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- Financiamento do Acordo de Paris e mercado de carbono devem ser o foco das discussões na COP-29 de Baku
Os secretários apresentaram os temas que o Brasil espera que avancem em novembro, no Azerbaijão. E como Questões relativas ao financiamento previsto no Acordo de Paris, discussões envolvendo o mercado de carbono e temas referentes à adaptação e à mitigação para o enfrentamento das mudanças climáticas. Esses são os principais pontos nos quais o Brasil espera avanços durante a 29ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima, a COP-29, que será realizada em Baku, no Azerbaijão, entre 11 e 22 de novembro. Nesta quinta-feira, 17 de outubro, o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Corrêa do Lago, e a secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, participaram, em Brasília, de um briefing sobre a participação do Brasil na COP-29. Os dois estiveram presentes na Pré-COP de Baku, nos dias 10 e 11 deste mês, e destacaram os principais pontos que devem dominar o debate no Azerbaijão em novembro. “No caso da COP de Baku, a grande atenção mundial está voltada para a questão do financiamento no contexto do Acordo de Paris, que é a nova etapa daqueles US$ 100 bilhões por ano, que era um compromisso dos países desenvolvidos e que, do nosso ponto de vista e da maioria dos analistas, não foi cumprido ao longo desses cinco anos”, adiantou André Corrêa do Lago. O Acordo de Paris determina que os países desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação em países em desenvolvimento. O acordo foi fechado durante a COP-21, em 2015, e aprovado pelos 195 países que participaram do evento. Ainda sobre a questão do financiamento, Ana Toni explicou que existem cinco grandes temas que precisam ser amplamente discutidos: transparência, quanto de dinheiro terá o fundo, quem paga, por quanto tempo e o que esse fundo vai financiar. “A gente está a três semanas da COP e esses cinco grandes temas ainda têm muita tensão e controvérsia sobre cada um deles”, destacou a secretária. Adaptação e COP-30 Ao falar sobre adaptação, Ana Toni explicou que essa é uma questão muito importante para o Brasil e adiantou que as discussões e acordos obtidos no Azerbaijão deverão nortear o que será decidido ano que vem, na COP-30 , que será realizada em Belém (PA). “A adaptação, que foi bastante discutida nessa Pré COP, é um tema fundamental para o Brasil. Todos sabem que na COP-30 esse tema tem que chegar com os indicadores das metas globais, o que a COP29 deve debater sobre as metas globais de adaptação. Começou com essa conversa lá (na Pré-COP) e logicamente ela termina na COP-30 ”, afirmou a secretária. Plano Nacional de Adaptação No Brasil, o Plano Clima busca identificar as melhores alternativas em termos de custos e efetividade para o país cortar emissões. Os debates levam em conta ações como o fomento a práticas de agropecuária de baixo carbono, o aumento da eficiência energética, a oferta de hidrogênio verde e uso de outros combustíveis de baixa emissão, até a coleta seletiva de lixo e o aproveitamento energético dos resíduos sólidos. Ana Toni explicou que esse também deverá ser um tema no qual o Brasil espera avanços em Baku. “Poucos países têm planos nacionais de adaptação. São muito poucos, se eu não me engano são 47 dos mais de 194 países na UNFCCC (sigla em inglês para Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). O Brasil é um dos que tem um plano nacional. Esse debate nacional e internacional nesse tema foi muito interessante e teve avanços interessantes da nossa perspectiva também”, revelou Ana Toni. NDC Sigla para o termo em inglês Nationally Determined Contribution, ou Contribuição Nacionalmente Determinada, o NDC refere-se a um plano de ação climática que cada país deve apresentar para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O governo brasileiro se comprometeu em sua NDC a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 48% até 2025 e em 53% até 2030, em relação às emissões de 2005. Desta forma, o Brasil se compromete com metas graduais mais robustas de redução de emissões com vistas a alcançar a emissão líquida zero em 2050. Ao falar