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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • SuperNorte 2024 abre nesta quarta-feira e segue até dia 11 no Hangar

    Eduardo Costa, da Setur; Angela Sicília, do Famiglia Sicília; e Yvens Penna, do Muamba Bar e do Projeto Amazônia

  • Nova plataforma de e-commerce vai selecionar negócios do Pará para impulsionar vendas de produtos

    Ação inovadora vai fomentar o comércio eletrônico nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste O edital E-commerce.BR é uma ação inovadora destinada a fomentar o comércio eletrônico nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A iniciativa, que foi anunciada durante a 2ª Reunião Ordinária do Fórum MDIC de Comércio e Serviços , visa: reduzir as desigualdades regionais no acesso ao mercado digital; promover a inclusão digital de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) do Brasil. De acordo com dados do Observatório do Comércio Eletrônico Nacional , do MDIC, o comércio eletrônico no Brasil movimentou R$ 196,1 bilhões em 2023 , com um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior. Contudo, a concentração das vendas on-line ainda é grande: o Sudeste responde por 73,5% das transações, em contraste com Nordeste (7%), Centro-oeste (3%) e Norte (1,3%) . Essa desigualdade reforça a importância do edital E-commerce.BR , que busca integrar essas regiões ao mercado digital. Segundo dados do “Panorama do e-commerce brasileiro”, em 2023, a quantidade total de lojas on-line no Brasil chegou a 1,9 milhão. “Isso dá a dimensão do desequilíbrio regional que ainda existe no nosso Brasil, daí a importância de atuarmos para estimular o comércio eletrônico nessas regiões”, afirmou o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli. “As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm um grande potencial econômico, mas costumam enfrentar dificuldades com a infraestrutura digital, logística e acesso a tecnologias. Ao investir na digitalização dessas áreas, a ABDI e o MDIC estão ajudando a criar um ambiente mais justo e favorável para que as micro, pequenas e médias empresas locais possam inovar, crescer e ter sucesso”, disse a gerente da Unidade de Transformação Digital da ABDI, Adryelle Pedrosa. Primeira etapa Seleção de 20 projetos, um para cada unidade da federação das regiões contempladas pelo edital. Segunda etapa Nove projetos serão escolhidos para receber apoio financeiro, no valor de R$ 380 mil. Seleção de três projetos (dentre os nove) para prosseguir para a fase de escala por mais um ano, contando com acompanhamento técnico e apoio da ABDI, em parceria com o MDIC, e recebendo recursos no valor de R$ 500 mil. “Com este projeto, esperamos estimular o desenvolvimento e reduzir a desigualdade que ainda persiste no comércio eletrônico no Brasil”, explicou Cappelli. Com essa iniciativa, a ABDI espera impactar mais de 800 empresas, ampliando a participação das MPMEs no comércio eletrônico nacional e estimulando o desenvolvimento econômico regional. Para o secretário executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, é necessário que o Brasil busque soluções para promover o comércio eletrônico de forma equitativa. “O projeto de regionalização do e-commerce vai incentivar o fluxo de comércio numa área que é essencial para o futuro, que é o e-commerce. O mundo todo está se encaminhando para isso”, afirmou. Conectando pequenos negócios ao mundo digital Os pequenos negócios são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Eles são mais de 95% dos empreendimentos e respondem por 30% do PIB e por mais de 50% dos postos de trabalho existentes no Brasil. Um estudo recente realizado pela ABDI e pelo SEBRAE – Maturidade Digital dos Pequenos Negócios –, que ouviu 6.933 empresas de micro e pequeno porte (MPEs), incluindo microempreendedores individuais (MEIs), em todas as unidades federativas, revelou que cerca de 50% dos pequenos negócios utilizam mídias digitais para vender produtos ou serviços. Entretanto, apenas 29% vendem produtos ou serviços por meio de plataformas digitais ou e-commerce próprio, evidenciando a necessidade de apoio para a transformação digital. Ainda de acordo com a pesquisa, a utilização de plataformas e e-commerce para vendas varia significativamente entre as regiões do Brasil. No Nordeste, 21% das MPEs entrevistadas afirmaram que utilizam essas ferramentas para comercializar seus produtos e serviços. No Norte, esse número cai para 15%. Já no Centro-Oeste, 16% das MPEs relataram o uso de plataformas digitais para suas vendas. Esses dados revelam um panorama sobre a digitalização dos pequenos negócios no país, evidenciando a necessidade de maior investimento em tecnologia e capacitação para impulsionar a presença on-line dessas empresas, especialmente nessas regiões onde o uso de e-commerce ainda é limitado. Estrutura do edital O edital E-commerce.BR visa identificar e premiar soluções inovadoras que ajudem as MPMEs a superar desafios relacionados à logística, capacitação digital e comunicação online. As propostas deverão ser apresentadas por Redes de Inovação, compostas por, no mínimo, três instituições públicas ou privadas de âmbito estadual ou municipal. As categorias do edital são: 1. Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos: foco em desenvolver habilidades essenciais para o comércio eletrônico, como gestão de inventário e análise financeira. 2. Soluções para Entregas e Distribuição: projetos que otimizem a logística em regiões com infraestrutura limitada. 3. Comunicação e Integração Digital: iniciativas que melhorem a comunicação entre empresas e clientes, aumentando a presença online das MPMEs. As inscrições para o edital estarão abertas de 9 de dezembro de 2024 até 17 de fevereiro de 2025 . As propostas passarão por três etapas de seleção , começando pelo aprimoramento metodológico, seguido pela implementação de projetos-piloto e, finalmente, a escala das melhores soluções. A ABDI e o MDIC disponibilizarão R$ 4,92 milhões para apoiar as soluções selecionadas , garantindo que as Redes de Inovação tenham acesso a mentorias especializadas e ferramentas metodológicas. Essa ação não só visa a inclusão digital, mas também a geração de emprego e renda nas regiões selecionadas pelo edital. As empresas e instituições interessadas podem acessar o edital completo no site da ABDI ( abdi.com.br/ecommercebr ). Serviço – Edital E-commerce.BR Inscrições : De 9 de dezembro de 2024 até 17 de fevereiro de 2025. Quem pode participar : Redes de Inovação compostas por, no mínimo, três instituições públicas ou privadas de nível estadual, distrital ou municipal que atuem em apoio a micro, pequenas ou médias empresas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Site para inscrição : www.abdi.com.br/ecommercebr

