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Resultados da busca por "ciclus amazônia"

1625 resultados encontrados para "ciclus amazônia"

  • Justiça condena Hydro em R$ 50 milhões, MP do Pará quer anulação de sentença e Holanda decide a favor de afetados por contaminação

    decisão que ampara a comunidade, representada pela Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia associação agiu “com ilimitados poderes e representatividade - caboclos, indígenas e quilombolas da Amazônia 20 os níveis de chumbo, cromo e níquel estavam acima do aceitável para uma população não exposta da Amazônia condenam por poluição ambiental, a Hydro tem apostado forte no prestígio de artistas de renome e ligados a Amazônia

  • Distrito Industrial de Santarém abre pré-cadastro para aquisição de lotes

    mandioca, pesca, indústria de transformação, construção civil e logística, de acordo com dados da Fundação Amazônia

  • Iniciativa levará empresários paraenses para fazer networking de alto nível em São Paulo

    ambiciosa missão: levar o melhor que temos em termos de negócios, produtos e serviços desenvolvidos na Amazônia palestras e painéis exclusivos que abordarão o mercado paraense, a indústria, o potencial dos produtos amazônicos empresários tem a chance de se conectar e garantir fundos para o desenvolvimento de negócios inovadores na Amazônia trazemos o que o mundo espera de uma negócio de impacto, a rastreabilidade e transparência perante uma Amazônia

  • Papel de açaí? Invenção pode ajudar a desenvolver novas embalagens sustentáveis

    da Fapespa permitiu estruturar o AmazonCel, o primeiro laboratório de celulose e papel completo da Amazônia , na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). Vegetação A Casa de Vegetação foi idealizada para dois objetivos: identificar e selecionar plantas da Amazônia Viveiro O novo viveiro terá 20 mil mudas amazônicas, que serão objeto de estudos para diversos segmentos