sobre as NDCs, o embaixador André Corrêa do Lago lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da ONU, António Guterres, trabalharão juntos para que elas sejam fortalecidas no cenário internacional. “Nessa política do Brasil, no contexto das NDCs, vale registrar que o secretário-geral da ONU e o presidente Lula decidiram trabalhar juntos nesse sentido, como foi anunciado na Assembleia Geral da ONU. O secretário-geral da ONU está extremamente concentrado no tema de mudança do clima. É uma das personalidades mundiais que busca trazer maior consciência da urgência climática que a gente está vivendo. E o secretário-geral e o presidente decidiram juntos que vão trabalhar nesse sentido das NDCs junto a todos os países mais importantes para o combate à mudança do clima. Isso já está tendo sua evolução e vai ter impacto sobre a COP29, com vistas, evidentemente, à COP-30 ”, afirmou. Mercado de Carbono Sistema de negociação de créditos de carbono que visa reduzir a emissão de gases de efeito estufa, o mercado de carbono também deverá estar no centro das discussões em Baku. Para Ana Toni, trata-se de um tema muito importante para o Brasil. “O mercado de carbono tem uma relação direta com o que está acontecendo no Brasil. Enquanto a gente está debatendo aqui no nosso Congresso o mercado de carbono nacional, que ainda está para ser votado, a área internacional está andando. A gente sentiu que está andando mais rapidamente agora e que talvez cheguemos no final da COP-29 a um acordo”, adiantou a secretária. Fonte: Governo Federal
- Mitsubishi anuncia investimento de R$ 700 milhões na Agrex do Brasil
Por meio da marca Synagro, a Agrex do Brasil atua nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Pará, Maranhão, Tocantins e Bahia A Agrex do Brasil, empresa do grupo de agronegócios da Mitsubishi Corporation, anunciou um novo investimento de mais de R$ 700 milhões proveniente da matriz japonesa. Com esses recursos, a holding pretende fortalecer a solução integrada de agronegócios nacional, expandindo suas operações no Brasil . Essa movimentação de expansão da Agrex do Brasil faz parte de um plano de cinco anos iniciado em 2023, agora acelerado pela chegada do novo COO, Rafael Villarroel. O objetivo é se tornar uma líder e a parceira mais confiável do setor, especialmente no Cerrado Brasileiro, focando nos segmentos de distribuição de insumos, originação e comercialização de grãos (trading) e produção agrícola. A Agrex do Brasil irá solidificar sua base de negócios existente e buscar oportunidades de crescimento inorgânico, ou seja, a aquisição de outras empresas do setor, como a Gênica – que foi parcialmente adquirida recentemente pela empresa no início do ano. A Agrex do Brasil é uma das maiores empresas do segmento de serviços e produtos agrícolas, com uma receita anual de cerca de R$ 5 bilhões, voltada aos produtores de grãos nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Pará, Maranhão, Tocantins e também na Bahia, por meio da marca Synagro, que é 100% propriedade da Agrex do Brasil. Sediada em Goiânia (GO), a Agrex do Brasil também possui outras marcas, como a Dimatre, que se concentra na produção de sementes de soja, e tem participações em outras empresas, incluindo a Fertgrow (empresa de fertilizantes com sede em São Luís do Maranhão). Seu investimento mais recente é na Gênica, uma empresa de insumos biológicos com sede em Piracicaba (SP). A aliança estratégica com a Gênica, especializada na produção de insumos biológicos, inoculantes e bioestimulantes, reflete o compromisso da holding com a sustentabilidade e a inovação — áreas essenciais para o futuro da agricultura no Brasil. Para solidificar ainda mais essa parceria com a Gênica, a Agrex do Brasil liderou a recente captação de recursos da Gênica na rodada de investimentos série C. O objetivo é aumentar o envolvimento da Agrex do Brasil na oferta de soluções para os produtores, diversificar seu portfólio de investimentos no agronegócio brasileiro e promover o uso de insumos biológicos, que são estratégicos para soluções agrícolas mais sustentáveis e eficientes, como parte dos esforços de expansão da empresa. Fonte: Agrovenda
- Pará está entre os maiores produtores de cacau do mundo; confira