  • Amazônia in Loco: Seminário internacional ocorrerá nos dias 10 e 11 de novembro em Belém

    Por isso, a Amazônia vem ocupando um lugar de destaque. a participação de autoridades, diplomatas, empresários e experts acontecerá na porta de entrada da Amazônia Palestrantes confirmados Entre os palestrantes confirmados para o Amazônia in Loco: Mourão, vice-presidente Empresários da região amazônica ou estrangeira vão participar de encontros durante os dias 10 e 11, acesse Matchmaking Empresas da região amazónica e europeias terão a oportunidade de se conectarem e ampliarem

  • Empresa de cosméticos planeja expansão para o estado do Pará

    O projeto busca estabelecer parcerias com mulheres da Amazônia para integrá-las ao mercado, promovendo Ela também reforçou a importância da Codec em conectar a empresa com instituições como o Banco da Amazônia que empresas como essa de cosméticos possam continuar crescendo e gerando mais empregos e renda na Amazônia "De lá para cá, o meu trabalho é tentar mostrar para empresários brasileiros a potência da Amazônia e E, atualmente, existe muita inovação bioeconômica sendo desenvolvida na Amazônia”.  Agência Pará

  • Governo do Pará e Airbnb lançam rota turística valorizando atrações do Estado

    oferta de hospitalidade e consolidar o turismo ecológico, de fortalecer o papel de Belém como capital da Amazônia O primeiro deles, “Belém – uma capital como você nunca viu” dá  destaque para a metrópole da Amazônia

  • 5 motivos para CEOs ficarem de olho em oportunidades de negócios no Pará

    "Mas isso mostra que já estava na hora do mundo voltar os olhos para a Amazônia". Pela primeira vez, o evento será em uma cidade Amazônica e isso abre espaço para que os negócios locais Produtos desenvolvidos e fabricados na Amazônia ou que usam insumos da floresta de forma sustentável A Amazon anunciou neste mês que também está expandindo a sua atuação para o Norte do Brasil. Existem muitos empresas e investidores interessados em produtos amazônicos e que também querem conhecer