  • Pará é Destaque em Concurso Nacional de Qualidade de Cacau

    Estado da Bahia também teve destaque e produtor de Ilhéus foi o segundo colocado no Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil; Todos os ganhadores irão disputar o prêmio de melhor amêndoa do mundo em concurso de excelência de Paris, na França O IV Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil premiou na última sexta-feira (25), durante cerimônia realizada em Belém do Pará, as oito melhores amêndoas produzidas no país e distribuiu R$ 50 mil em prêmios. Figurando entre os vencedores desde o ano passado, o estado de Rondônia começa a despontar no mercado de qualidade e este ano levou o primeiro lugar na categoria varietal (cacau de variedade única). Com pouco menos de três hectares de cacau em sua pequena propriedade no município de Jarú, há dois anos Deoclides Pires da Silva aposta nas amêndoas de qualidade graças à assistência técnica do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). “Foi muito gratificante receber essa notícia, pois a variedade CCN51 é muito plantada aqui em Rondônia, porém pouco procurada pelos produtores de chocolate fino”, ressalta o cacauicultor. Além de Rondônia, todos os outros estados produtores de cacau do Brasil foram contemplados com prêmios na categoria varietal. A Bahia dividiu o segundo lugar com o Pará e o Espírito Santo ficou com a terceira posição. Já a categoria Mistura (blend de variedades) foi dominada pelo estado do Pará e também contou com empate técnico no segundo lugar. “Essa competição em nível nacional provoca uma mudança de mentalidade nos produtores, muda a forma como eles estão produzindo cacau. E, claro, o fomento à sustentabilidade atrelado à qualidade só traz benefícios para a reputação do cacau brasileiro. Além de reforçar a qualidade com sustentabilidade e a reputação do cacau de origem Brasil, também está nas nossas metas aumentar cada vez mais o número de produtores engajados nesse movimento e participando do concurso”, declara Cristiano Villela diretor científico do Centro de Inovação do Cacau (CIC), entidade organizadora do evento, juntamente com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A estratégia dos organizadores, representados pelo Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial (CNQCE), é que o concurso seja realizado no Pará e na Bahia, alternando entre os dois principais produtores do país. Este ano, o Pará teve uma maior representatividade entre os finalistas e, consequentemente, entre os vencedores, um reflexo do apoio do governo do estado nas ações voltadas para a cacauicultura e da ação de ONGs que desenvolvem trabalhos de assistência técnica voltada para a melhoria da qualidade, como a Solidaridad e o Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). “Essa rede de apoio aos cacauicultores paraenses vem fazendo a diferença ano a ano, aumentando a participação e as premiações recebidas pelos produtores. Rondônia também está prometendo uma verdadeira revolução, aumentando o número de produtores e o engajamento nas pautas de qualidade e sustentabilidade”, aponta Cristiano. Ao todo, 11 amostras de cacau especial do Pará, sete da Bahia, uma do Espírito Santo e uma de Rondônia estavam entre os finalistas em duas categorias: varietal (variedade única de cacau) e blend (mistura de variedades). Foram 94 amostras inscritas em ambas categorias. Paris Esta edição do Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil funcionou também como etapa classificatória para o Cocoa of Excellence (CoEx), premiação internacional realizada bienalmente em Paris, França. Além dos oito premiados no concurso nacional, o produtor paraense William Paulo Broechl também foi classificado para o prêmio mundial, que acontece em 2023 durante o Salon du Chocolat de Paris. Sustentabilidade O Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil avalia também as condutas de produção dos participantes. Essa avaliação é feita com base no Currículo de Sustentabilidade do Cacau, documento que é referência de sustentabilidade para produtores de cacau, técnicos e instituições na busca pela melhoria contínua da produção atrelada à redução dos impactos negativos oriundos da atividade. No ato de inscrição, os produtores responderam a um questionário sobre produção sustentável e, na etapa final, receberam a visita de auditores em suas propriedades para verificar as informações declaradas. “Os produtores estão se empenhando cada vez mais em cumprir os critérios de sustentabilidade, pois não basta apenas ser o melhor cacau do Brasil, ele tem de ser também produzido de forma mais sustentável”, destaca Cristiano Villela. O Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial do Brasil busca fortalecer a cacauicultura brasileira, valorizando e reconhecendo produtores que fazem um trabalho diferenciado, bem como incentivar a sustentabilidade em todo o processo produtivo. A premiação é uma iniciativa conjunta da cadeia de cacau através do CNQCE, patrocinada pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do Estado do Pará (SEDAP-PA)/FUNCACAU, Mondelez - Cocoa Life, Nestlé - Cocoa Plan, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), Associação das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Cacau Show, Dengo Chocolates, Cargill, Gencau, Harald e SENAR-BA. O concurso é organizado pelo Centro de Inovação do Cacau (CIC) em parceria com a Ceplac. Confira a lista dos vencedores: CATEGORIA VARIETAL 1° lugar: Deoclides Pires da Silva - Jarú (PA) – variedade CCN51 2° lugar: empate entre Luciano Ramos Lima - Ilhéus (BA) – variedade BN34 e Mirian Federicci Vieira - Medicilândia (PA) – variedade Alvorada 1 3° lugar: Ana Cláudia Milanez Rigoni - Linhares (ES) – variedade SJ02 CATEGORIA MISTURA 1° lugar: João Rios - Novo Repartimento (PA) 2° lugar: Francisco Pereira Cruz - Novo Repartimento (PA) 3° lugar: empate entre Lídia Rosa dos Santos Souza - Uruará (PA) e Robson Brogni - Medicilândia (PA) Veja também: Micro e Pequenas Empresas Aumentam Participação na Economia Brasileira Sebrae Cria Fintech de Crédito com Capital de R$ 600 Milhões Razões para Ainda Investir em Startups em 2022 Marketplace e E-commerce: Quais as Diferenças e Como Fazer a Melhor Escolha? Startup Ajuda a Pesquisar e Contratar Advogados por uma Plataforma 5 Tendências para o Setor Tech em 2023 Conheça a Comunidade Belém Negócios. Faça networking e desenvolva novas habilidades. Siga o perfil do Belém Negócios no Instagram.