Produtores de Medicilância, sudoeste do Estado, foram selecionados para premiação internacional no seguimento O estado do Pará mais uma vez desponta como sendo um dos maiores produtores de amêndoa de cacau do mundo , sendo o município de Medicilândia , no sudoeste do estado, que de tão importante no cultivo de cacau, produziu aproximadamente 45% da produção total do estado. Este ano, Robson Brogni e Míriam Federicci Vieira, produtores de cacau, foram selecionados para participar de um evento Cacau e Chocolate de Amsterdam , na Holanda, em fevereiro do próximo ano. O Cocoa of Excellence é uma plataforma global única que descobre, reúne, promove e recompensa produtores de cacau de excelência. Participaram da seleção 222 amostras de grãos de cacau de 52 países, entre os quais o Brasil. O país selecionou as 50 melhores amêndoas de cacau do planeta. Esta não é a primeira vez que o Pará é selecionado, ou premiado. Em 2021, o produtor João Evangelista, do assentamento Tuerê, localizado no município de Novo Repartimento, também foi classificado entre as 50 melhores do planeta. O Cacau de Excelência reúne os principais especialistas em avaliação sensorial e a indústria do chocolate para premiar os produtores. Este é o setor, que vem sendo fomentado por meio do Governo do Estado através do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau). O resultado vem ao final de cada colheita, tanto pela quantidade quanto pela qualidade das amêndoas paraense que ganha cada vez mercado no mundo inteiro. Quanto o assunto é produção de cacau, dados recentes revelam que este é um mercado crescente. Ano passado, segundo dados da Associação das Processadoras de cacau, totalizou 205.782 toneladas em 2002, um aumento de 4,1% em comparação com 2021 onde foram processadas 197.654 toneladas. Fonte: Dol Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Faça parte do BlackStage , mentoria empresarial inédita no Norte do Brasil Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente exclusivo para quem quer começar a sua própria empresa
- Petrobras prevê licença para exploração na Foz do Rio Amazonas ainda em 2024
A perfuração do primeiro poço no bloco 59 é a principal aposta de Petrobras e do governo para abrir uma nova fronteira exploratória de petróleo no país, com o objetivo de compensar o declínio das reservas do pré-sal na próxima década A Petrobras considera que atendeu a todas as exigências ambientais para iniciar a perfuração de poço exploratório no bloco 59 da bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá, e espera resposta do Ibama - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, ainda em 2024. Segundo a estatal, o último ponto em debate é a estrutura de resgate de animais em caso de vazamento de petróleo, inicialmente previso para Belém. Em agosto, a estatal apresentou uma nova proposta para instalação de uma nova unidade em Oiapoque. “Estou confiante de que agora conseguiremos a licença, porque não tem mais nenhum argumento”, afirmou nesta segunda-feira (14) a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia dos Anjos. Procurado desde a semana passada, o Ibama não havia respondido até a publicação deste texto. A perfuração do primeiro poço no bloco 59 é a principal aposta de Petrobras e do governo para abrir uma nova fronteira exploratória de petróleo no país, com o objetivo de compensar o declínio das reservas do pré-sal na próxima década. A licença para a atividade foi negada pelo Ibama em 2023, mas a Petrobras apresentou recurso. O prazo legal para exploração do bloco expirou em agosto, mas a Petrobras conseguiu prorrogação da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). A empresa entende que dois dos três pontos divergentes já foram pacificados e não estão mais em discussão: a necessidade de avaliação ambiental regional e o barulho provocado por aeronaves em Oiapoque, base para o embarque de pessoal. Falta, portanto, a análise do plano de proteção à fauna. O Ibama questionou a empresa sobre a distância entre o centro de reabilitação de fauna, localizado em Belém, e a operação, a 160 quilômetros da costa do Amapá. Unidade de despetrolização Na nova versão do plano, a Petrobras propõe