Belém, Ananindeua, Marabá e Barcarena. Entre os serviços de revitalização previstos estão terraplanagem, pavimentação asfáltica, drenagem e sinalização horizontal e vertical, além de tapa-buracos, roçagem, limpeza, remoção de entulhos e pintura de meio-fio. O projeto será licitado nos próximos meses, para execução no primeiro semestre de 2024. O diretor de Estratégia e Relações Institucionais da Codec, Pádua Rodrigues, ressalta que a revitalização dos DIs é uma ação que “gera melhorias estruturais para manter o funcionamento adequado da urbanização, áreas de circulação e de convivência dos Distritos Industriais administrados pelo Estado, sem perder de vista que essa responsabilidade deve ser compartilhada com os municípios onde se encontram instalados”. VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Comunidade Belém Negócios lança cartão exclusivo para membros Empresas apoiam lançamento de mentoria para empresários e executivos paraenses Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses
- Pará se prepara para operar uma das maiores usinas termelétricas do país; investimento de R$ 4 bi
Novo Tempo Barcarena, com 604,5 megawatts (MW) de potência prevista, terá uma unidade a gás natural em ciclo
- 15 anos após tragédia, Hydro é condenada a pagar R$100 milhões por desastre ambiental em Barcarena
A sentença apontou lançamento de resíduos sólidos altamente cáusticos e contendo metais pesados, sem o tratamento adequado em área de preservação A decisão é do juiz federal titular da 9ª Vara, José Airton de Aguiar Portela, que condenou a Hydro Alunorte à pena de prestação de serviços à comunidade, por ter contaminado e poluído uma área no município de Barcarena, em 2009, após o transbordamento de rejeitos sólidos de suas instalações. O valor que a multinacional deverá desembolsar é de R$100 milhões. LEIA MAIS: Justiça condena Hydro em R$ 50 milhões, MP do Pará quer anulação de sentença e Holanda decide a favor de afetados por contaminação Na sentença de 92 páginas, assinada nesta quarta-feira (10), a 9ª Vara aplicou pena restritiva de direitos da pessoa jurídica, proibindo a refinadora de alumina (a maior do mundo, fora da China) de contratar com o Poder Público, bem como dele obter subsídios, subvenções ou doações por dez anos, assim alcançando todos os órgãos da Administração direta e indireta, de todas as esferas federativas. O magistrado determina que os R$ 100 milhões sejam recolhidos à conta do Juízo, “para posterior destinação a instituição pública ou privada sem fins lucrativos, desde que fiscalizada por órgãos de conta e/ou Ministério Público, preferencialmente, de caráter socioambiental, podendo também tal valor ser destinado à recuperação ou instalação de parques ambientais, praças ou espaços verdes de lazer no nas áreas urbanas do Estado do Pará, assim contribuindo-se para a melhoria da qualidade de vida da população, principalmente nas zonas periféricas das cidades". O processo começou na Comarca de Barcarena, em 2012 . Sete anos depois, ficou decidido que a J ustiça Federal é que tinha competência para julgar o caso, tendo sido o processo distribuído para a 9ª Vara, competente para apreciar ações de natureza ambiental. A primeira denúncia, apresentada em dezembro de 2012 pelo Ministério Público do Pará (MPPA) e posteriormente ratificada pelo Ministério Público Federal (MPF), narra que, " em razão do transbordamento da bacia de depósito de rejeitos sólidos (DRS), ocorrido em 27 de abril de 2009, no interior das dependências da Alunorte, houve contaminação do meio ambiente e a poluição do Rio Murucupi". Provas - Com base em fotografias, autos de infração, laudos periciais, relatórios de fiscalização do Ibama e estudos do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da Faculdade de Química da Universidade Federal do Pará (UFPA), além do que ouviu de vários moradores de Barcarena na condição de testemunhas, o magistrado concluiu que: “em razão de vantagens econômicas decorrentes do processamento da bauxita, em detrimento do interesse da coletividade a um meio ambiente sadio e equilibrado, a Alunorte Alumina do Norte do Brasil S/A se omitiu ao dever de evitar um dano previsível ao subdimensionar os extravasores e a borda