  • CEO do Carrefour diz que empresa vai parar de comercializar carne do Mercosul

    Presidente-executivo global da gigante francesa, Alexandre Bompard, fez declaração em uma carta direcionada a sindicato agrícola, em suas redes sociais. As informações são do G1 O CEO global do Carrefour , Alexandre Bompard, publicou nesta quarta-feira (20), em suas redes sociais, um comunicado no qual diz que a gigante francesa do varejo "assume hoje o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul", bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. "No Carrefour, estamos prontos, qualquer que seja o preço e a quantidade de carne que o M ercosul venha a nos oferecer", disse Bompard. Em nota ao g1 enviada na última quinta-feira (21), o escritório do Carrefour na França disse que a medida anunciada vale apenas para as lojas da rede no país e que em todas as demais nações onde o grupo atua, incluindo o Brasil e a Argentina, continuará comercializando carne do Mercosul, bem como em países que utilizam o modelo de franqueado. A carta de Bompard é endereçada a Arnaud Rousseau, presidente do sindicato francês FNSEA, sigla para Federação Nacional dos Sindicatos de Agricultores O comunicado foi publicado nas contas do CEO no Instagram , X e Linkedin , e ocorre em meio a protestos de agricultores franceses contra o acordo da União Europeia com o Mercosul. Ao g1 , o Grupo Carrefour Brasil disse que a medida em "nada muda nas operações no país", indicando que os supermercados do grupo em território nacional irão continuar comprando carne de frigoríficos brasileiros. O grupo não informou quanto compra e comercializa de carne do Mercosul ou do Brasil. Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) declarou que rechaça as declarações do CEO do Carrefour e que "reitera a qualidade e compromisso da agropecuária brasileira com a legislação e as boas práticas agrícolas, em consonância com as diretrizes internacionais". A pasta informa que o Brasil atende aos padrões "rigorosos" da União Europeia e que o bloco compra e atesta, por meio de suas autoridades sanitárias, a qualidade das carnes do país. Além disso, o ministério diz que apresentou à União Europeia propostas de modelos eletrônicos que contemplam as etapas iniciais do Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR), para a rastreabilidade da pecuária brasileira. O que diz o setor A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) disse que lamenta a declaração de Bompard e que o posicionamento do CEO "é contraditório, vindo de uma empresa que opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente com carnes brasileiras". A instituição destacou ainda que a medida coloca em risco o próprio negócio, uma vez que a produção local não supre a demanda interna. A Abiec informa que, em 2023, o Brasil respondeu por 27% das importações de carne bovina da União Europeia e o Mercosul, por 55%. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também lamentou a declarações do CEO e disse que os argumentos são equivocados ao afirmar que as carnes produzidas pelos países-membros do Mercosul não respeitam os critérios e normas do mercado francês. "A argumentação é claramente utilizada para fins protecionistas", diz nota. O g1 procurou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mas não recebeu um retorno até a última atualização desta reportagem. Caso Danone A declaração do CEO do Carrefour ocorre quase um mês depois de uma polêmica envolvendo outra gigante francesa, a Danone. No dia 25 de outubro, o diretor-financeiro da empresa de laticínios, Juergen Esser, disse à agência Reuters que a companhia tinha deixado de importar soja brasileira. Sem explicar a fala de Esser, a Danone Brasil e a presidente da Danone América Latina disseram que a divulgação tinha "informações incorretas" e que os países onde a empresa está continuam comprando soja nacional. Tudo aconteceu às vésperas de entrar em vigor a lei da União Europeia que proibirá a importação de produtos vindos de áreas desmatadas. A legislação entraria em vigor no final de dezembro deste ano, mas foi adiada para 2025. O Pará O Pará é o Estado da região Norte com o melhor desempenho no ranking das exportações de produtos do agronegócio, segundo o levantamento feito pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). A té o mês de outubro deste ano, a exportação de produtos do agronegócio do estado acelerou em 4,27% , (considerando o valor exportado), em comparação ao mesmo período do ano anterior, com Valor de Exportação de US$ 3,19 bilhões (2,28% da exportação agro nacional e 16,93% do Valor Global Exportado do Estado do Pará). A Sedap elaborou o estudo com base nas informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), através do Portal AGROSTAT – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro e Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), através do sistema Comex Stat. Segundo avaliou o estatístico João Ulisses Silva, responsável pelas análises locais, o Pará ocupa o décimo lugar no ranking das unidades federativas exportadoras de produtos do agronegócio do país no acumulado até outubro de 2024, com participação de 2,28% das exportações nacionais do agro. “As maiores participações estão concentradas nos Estados do São Paulo (18,41%), Mato Grosso (16,94%) e Paraná (11,33%). O Pará aparece na frente na região Norte , concentrando 39% das exportações e também de estados de outras regiões, como por exemplo, o Espírito Santo”, detalhou o estatístico. Fonte: G1

  • Ex-Secretária de Desenvolvimento Econômico é indicada como liderança para a COP 30 em Belém