a instalação de uma unidade de despetrolização e reabilitação de animais em Oiapoque, além de manter quatro embarcações na cidade dedicadas ao resgate de animais. A estrutura, disse em carta enviada ao Ibama em agosto, torna “ainda mais robusta a logística de transporte de animais eventualmente resgatados em toda a área de abrangência do projeto”. As embarcações, diz a empresa, podem chegar ao local do poço em 3h10 a 12h30, reduzindo à metade o tempo estimado no plano de emergência anterior, quando o resgate saía de Belém. Duas das embarcações, acrescenta, podem iniciar o tratamento dos animais a bordo. Internamente, a Petrobras questiona a demora do Ibama para emitir um parecer sobre a nova proposta. Na área ambiental do governo, há críticas sobre o tempo que a estatal levou para apresentar as medidas adicionais. Mas, na prática, todos os envolvidos já admitem nos bastidores que a licença será concedida, já que a pressão pela exploração da área ganhou o apoio do próprio presidente brasileiro. A Petrobras alega que nunca teve acidentes em perfuração de poços em águas profundas e que propõe uma estrutura inédita de emergência para esse projeto, com o objetivo de vencer as resistências. “Já perfuramos mais de 60 poços na costa do Amapá”, defendeu nesta segunda a diretora da Petrobras. Responsável pelo diálogo com o órgão ambiental, a diretora de Assuntos Corporativos da empresa, Clarice Copetti, afirmou que, com a oferta de nova base de resgate de animais, “fechamos toda e qualquer demanda” com o Ibama. “As conversas técnicas continuam, estamos sempre na expectativa que essa análise seja finalizada e acreditamos que ainda este ano, ainda em 2024, tenhamos retorno da equipe técnica”, disse. Fonte: NICOLA PAMPLONA / Folhapress
- 'Chocolat Festival' na Bahia tem 12 Empreendedores paraenses; veja quem são
participam do evento desde a última quinta-feira, levando os produtos produzidos aqui à base do cacau da Amazônia ministrado por Elis Trzeciak , produtora de cacau e pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia
- Programa de Inovação para Foodtechs Abre Inscrições para Ciclo de 2023
Criado em 2021, o TechStart Food Innovation tem como propósito escalar foodtechs e acelerar seus projetos e soluções, transformando-as em scale-ups As inscrições para o TechStart Food Innovation 2023, programa de inovação aberta e aceleração da Venture Hub, estão abertas, anuncia a empresa. O programa é destinado à startups com foco em soluções digitais para cadeia de alimentos e que tenham passado pelo processo de validação inicial do projeto, com equipes estruturadas e com pelo menos um Mínimo Produto Viável (MVP) testado e validado no mercado. Neste ano, dentre os temas que a jornada trabalhará, estão Desperdício e Sustentabilidade; Novas formas de consumo, segurança e distribuição; Big Data, predição e informações de mercado; e Novos ingredientes (biodiversidade), produtos e processos. Esta será a terceira edição do programa, que foi criado em 2021. As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de março no site do TechStart Food Innovation. Com o propósito de atrair e escalar projetos e tecnologias de foodtechs, o programa visa proporcionar para as participantes conexões, recursos e infraestrutura para as startups conseguirem desenvolver os seus modelos de negócios e identificar oportunidades de parcerias. Para isso, a jornada oferece vantagens exclusivas para as foodtechs, tais como interação com os especialistas de inovação da Venture Hub, conexão com representantes do ecossistema aberto de inovação, acesso a recursos, infraestrutura e modelos em plataformas de inovação da indústria de alimentos e oportunidades de networking. No total, 16 startups foram graduadas pelo TechStart Food Innovation, com foodtechs recebendo propostas de investimento, enquanto outras criaram vínculos e fortaleceram parcerias com organizações. “O propósito do TechStart é ajudar no desenvolvimento das startups, que elas começem a ganhar escala e que tenham um crescimento real no desenvolvimento de suas soluções e, principalmente, em seu negócio”, explicou Maurício Duran, coordenador de Programas de Aceleração da Venture Hub. “Nosso objetivo é fazer com que