livre das paredes norte e oeste do depósito de rejeitos sólidos, assumindo o risco pelo transbordamento do material cáustico decorrente do aumento da pluviosidade local no dia 27/04/2009.” A sentença acrescenta ainda que “a poluição resultou no lançamento de resíduos sólidos altamente cáusticos e contendo metais pesados, como alumínio, ferro, sódio e titânio, sem o tratamento adequado em área de preservação formada por vegetação e nascentes d’água do Rio Murucupi , modificando drasticamente as características físico-químicas e microbiológicas ao longo de 9 quilômetros do rio, e na extensão da poluição ao Rio Barcarena, ao Rio Pará, Dendê e Arienga, na alteração da estrutura das comunidades bióticas locais, na mortandade de peixes, répteis e animais terrestres, na contaminação dos poços artesianos e na exposição dos ribeirinhos à intoxicação por metais pesados e queimaduras na pele.” Lama tóxica - Portela avaliou que a Hydro Alunorte não tomou medidas imediatas para socorrer os ribeirinhos e compensar a ausência de água potável e minimizar os danos causados, além de ter sido a responsável pelo transbordamento de uma quantidade enorme de lama tóxica suficiente para contaminar a nascente de rios. De acordo com a sentença, a Alunorte impediu a entrada dos fiscais do Ibama em sua sede, no dia do evento, e negou a ocorrência do dano aos fiscais, embora já tivesse ciência do transbordamento e estivesse executando medidas para esconder o vazamento com sacos de areia e valas cavadas com retroescavadeiras. “A empresa não comunicou imediatamente o dano aos órgãos ambientais e negou a ocorrência da poluição aos fiscais do Ibama. A Alunorte passou a colaborar com a fiscalização do Ibama somente após as autuações fiscais. A empresa ré tinha ciência de que devia fazer o alteamento da bacia de depósito de rejeitos sólidos desde dezembro de 2008 e não fez, assumindo o risco para o dano de poluição causado em abril de 2009”, reforça a decisão. HYDRO NEGA CONTAMINAÇÃO A Alunorte nega veementemente a ocorrência de crime de poluição do Rio Pará como consequência do evento de 2009 e irá recorrer da decisão desfavorável logo que for intimada pelo Tribunal. Durante o processo, as partes forneceram provas técnicas ao Tribunal, demonstrando que não houve danos causados ao Rio Pará. As operações da refinaria empregam as melhores práticas de gestão, atendendo aos rígidos controles ambientais e à legislação vigente e aplicável. A companhia reafirma seu compromisso em ser uma boa vizinha, colocando as pessoas, o meio ambiente e a segurança em primeiro lugar.
- Empresa no Marajó recebe mais de R$450 mil para a produção de açaí
diz respeito ao Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), com liberação pelo Banco da Amazônia
- Estado vai usar R$68 milhões para reforma de escolas públicas que servirão de dormitórios na COP-30
Ordem de serviço garante a reforma de 11 escolas que servirão de alojamento para a COP-30, em Belém Atentos a Conferência das Partes das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada na capital Belém, em novembro de 2025, o governo do Pará vai reformar 11 escolas que servirão de alojamento durante o evento. O objetivo é que as escolas funcionem no padrão de hostels, com novos banheiros e beliches para atender aproximadamente 5.000 pessoas. O governo estadual afirmou que 17 escolas devem receber este tratamento, quatro já estão em obras, além das onze cujas ordens de serviço serão assinadas pelo governador Helder Barbalho (MDB) na terça-feira (9). Outras duas escolas estão em processo de licitação. O investimento é de R$ 68 milhões. Para o governo paraense, a utilização de escolas durante a COP é uma das estratégias para suprir a demanda por leitos para a realização do evento internacional. A estimativa dos organizadores é de receber aproximadamente 50.000 pessoas no dia de pico, quando ocorre o encontro entre os chefes de Estado. A rede hoteleira local passará por expansão e reforma por investimentos do Ministério do Turismo. Haverá também a oferta de aluguéis de curta temporada através de aplicativos e de hospedagem, além da utilização de navios cruzeiro que deverão ancorar no porto de Belém e funcionar como hotéis flutuantes. LEIA