Resultados da busca por "ciclus amazônia"
1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"
- Veja como ser um dos expositores em evento de inovação na Estação das Docas
no atual cenário paraense de mudanças, investimentos e olhares voltados para a sustentabilidade e à Amazônia
- Especialista imobiliária realizou evento para incentivar mulheres a investirem em imóveis
O encontro reuniu mulheres empresárias de todos os ramos e incentivou o investimento imobiliário feminino através da troca de ideias, experiências e relacionamentos O evento, exclusivo para mulheres, ocorreu na loja da Quadra Engenharia da Doca, e foi idealizado pela especialista imobiliária da Quadra Engenharia, Cátia Zini. O objetivo foi reunir mulheres para compartilhar experiências e gerar uma rede de conexão feminina no mercado imobiliário. "Esse é mais um espaço onde podemos ampliar nossas conexões e, quem sabe, trazer ainda mais mulheres para esse movimento de investimento consciente e seguro. Eu acredito que, unindo forças, tanto aqui [na Quadra] quanto através dessa plataforma [Belém Negócios], podemos fazer grandes coisas juntas no mercado imobiliário", comenta a especialista imobiliário, realizadora do evento e membro da Comunidade Belém Negócios , Cátia Zini. O encontro reuniu mulheres empresárias de todos os ramos e incentivou o investimento imobiliário feminino através da troca de ideias, experiências e relacionamentos. Estiveram no evento empresárias como Pammela Almeida, da Dakini e Viviane Lima, da MMartan, ambas fazem parte da Comunidade Belém Negócios . "Mais do que nunca, nós, mulheres, temos total autonomia para fazer escolhas significativas e impactantes. E uma dessas escolhas é onde investir nosso capital. E nada melhor do que fazer isso com segurança, especialmente em um setor tão promissor quanto o imobiliário. Quando a gente confia em quem está ao nosso lado, fica mais fácil tomar grandes decisões", diz Cátia. A especialista finaliza afirmando que busca ser esse exemplo de segurança para que as demais mulheres possam investir com mais tranquilidade. "Estou aqui para ser essa parceira de confiança, para apoiar vocês em cada etapa, garantindo que façam os melhores investimentos. Contem comigo sempre!"
- Plataforma inédita mobiliza investimentos para projetos sustentáveis
instrumentos financeiros para angariar até R$ 3,9 bilhões em investimentos em projetos sustentáveis na Amazônia Legal brasileira O Instituto Amazônia+21 desenvolveu uma plataforma inédita na América do Sul para O especialista sênior do Instituto Amazônia+21 Fernando Penedo detalha o funcionamento da plataforma. Segundo Penedo, esse ambiente se localiza dentro do próprio Instituto Amazônia+21, a partir das relações O Instituto Amazônia+21 é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
- TURISMO: comunidades ribeirinhas de Belém receberão investimento de R$ 6 milhões
aspecto social e um aspecto ambiental de uma região que é muito rica, que fica ao lado da Floresta Amazônica
- Pará é o estado do Norte que mais produz energia solar; conheça o mercado
Segundo levantamento da Aneel, o Estado utiliza todo o seu potencial e produção, chegado a cerca de 16.000 kW. A energia solar no Pará, fica atrás apenas da produção de energia elétrica de forma hídrica O Pará já é o Estado que mais produz energia elétrica de forma hídrica em todo o Brasil e se tornou o Estado da Região Norte que mais produz energia solar. Segundo levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Pará utiliza todo o seu potencial de produção, alcançando a marca de cerca de 16.000 kW. Esse feito é um reflexo do aumento constante no valor das contas de energia, além da facilitação de financiamentos para instalação de painéis. O volume de financiamento para energia solar no Brasil atingiu R$ 35,1 bilhões em 2022 , crescimento de 79% sobre os R$ 19,6 bilhões verificados no ano anterior. O dado da consultoria CELA (Clean Energy Latin America) mostra a importância do financiamento para obtenção do sistema solar. Dessa forma, a população passou a ver com mais frequência a instalação de placas solares em lojas e casas por toda a capital paraense e nas demais cidades do Estado. "Com o volume de informações chegando para as pessoas a demanda vai aumentando. Tem sim havido uma procura maior para entender como funciona a Energia Solar. As vantagens são muitas, mas posso destacar: a economia de até 90% do valor que você paga hoje. Você deixa de ser um consumidor para se tornar um produtor de