elas atinjam esse crescimento significativo e que estejam preparadas para escalar ainda mais, tornando-se scale-ups”, complementou o coordenador. Entre fevereiro e março, serão realizados eventos online para apresentar o programa de aceleração e para tirar as dúvidas dos interessados em se inscrever para esta nova edição. Os eventos também terão a participação de startups que foram aceleradas pelo TechStart Food Innovation, abordando a experiência com o programa. Estrutura do programa O TechStart Food Innovation está estruturado em duas etapas, Warm Up e Hardwork, respectivamente. A partir das informações preenchidas no formulário, que pode ser respondido até o dia 17 de março, a Venture Hub fará uma seleção das startups que se destacaram no período de inscrição. As selecionadas serão convidadas a participar da fase Warm Up, com duração de 9 semanas. Nessa fase, as foodtechs aprovadas serão apresentadas a conteúdos, atividades e ferramentas focadas em evolução modelo de negócios, proposta de valor, funil de vendas e preparação para investimentos, além de participarem de encontros presenciais e online. Os materiais que serão utilizados ao longo do Warm Up foram testados internamente e são compostos por metodologias e modelos criados para atender as necessidades do empreendedor e de sua equipe. No final dessa jornada de 9 semanas, a Venture Hub realizará uma nova seleção, para a etapa TechStart Hardwork, com início previsto para julho. As aprovadas para a jornada de aceleração, baseada em inovação aberta, terão ao longo de 4 meses e meio mentorias com especialistas de inovação da Venture Hub e representantes do ecossistema, participação em eventos e workshops, conteúdos sobre patenteação, desenvolvimento tecnológico, captação de investimento e tração, dentre outros conteúdos e recursos que irão impulsionar o desenvolvimento das foodtechs. O objetivo é desenvolver nas startups a capacidade de resolver seus desafios e os problemas dos clientes de forma cíclica - criando, definindo, testando, observando os resultados, capturando mais dados, analisando e entendendo, desenvolvendo mais um pouco - com agilidade e sempre retornando ao mercado para validação, a partir do conceito de Lean Startup. “As startups podem esperar um acompanhamento muito próximo [no decorrer da jornada], em que elas irão trabalhar de maneira individual cada um de seus desafios, sempre com muito conteúdo. Além de participarem do programa de inovação aberta e aceleração, as startups também farão parte desse grande ecossistema aberto de inovação, que permitirá que elas criem conexões reais e que consigam crescer realmente”, ressaltou o coordenador da Venture Hub. Ao final da jornada do TechStart Hardwork, as startups da vertical participarão de Demo Days, em que apresentarão ao público, possíveis investidores e representantes de empresas as soluções que desenvolveram para as dores e desafios do setor. Vantanges do programa Ao participarem do programa TechStart, as startups participantes estarão inseridas no ecossistema de inovação aberta da Venture Hub, composto por diversos atores, incluindo empresas, institutos de pesquisa, startups, investidores, CEOs e especialistas em inovação e tecnologia. Além disso, as startups também terão acesso à plataforma VH Academy e ao espaço coworking da Venture Hub, poderão acessar recursos e infraestrutura para o desenvolvimento de MVPs e POCs, networking com diferentes atores e conexão com investidores e fundos de investimento, entre outras exclusividades. Inscreva-se: https://bit.ly/3HaT4Lc A Venture Hub é uma aceleradora de startups e uma parceira de inovação para corporações, institutos de pesquisa e tecnologia e empresas dos mais diversos tamanhos, atuando nas seguintes verticais: Food, Agro, Logística e Saúde e Longevidade. Com as nossas metodologias ágeis, dinâmicas, eventos, ferramentas de inovação e parceiros de ecossistema, ajudamos as organizações a encontrarem soluções criativas e práticas para os seus maiores desafios, trazendo resultados reais e elevando o protagonismo do time interno. Conheça a Comunidade Belém Negócios . Faça networking e desenvolva novas habilidades. Siga o perfil do Belém Negócios no Instagram .