MAIS: Belém vai contar com dois navios de cruzeiro como hospedagem para a COP-30 Antigo prédio da Receita Federal, em Belém, não será transformado em hotel O governo garante que os trabalhos devem ser iniciados no momento em que as ordens de serviço forem assinadas nesta terça-feira (9/07) e trarão um benefício duplo para o estado: além de garantirem oferta de leitos para os participantes da conferência climática, também serão um importante legado da COP, deixando escolas reconstruídas e equipadas para alunos de ensino fundamental e médio da rede pública estadual. A utilização de escolas durante a COP é uma das estratégias do estado para suprir a demanda por leitos para a realização do evento. A estimativa da organização da COP 30 é que Belém receba um fluxo de visitantes compatível com o registrado na COP de Dubai, ou seja, de aproximadamente 50 mil pessoas no dia de pico, quando ocorre o encontro dos chefes de estado. Com informações da Agência Pará
- É hoje: Oficina de Negócios - Jornadas Sustentáveis; terceiro encontro reunirá 50 empresários em Belém
O palestrante da noite será Omilton Quaresma, fundador da Destilaria de Cachaças da Amazônia, conhecida O empresário falará sobre " Criação de marca e produtos inovadores na Amazônia " e agregará conhecimento da próxima Oficina: 19h: Abertura com Rodrigo Souza 19h: Criação de marca e produtos inovadores na Amazônia , com Omilton Quaresma 16 de maio: Tudo Sobre ESG na Amazônia , com Eduardo Brasil 13 de junho: Mudanças Climáticas e Negócios na Amazônia , com Brenda Brito; Financiamentos e Fundos de Investimentos , com
- Gol anuncia aumento de 50% no número de voos para o Pará
Companhia aérea é uma das maiores em operação no Brasil e passa a alcançar mais cidades paraenses Essa expansão da malha aérea demonstra o comprometimento da Gol em fortalecer a conectividade do Pará com o restante do Brasil, facilitando o acesso a importantes centros econômicos e turísticos do país. LEIA MAIS: Aeroporto internacional de Belém está entre os 10 melhores do mundo; entenda A Gol Linhas Aéreas anunciou que aumentará em até 50% a oferta de voos para o estado do Pará durante o terceiro trimestre deste ano, abrangendo os meses de julho a setembro. As cidades beneficiadas por essa expansão incluem Belém, Carajás, Marabá e Santarém. Em julho, o número de frequências no estado será 50% maior em comparação com abril. Em agosto e setembro, o aumento na oferta de pousos e decolagens será de 40% e 30%, respectivamente. O aumento da oferta é um reflexo dos investimentos da Gol em um estado de importância vital para a região Norte e para o país, e uma resposta à acolhida de nossos clientes”, declarou Bruno Balan, gerente de Planejamento de Malha Aérea da Gol. Os bilhetes para os novos voos já estão disponíveis no site e aplicativo da Gol, nas lojas da companhia nos aeroportos, pelo site e aplicativo da Smiles, pelo telefone da Central de Relacionamento (0300 115 2121) e nas agências de viagem. Detalhes dos novos voos Belém : A capital paraense terá um aumento de 50% na oferta de voos em julho. Os voos diretos para o Galeão, no Rio de Janeiro, passam a ser diários. Para Guarulhos, em São Paulo, serão 12 voos semanais. Haverá 11 frequências semanais para Macapá e 9 voos semanais para Santarém. Parauapebas/Carajás : Desde 1º de junho, a Gol dobrou a oferta de voos para Belo Horizonte/Confins, totalizando 4 voos semanais. Marabá : No Aeroporto João Corrêa da Rocha, a oferta de voos mais do que dobrou, passando de 3 para 7 partidas semanais com destino a Brasília. Santarém : A cidade terá uma ampliação de 70% na oferta de pousos e decolagens. Para Belém, serão acrescentadas 5 operações semanais, totalizando 9, e para Manaus, haverá um aumento de 1 frequência semanal, totalizando 7 voos por semana. Com informações da Pará News
- Governo reserva R$ 1 bi no Orçamento de 2025 para COP-30 em Belém
tratada internacionalmente com expectativa, já que será a primeira cúpula a ser realizada na região amazônica "Uma coisa é discutir a Amazônia no Egito; outra coisa é discutir a Amazônia em Berlim; outra coisa é discutir a Amazônia em Paris. Agora nós vamos discutir a importância da Amazônia dentro da Amazônia.