    O High-Level Champion for Climate Change  coordena participação de agentes não-estatais como empresas, representantes políticos e enviados da sociedade Representantes globais da sociedade civil e do setor privado , incluindo empresários e acadêmicos brasileiros, indicaram a Ex-Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen da Silva, para a posição de High-Level Champion for Climate Change da COP30 . Segundo a carta, assinada por nomes como Paul Polman e Luciana Ribeiro e endereçada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “esta candidatura proativa e voluntária baseia-se em agendas prioritárias, estratégicas e de implementação que do nosso ponto de vista são urgentes e essenciais para a Presidência do Brasil na COP30 ”. O que é e o que faz o High-Level Champion for Climate Change? É um cargo de liderança para atração de investimentos. Um cargo voluntário, com equipes globais e agendas específicas. O Champion coordena participação de agentes não-estatais como empresas, representantes políticos e enviados da sociedade. No caso da COP 30 , a agenda será voltada para ação climática, produção energética e agroalimentar. Há 80 Champions espalhados pelo mundo. A cada COP, mais um Champion é escolhido. A Champion de Dubai foi a princesa Hazan. A do Alzerbaijão, Niguire. Quem decide quem será o Champion da conferência em Belém, em novembro de 2025, é o Presidente da República.  Quem é Patricia? Patricia Ellen da Silva nasceu no Campo Limpo, filha de retirantes nordestinos e mineiros, foi Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e é reconhecida por sua capacidade de planejamento estratégico e gestão de crises . Essas habilidades se consolidaram com seu trabalho exemplar durante a pandemia sempre buscando a união de setores e atores em prol de um modelo de desenvolvimento inclusivo, inovador e sustentável.  Patricia também representa um chamado de gênero e geracional para que novas lideranças ocupem espaços de decisão fazendo a ponte entre o Brasil e o mundo em um momento tão crítico para a humanidade. Atualmente ela é Presidente Systemiq LatAm, sócia-fundadora da Aya Earth Partners e do Instituto Aya. Quem assina a carta que a indica? A carta assinada por representantes da sociedade civil incluindo empresários, ambientalistas, acadêmicos e cientistas pede que Patricia Ellen da Silva lidere um time com atores não-estatais globais – setor privado e sociedade civil –, lideranças multilaterais, além de gestores de cidades e estados, no apoio às partes para acelerar o cumprimento das metas do Acordo de Paris .  O grupo de assinantes ainda se coloca à disposição para atuar voluntariamente e mobilizar recursos técnicos e financeiros para o time global de COP Champions que se responsabiliza pela agenda de ação das COPs. Dentre os nomes que assinam a carta estão:  Paul Polman Luciana Ribeiro Paula Kovarsky Professor Carlos Nobre Ana Fontes Ticiana Rolim Queiroz Marcelo Claure  Cacica Valdelice Tupinambá  André Clark. "O COP Champion é um cargo técnico e não político, por isso exige uma liderança com capacidade de mobilizar os atores e os recursos necessários para executar efetivamente a agenda de ação da COP, especificamente da COP30” , diz Carlos Nobre, cientista e especialista em clima. “Patricia coordena a força-tarefa voluntária que apoia o Plano de Transformação Ecológica do Brasil e também tem se engajado ativamente em programas para conectar a Transição Energética à Neoindustrialização das economias em desenvolvimento”, diz Luciana Ribeiro, CEO e fundadora da EB Capital. Fonte: Bússola/Exame

  • Nova tecnologia imersiva de navegação promove qualificação técnica de aquaviários

    “O Centro é muito importante para o transporte fluvial da Amazônia.

  • Gigante do setor de energia projeta R$ 633 milhões em investimentos na região Norte