- Número de empresas brasileiras que exportam para os EUA é recorde, aponta levantamento
Liderados pela cooperativa Amazonbai, um grupo de 141 ribeirinhos está expandindo fronteiras com a primeira Segundo o presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço, a estratégia inclui a inovação e a busca pela agregação
- Companhias aéreas internacionais buscam novas rotas no Norte e Nordeste
As possibilidades de promoção dos destinos nacionais e atração de turistas estrangeiros também foi pauta das discussões O ministro do Turismo , Celso Sabino, se reuniu nesta segunda-feira,23, com o gerente nacional da Copa Airlines no Brasil, Raphael de Lucca, para tratar sobre a ampliação da conectividade aérea e a atração de turistas estrangeiros para o Brasil . Entre as propostas apresentadas por Sabino, estavam a possibilidade da criação de novas rotas de destinos nas regiões Norte e Nordeste para países da América do Sul e Caribe . Outro ponto abordado no encontro foi a promoção dos destinos nacionais e a atração de turistas estrangeiros. A iniciativa surge ao mesmo tempo em que a expansão da conectividade aérea tem se tornado uma das prioridades do governo brasileiro para o crescimento do turismo, com o programa “Conheça o Brasil: Voando” . Lançado no fim de setembro, o projeto busca incentivar e facilitar as viagens dos brasileiros pelo país, além de desenvolver ações voltadas ao estímulo de viagens no Brasil, à democratização do acesso, à aviação civil e à redução do custo operacional das empresas aéreas. “A região Norte está a 3 horas, 4 horas de destinos muito visitados por americanos e europeus no Caribe. Um voo "linkando" Belém ao Caribe, por exemplo, seria uma oportunidade para que brasileiros fossem à Belém antes de irem ao Caribe e também para que Europeus e Norte-Americanos possam vir para o Brasil, durante uma conexão na capital paraense”, pontuou o ministro. A Copa Airlines é uma das principais companhias aéreas da América Latina e possui uma extensa rede de voos na América do Sul e no Caribe, tornando-se um parceiro estratégico para o Ministério do Turismo na busca por novas oportunidades. De acordo com o gerente da empresa, até o final de 2024, mais de 100 aeronaves irão compor a malha aérea da empresa e que em breve deverá anunciar a operação em novos destinos dentro do Brasil. “Devemos anunciar, em breve, uma nova cidade brasileira que ainda não contam com voos da Copar Airlines. Além disso, pretendemos retomar operações em cidades, que tivemos que paralisar por conta da pandemia e pretendemos ampliar nossas rotas”, destacou Raphael de Lucca. VEJA MAIS Comunidade Belém Negócios se reúne para definir estratégias Comunidade Belém Negócios lança cartão exclusivo para membros Empresas apoiam lançamento de mentoria para empresários e executivos paraenses Conheça o BlackStage, mentoria para empresários e executivos paraenses
- Airbnb impulsiona PIB de Belém em R$ 91 milhões; plataforma teve um aumento de 54% de leitos
oferta de hospitalidade através desta modalidade de estadia fortalece o papel de Belém como capital da Amazônia
- Investidores chineses querem usar satélites para combater o garimpo ilegal no estado do Pará
Satélites chineses na Amazônia brasileira Até o dia 30 de dezembro, um termo de cooperação técnica entre
- Restaurante de paraense faz sucesso ao misturar lamen com tacacá
Criado em 2016, o Lamen-Açu é uma casa japonesa com sotaque amazônico. Tomé-Açu foi o destino dos primeiros imigrantes japoneses na Amazônia, e a família Sasaki se estabeleceu , típico da região amazônica, mais especificamente do Pará. Amazônia é chamariz O proprietário do Lamen-Açu conta que muitos clientes aparecem no restaurante pela curiosidade, querendo conhecer os ingredientes amazônicos.
- Parceria entre Barbados e Belém quer capacitar o trade turístico paraense para o turismo internacional
intenção é democratizar as oportunidades que surgirão com a realização da conferência climática global na Amazônia