Energia limpa, gerada pelo sol", destaca Lahire Cavallero, sócio da primeira empresa de energia solar do Pará, a Sansol. Com uma trajetória de quase 10 anos, a Sansol se consolidou no mercado paraense através da instalação de painéis solares e hoje atua com mais de 700 projetos no Estado, explica o sócio. "A Sansol foi a primeira empresa de Energia Solar do Pará, fundada em 2015. Hoje nós somos responsáveis por mais de 700 projetos no Pará e estamos em pleno crescimento. Nos últimos 6 meses crescemos 600%". Lahire Cavalléro, sócio da Sansol, que recebeu o prêmio Roma de Inovação em 2023, afirma que apesar dos números, ainda existe muito potencial para ser explorado no Pará. "O Pará tem um potencial gigantesco ainda não explorado. Precisamos educar o paraense sobre os benefícios. Estados como São Paulo, Minas Gerais, Bahia já vivem essa realidade e temos potencial para gerar muito mais". Tipos de instalação e tributação Atualmente, existem dois tipos de sistemas que são utilizados na instalação: o On Grid e o Off Grid , tendo o armazenamento como principal diferença . O mais utilizado é o On Grid, por estar conectado diretamente a rede pública de distribuição elétrica. Sendo assim, quando a energia solar não é suficiente, o consumidor pode usar a energia convencional para complementar . Em casos de excedente de energia, o consumidor pode armazenar no sistema da concessionária, transformando em crédito para ser abatido posteriormente na conta de luz. Para quem usa o sistema On Grid, o Governo Federal autorizou a cobrança da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) , já que o consumidor utiliza a infraestrutura da concessionária de energia convencional, tanto pata armazenar quanto para complementar. Já o sistema Off Grid funciona de forma autossuficiente , ou seja, não está conectado a outras fontes. A energia gerada pelas placas solares é armazenada em baterias, que abastecem permanentemente os imóveis. A instalação do sistema Off Grid é cerca de quatro vezes mais custosa que a On Grid , principalmente devido ao custo das baterias e pela adequação do sistema para estar sempre preparado. Porém, quem opta por este sistema está livre o imposto TUSD. Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage , mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa
- Brasil aposta no gás natural em meio a emergência climática – Investimentos podem chegar a R$ 94,6 bilhões
A aposta do governo no gás natural tem como base sua acessibilidade e a capacidade de garantir um fornecimento estável, especialmente em um momento de crise hídrica A seca histórica que o Brasil enfrenta tem causado preocupações em diversos setores, principalmente na oferta de energia. A queda nos reservatórios das hidrelétricas, que representam a principal fonte de energia do país, vem forçando o governo a buscar alternativas para garantir o fornecimento. Uma dessas alternativas é o gás natural, que está sendo colocado no centro das atenções para suprir a demanda energética. Recentemente, o governo brasileiro anunciou uma série de medidas para ampliar a produção de gás natural, buscando diminuir a dependência externa e fortalecer a segurança energética. Contudo, essa estratégia não está isenta de críticas. O papel do gás natural no Brasil A aposta do governo no gás natural tem como base sua acessibilidade e a capacidade de garantir um fornecimento estável, especialmente em um momento de crise hídrica . Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, as medidas visam aumentar a disponibilidade do recurso, reforçando a produção nacional e reduzindo a dependência de importações. Para isso, um decreto governamental foi assinado no final de agosto de 2023, que promete baratear o gás natural por meio de um “choque” de oferta. A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ( AN P ) recebeu mais poderes para aumentar a produção em campos de petróleo e gás que já estão em desenvolvimento. Essa nova diretriz busca não apenas evitar possíveis crises energéticas, mas também melhorar o aproveitamento das reservas de gás natural do Brasil. De acordo com Sylvie D´Apote , diretora executiva de gás do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) , o gás natural é uma fonte segura e viável no cenário energético atual do Brasil. No entanto, ela reconhece que a transição para fontes de energia mais limpas, como o hidrogênio verde, levará tempo, tornando o gás uma solução temporária necessária. Apesar das justificativas do governo e de