    Aportes acontecem nos ativos de transmissão da companhia nos estados do Pará, Rondônia e Roraima reforçando o fornecimento de energia nas localidades. A AXIA Energia vai investir R$ 633 milhões em reforços e melhorias de grande porte em suas subestações na região Norte até 2030. Os projetos, já aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), aumentam a robustez dos ativos de transmissão e fortalecem a segurança dos empreendimentos. O plano de investimentos contempla propostas já concluídas, em fase de execução ou com previsão de início para os próximos anos, nos estados do Pará, Rondônia e Roraima, e reafirma o compromisso da companhia em continuar destinando recursos e aumentando o fornecimento de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN). No estado do Pará, a AXIA realiza aportes de R$ 172,42 milhões na subestação Marabá para substituição de reator, transformadores de 33 para 100 MVA e troca do banco de capacitores série do empreendimento. Na SE Vila do Conde, o investimento de R$ 92,28 milhões vai ser direcionado para troca dos bancos de autotransformador de potência e força. Na subestação de Tucuruí, localizada próxima a UHE Tucuruí, a companhia está alocando R$ 32,20 milhões para instalação do terceiro autotransformador da localidade e ainda estão recebendo recursos, as subestações Utinga com R$ 5,82 milhões e a Transamazônica com R$ 11,43 milhões para melhorias nesses sistemas de transmissão. Em Rondônia, a SE Coletora Porto Velho conta com montante de R$ 97,09 milhões para troca de transformador por autotransformador e também para fase reserva do primeiro autotransformador do sistema. A subestação Ji-Paraná realiza melhorias de troca de dois transformadores de 60 para 100 MVA e instalação de um terceiro equipamento com recursos totais de R$ 82,02 milhões para o local. Também recebe investimentos as subestações Porto Velho, com R$ 30,13 milhões para instalação do quarto transformador, SE Vilhena, com R$ 24,85 milhões e a SE Pimenta Bueno, com R$ 31,61 milhões para implantação do terceiro autotransformador. “A AXIA Energia tem o compromisso de entregar projetos com excelência que promovam a eficiência e que continuem contribuindo para o aumento da nossa matriz energética renovável. Na região Norte seguimos dedicados à constante renovação dos ativos, tornando a infraestrutura elétrica mais inteligente, inovadora, capaz de impulsionar novas oportunidades e fortalecendo a conexão da rede de eletricidade local com o Sistema Interligado Nacional (SIN)”, afirma Robson Campos, vice-presidente de Engenharia de Expansão da AXIA Energia”, disse Robson Campos, vice-presidente de Engenharia de Expansão da AXIA Energia. Em Roraima, a companhia também está aportando valores em melhorias das suas subestações, com destaque para a SE Boa Vista, localizada na capital do estado que terá R$ 53,93 milhões para essas obras que incluem a instalação do quarto autotransformador e a troca de um equipamento pelo terceiro autotransformador, aumentando a confiabilidade da transmissão de energia no estado.

  • Crescimento da aquicultura no Pará é maior que a média nacional

    Ele participou em dezembro do ano passado do I IFC Amazônia, realizado no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém, quando mostrou um panorama da atividade, enfatizando as dificuldades e o apoio que recebe do governo estadual na criação da espécie, considerada o “gigante da Amazônia”. BALCÃO DE NEGÓCIOS Com a realização da primeira IFC Amazônia, o setor aquícola sentiu os resultados positivos países, 80 conferencistas e 70 expositores, no maior evento da cadeia de aquicultura já realizado na Amazônia

  • Práticas de sucesso e modelos de negócios são temas do Simpósio Agropecuário de Paragominas

    Evento reservará os dias 25 e 26 para pecuária e os dias 27 e 28 para agricultura A disseminação de conhecimento do que há de mais avançado em pecuária e agricultura pauta o II Simpósio Agropecuário de Paragominas , desta quarta-feira (25) ao sábado (28 ), no Parque de Exposições Amílcar Tocantins . A realização é do Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas (SPRPGM ), e o evento se volta para produtores rurais, técnicos e estudantes do setor agropecuário. Presidente do Sindicato Rural de Paragominas, Murilo Zancaner destacou , ao Grupo Liberal, que o objetivo do simpósio é promover abordagens sobre as últimas tendências em tecnologias para os segmentos do campo. “ O evento terá palestras, estamos trazendo experiências com tecnologias já implantadas em nosso estado com efetividade, e também experiências de outros estados ”, afirmou Zancaner, acrescentando que o evento é voltado para os associados do sindicato, mas também é aberto para a participação de pessoas, em geral. Entre os temas a serem abordados, há desde as melhores técnicas para manejo de pastagens como também nutrição animal, irrigação, defensivos agrícolas, entre outros. “Estamos otimistas com o número de participantes, mais de 500 pessoas já s e inscreveram para as palestras, tivemos até que criar um segundo ambiente com telões de LED, porque o auditório do Sindicato já está com a ocupação completa. Vai ser um sucesso”, concluiu Murilo Zancaner. Serviço: Data: 25 a 28 de outubro de 2023 Local: Parque de Exposições Amílcar Tocantins, em Paragominas (PA) Público-alvo: produtores rurais, técnicos e estudantes do setor agropecuário Inscrições: www.sprpgm.org.br. Fonte: Portal Gurupi

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