especialistas do setor, o aumento do investimento no gás natural enfrenta oposição, principalmente de ambientalistas e especialistas em clima. Carolina Marçal, coordenadora de projetos do Instituto ClimaInfo, aponta que a expansão do uso de combustíveis fósseis, como o gás natural, pode atrasar a transição para energias limpas. Segundo ela, os incentivos ao gás podem gerar um bloqueio de investimentos no setor elétrico, além de aumentar os custos da eletricidade e contribuir para a intensificação da crise climática . Outra preocupação levantada por Marçal é a possibilidade de o governo permitir o uso do fracking, uma técnica de extração de gás e petróleo altamente criticada por seus impactos ambientais. Países como Alemanha e Reino Unido já baniram o fracking devido aos seus riscos, mas a prática ainda é cogitada no Brasil. Regiões como Amazonas, Pará , Piauí e Maranhão são apontadas como áreas com potencial para extração de gás por fraturamento hidráulico, e as empresas do setor já demonstraram interesse em explorar essas reservas. Avanços no setor de gás natural Apesar das críticas, o setor de gás natural no Brasil está em plena expansão. Segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os investimentos nesse setor podem alcançar R$ 94,6 bilhões nos próximos anos. Um exemplo é o Gasoduto Rota 3 , que visa aumentar o escoamento do gás da Bacia de Santos, com inauguração prevista para breve. Além disso, o Projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP) , na Bacia de Sergipe-Alagoas, está programado para começar suas operações em 2028. Mesmo com esses avanços, o Brasil ainda depende significativamente da importação de gás natural para suprir sua demanda. Embora a produção nacional tenha alcançado um recorde de 150 milhões de metros cúbicos por dia em 2023, o país ainda importa cerca de 17,7 milhões de metros cúbicos diários, principalmente da Bolívia e dos Estados Unidos. No Pará No Pará, em fevereiro deste ano, foi inaugurado primeiro Terminal de Gás Natural Liquefeito do Estado . A Unidade Termelétrica (UTE) Novo Tempo , em Barcarena, atraiu mais de R$ 1 bilhão em investimentos, gerando mais de 8 mil empregos diretos e indiretos. Apenas com a substituição do combustível usado na geração de energia, 30% menos CO2 será emitido na atmosfera. Além disso, a UTE será conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) colaborando, ainda mais, com a robustez de um dos maiores e mais confiáveis sistemas do planeta. A Companhia de Gás do Pará é responsável pelo serviço de distribuição e movimentação de gás natural. Será a partir das estações da Companhia, localizadas em Barcarena, que o Gás Natural será distribuído e movimentado inicialmente para clientes do segmento industrial e termoelétrico. A partir de 2025 , o combustível também será usado como alternativa ao carvão mineral em uma termoelétrica, fazendo com que os níveis de carbono sejam reduzidos tanto na geração de energia quanto nos processos industriais. O Complexo Termoelétrico de Barcarena recebeu um investimento de R$2,5 bilhões e um financiamento de R$1,8 bilhão do BNDES. A previsão de inauguração da usina é em julho de 2025 . Desafios e perspectivas O cenário energético do Brasil é complexo e cheio de desafios. A dependência do gás natural para garantir o fornecimento de energia em um momento de crise hídrica é uma solução temporária, mas necessária, segundo os especialistas. No entanto, há um ceticismo generalizado sobre a eficácia das recentes medidas do governo para baratear o preço do gás natural e garantir sua oferta. Para Vínicius Romano, especialista em gás natural da América Latina na consultoria Rystad Energy, as medidas anunciadas até agora tiveram impacto limitado nos negócios e na produção doméstica. Romano alerta que a produção de gás natural no Brasil está intimamente ligada à produção de petróleo. Se o governo tentar equilibrar o mercado de gás reduzindo a produção, isso pode impactar negativamente os investimentos em petróleo, comprometendo a atratividade de novos projetos e as receitas geradas pelo setor. Ainda assim, há uma expectativa de que o aumento da oferta de gás natural possa, de fato, reduzir os preços para os consumidores a médio prazo. Contudo, os desafios de uma transição energética sustentável e os riscos ambientais associados ao fracking e ao uso de combustíveis fósseis continuam a ser questões que exigem um olhar cuidadoso para o futuro energético do Brasil. Fonte: Lucas Carvalho - Click Petróleo e Gás
- Municípios paraenses lideram a produção de Castanha-do-Pará no estado; veja mais
Graças a uma safra abundante, a coleta da castanha foi antecipada nas florestas estaduais do Trombetas e do Paru, no oeste do Pará Óbidos, Oriximiná e Alenquer , no oeste do Pará, emergem como os principais municípios paraenses na produção de castanha-do-pará este ano , conforme autorizado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio). Graças a uma safra abundante, a coleta da castanha foi antecipada nas florestas estaduais do Trombetas e do Paru, no oeste do Pará. Com um t otal de mais de 8,8 mil toneladas, avaliadas em mais de R$ 31 milhões , a produção de castanha-do-pará proveniente dessas florestas estaduais está impulsionando significativamente a economia local. Essa atividade extrativista é fundamental para a geração de renda e fortalecimento da bioeconomia na região. Segundo Ozias Aquino, engenheiro agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), a assistência fornecida pela Emater é crucial para apoiar os municípios com potencial extrativista, elaborando cadastros necessários e fornecendo acesso a políticas públicas e apoio à comercialização. Waldiclei das Mercês, um extrativista da castanha-do-pará em Almeirim, destaca como a atividade tem sido crucial para a subsistência de sua família e comunidade. Ele menciona que os cursos têm ajudado os extrativistas a adotar práticas sustentáveis, contribuindo para a preservação ambiental. No início deste ano, mais de 600 trabalhadores cadastrados pelo Ideflor-Bio foram autorizados a coletar castanhas na Floresta Estadual do Trombetas, abrangendo Oriximiná, Óbidos e Alenquer. Essa medida não só fortalece a cadeia da bioeconomia, mas também proporciona renda para centenas de famílias na região. Em março, o Ideflor-Bio autorizou a antecipação da coleta da castanha-do-pará na Floresta Estadual do Paru, abrangendo Almeirim, Monte Alegre, Alenquer e Óbidos, devido à quantidade significativa de ouriços já caídos. O objetivo é garantir que essa atividade seja realizada de forma responsável e sustentável, em harmonia com o ecossistema. Ronaldison Farias, gerente administrativo da região Calha Norte 2 do Ideflor-Bio, ressalta a importância da coleta sustentável da castanha-do-pará, destacando que os extrativistas são defensores da sustentabilidade das florestas. Essas medidas visam valorizar as práticas tradicionais de manejo florestal e assegurar a conservação das unidades de conservação. Portanto, a produção de castanha-do-pará está desempenhando um papel crucial na economia e na sustentabilidade do oeste paraense em 2024, impulsionando não apenas a renda das comunidades locais, mas também promovendo práticas ambientalmente responsáveis no extrativismo florestal. Com informações da Agência Pará e Óbidos Net Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios sobre a COP-30, acesse a Central da COP-30 Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente para preparar as empresas para a COP-30
- Belém é a 3ª cidade do Brasil com maior crescimento em número de franquias no 1° semestre de 2023
A capital paraense saiu da 13ª colocação, com um crescimento de 9,6%. O aumento se deu pela confiabilidade do empresariado e pela expansão da atividade turística da região Belém alcançou o 3º lugar no ranking dos dez municípios que registraram o maior crescimento em número de unidades franqueadas no primeiro semestre de 2023, saindo da 13ª posição, com um crescimento no número de operações de 9,6%, que subiu de 1.339 para 1.467. O levantamento é da Associação Brasileira de Franchising, e aponta como motivos para a confiabilidade do empresariado e o aumento da atividade turística associada à retomada de serviços. O setor de serviços é um dos que vê potencial de crescimento na região. Denise Mendes pegou carona nessa boa onda e replicou em um shopping center de Belém uma biscoiteria, a Biscoitê, que já tem outras 19 unidades pelo Brasil. Ela conta que a decisão de investir em uma franquia foi impulsionada pela promessa de acesso a um ‘know-how’ comprovado no funcionamento do negócio, o que aceleraria o crescimento com técnicas já testadas por outros franqueados. “Desde a concepção da ideia até a abertura passou-se aproximadamente um ano. Esse período envolveu a escolha da franquia, estudo detalhado do negócio, negociação do contrato, confecção de móveis, aquisição de maquinários e finalmente a inauguração da loja. Na primeira visita à fábrica da biscoiteria eu fiquei encantada não apenas com o aroma dos deliciosos biscoitos e a qualidade dos produtos, mas também com a beleza das embalagens que proporcionam um toque visual especial”, lembra Denise. Ela afirma que a aposta em algo realmente concreto também pesou na hora de investir. “Não diria que investimos significativamente menos na comparação com um negócio próprio ou original, mas a eficiência do investimento foi um fator crucial na decisão. Muitas das fórmulas de sucesso já estavam estabelecidas. Além disso, como franqueados, fazemos parte de uma comunidade que compartilha experiências comuns, tornando a jornada empresarial menos solitária e incerta. A escolha de uma franquia fez sentido para mim, pois eu tinha conhecimento limitado em gestão de comércio devido à minha formação em Direito. A franquia foi a escolha natural, dada a sua marca e o potencial de mercado em Belém”, detalha. Da inauguração até hoje, Denise conta que o retorno do público só superou – amplamente – as expectativas. Ela credita o sucesso à combinação de atendimento e produtos de qualidade. “Muitos clientes tornaram-se fiéis à marca em pouco tempo, solicitando produtos específicos. O êxito é tão notável que estamos recebendo propostas de outros shoppings para abrir novas franquias, embora ainda estejamos avaliando o mercado antes de tomar uma decisão final”, antecipa. Potencial Lucien Newton é vice-presidente de uma entidade de consultoria especializada em franchising e ratifica que o turismo e tudo o que ele movimenta estimula o setor de Serviços, e o franchising há anos se destaca naquele segmento com várias oportunidades empresariais no setor – e por aqui não seria diferente. “Belém e o Pará ainda possuem um grande potencial no turismo e todo setor de Serviços relacionados, e por isso, os próximos anos serão de forte crescimento. O franchising chegou forte no Pará, e acredito que agora este crescimento será forte por pelo menos por cinco anos. Os empreendedores de Belém devem aproveitar todas as oportunidades e a 30ª edição da Conferência do Clima, a COP 30, que será na capital paraense em 2025, significa uma grande chance para quem comprar franquias. Operando bem neste período, já começam com o pé direito, em um momento em que a cidade estará em evidência para todo o mundo”, avalia. Ele enaltece o entendimento de Denise de que, de fato, franquias são mais seguras que os negócios independentes, não apenas porque o franqueado recebe o direito de uso de uma marca nacional, mas sim porque ele recebe todo o conhecimento e experiências de como ganhar dinheiro na operação de um negócio. “É por isso que o franchising cresce tanto”, destaca. O perfil empreendedor do paraense também tem grande contribuição para esse crescimento, segundo Lucien. “Chama atenção é como a população é empreendedora, e sempre está na busca de novos negócios que possam representar o crescimento empresarial. O franchising, para dar certo, precisa ter franqueados que acreditam e trabalham duro. Os paraenses são empreendedores que não tem medo do trabalho e por isso a contrapartida acontece, a população consome e traz prosperidade para todos”, analisa. Adequando o serviço à demanda pré-existente Rogério Oliveira acreditou na ideia de uma rede de franquias especializada em recursos de multas de trânsito, processos de suspensão e cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em Belém, a Help Multas. Ele passou um tempo buscando um negócio justamente na área, já que atua há mais de dez anos como despachante de veículos e auxilia proprietários e condutores. “Quando conheci a marca, me dei conta que não existia esse serviço de forma estruturada aqui no Pará. Foi um tempo de três meses para abrir nossa na capital paraense”, conta. Ele também ficou mais seguro de investir em algo com viabilidade de mercado no lugar de estruturar o negócio do zero. O empresário admite que o público desse segmento aqui no Pará ainda está se acostumando com o serviço. “Na verdade, grande parte não tinha o hábito de recorrer e usar seu direito de defesa, em grande parte pelo fato dos órgãos de trânsito focarem mais em multas e não serem tão efetivos nas penalidades tipo suspensão da CNH por pontos e outras consequências de multas autossuspensiva. Mas eu já percebo que os órgãos estão se atualizando para cumprir o que a lei manda. Por isso, a demanda pelos nossos serviços está em uma crescente”, confia Rogério. Abrir uma loja da maior rede de franquias de bolos do país, a Casa de Bolos, também empolgou a empresária Simone Metzler, que há menos de um ano e meio se mudou para Belém, mas já com a ideia de ter o negócio. “Morávamos em Mato Grosso e meu esposo recebeu proposta de trabalho aqui, aceitamos e mudamos de cidade, e a franqueada caiu como uma luva, uma excelente opção para que eu pudesse começar a trabalhar e empreender”, justifica. Até mesmo investimento, valores, plano de negócios, tudo veio da rede, e aí Simone pôde focar exclusivamente no trabalho do dia a dia. “A decisão de qual tipo de negócio escolher surgiu porque eu sempre fui a ‘boleira’ da família, toda comemoração o bolo era por minha conta, então essa foi a melhor decisão que poderia fazer para iniciar essa jornada”, revela. “Acreditamos que, com o tempo, seremos mais conhecidos, e com isso, aumentaremos s clientela, até porque nossos clientes elogiam muito a qualidade do produto. A pretensão para o futuro é inclusive de expandir com esse modelo de negócio para outro bairro ou até mesmo outra cidade”, revela. Diário do Pará Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage, mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios, um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa
- StartUP Pará repassa recursos a projeto de bioeconomia da ParaOil
Óleos da Amazônia A proposta da ParaOil visa aperfeiçoar processos especializados de extração de óleos e manteigas naturais a base de sementes extraídas da Floresta Amazônica para fornecer seus produtos Para isso, trabalhamos alinhados com a bioeconomia, valorizando os produtos nativos da Floresta Amazônica uma política pública pioneira do governo do estado executado pela Sectet em parceria com a Fundação Amazônia
- O novo momento do empreendedorismo paraense; evento aborda oportunidades durante a COP-30
HOT SEAT Rubens é graduado em Administração pela Universidade da Amazônia, com pós-graduação em Marketing responderá perguntas a respeito do cenário favorável para o empreendedorismo no Pará e da COP-30 na Amazônia Diretor de Promoção do Desenvolvimento Sustentável da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia
- COP-30: Ilha do Combu passa por modernização na rede elétrica
A iniciativa será dividida em três fases. Investimento vai melhorar o fornecimento de energia na região e potencializar o turismo na ilha Em maio, a Equatorial Pará iniciará as obras do trifaseamento da rede que atende a Ilha do Combu, em Belém. Com a iniciativa, que já é um investimento da distribuidora com foco na COP 30, serão construídos 32 km de rede para atender os clientes da comunidade que terão melhorias no fornecimento de energia. De acordo com Eduardo Matos, gerente de Obras e Manutenção da Equatorial Pará, a obra será dividida em três fases e, esta primeira etapa, tem a previsão de conclusão de 12 meses. “A rede trifásica vai substituir a atual monofásica que atende a região. Ou seja, com mais condutores elétricos, os nossos clientes na Ilha do Combu passarão a ter energia com ainda mais qualidade. Além disso, vale destacar a modernização e automação que a rede passará a ter. Em um eventual caso de falta de energia, por exemplo, conseguiremos recompor o serviço de forma mais ágil”, comenta Eduardo. O gerente destaca, também, a importância da obra para a COP 30, que ocorrerá na capital paraense no final de 2025. O Combu deverá ser um dos locais mais visitados pelos turistas de todo o mundo, e essa melhoria de rede beneficiará tanto os clientes residenciais quanto os comerciais, como os restaurantes e hospedarias. “A obra vai potencializar ainda mais o turismo no Combu e, com certeza, atrairá ainda mais renda para os moradores locais. É uma melhora que vai ser sentida no dia a dia da comunidade e trará benefícios para além do fornecimento de energia. Já é um movimento da Equatorial com foco na COP 30”, finaliza Eduardo Matos. Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios sobre a COP-30, acesse a Central da COP-30 Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente para preparar as empresas para a COP-30
- A Amazon Está Distribuindo BioProdutos Do Pará Com Frete Grátis
o Governo do Estado e a empresa multinacional americana O governo do Pará fechou uma parceria com a Amazon Uma loja intitulada “ Apoie Pequenos Empreendedores em bioeconomia do Pará ”, disponível no site da Amazon Segundo informações da revista Veja, a Amazon também ajudou os pequenos empreendedores a se digitalizarem seu site, a empresa também programou a Alexa pra responder a perguntas sobre o que é bioeconomia e a Amazon