  • Marajó ganhará distrito industrial que será construído na cidade de Breves

    O grupo que vencer a licitação pública ficará responsável por desenvolver projetos técnicos básico e executivo de engenharia, arquitetura e urbanismo para o DI marajoara A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) vai iniciar o processo de licitação para empresas de engenharia e urbanismo interessadas em participar da implementação do Distrito Industrial (DI) de Breves, no Marajó. O grupo que vencer a licitação pública ficará responsável por desenvolver projetos técnicos básico e executivo de engenharia, arquitetura e urbanismo para o DI marajoara. A licitação acontecerá presencialmente às 9h, do próximo dia 9 de abril, na sede da Codec, na avenida  Nazaré, 1279, em Belém. As empresas interessadas em participar da licitação devem enviar propostas que estejam em conformidade com os requisitos do edital e seus anexos, disponíveis no  site  da Companhia. Mayara Figueira Arquiteta e Urbanista e Gerente de Projetos da Codec, ressaltou a importância de se atentar ao que se pede no edital para concorrer a licitação. "Interessados devem apresentar documentação jurídica, qualificação técnica, cronograma físico-financeiro e demais documentos de habilitação exigidos em edital para poder ter sua inscrição garantida. Nós esperamos que esse processo ocorra o mais breve possível para darmos início a mais um novo passo, em prol da concretização do Condomínio Industrial de Breves”, afirmou. Estão aptas a participar do processo de seleção empresas alinhadas com o objetivo da licitação, e que atendam às condições do edital e seus anexos, cadastradas no Sistema de Cadastramento da Secretaria Executiva de Administração do Estado (SEAD) ou Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf). O processo licitatório permite consórcios de no máximo duas empresas. As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) também podem ter benefícios na licitação, conforme a Lei Complementar nº 123/2006. Após a abertura da licitação e a análise das propostas, a Companhia definirá a empresa, de acordo com as regras, e dará início à fase de elaboração dos projetos. Mais informações podem ser obtidas pelos seguintes contatos: e-mail:  cpl@codec.pa.gov.br ,  telefone: (91) 3251-7000 / 7017, e no edital completo no  www.codec.pa.gov.br . Notícia Marajó Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios   Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios sobre a COP-30, acesse a Central da COP-30 Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios , um ambiente para preparar as empresas para a COP-30

  • Fabricante indiana de carros inaugura sua primeira concessionária no Pará

    Com as novas lojas no Pará e inaugurações previstas nos Estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Paraná, Porto Alegre e São Paulo, a indiana planeja triplicar a sua rede de concessionárias no País até o fim de 2024

  • Empreendedora Indígena lança chocolates naturais produzidos no Pará

    “Queremos que as pessoas realmente conheçam as frutas nativas, que muitas vezes são destruídas na Amazônia Monte Empreende, um projeto realizado pela Norte Energia e executado pelo Centro de Empreendedorismo da Amazônia Estamos acostumados a passar os nossos conhecimentos para o branco, e temos uma riqueza muito grande na Amazônia

  • Em Portugal, evento apresenta produtos sustentáveis desenvolvidos no Brasil

    O espaço para palestras do Brasil Origem Week ganhou o nome de auditório Amazônia, será ocupado por nomes

  • BID anuncia aplicativo de aprendizado da língua indígena

    aplicativo é gratuito e pode ser baixado na Playstore do Android Durante o encontro  "Aprendendo com a Amazônia conjunta firmando um compromisso com o desenvolvimento das pessoas da Amazônia. O encontro faz parte do Amazônia Sempre, programa holístico integrado do BID, que visa promover o desenvolvimento Na Amazônia, vivem 8 milhões de crianças em idade escolar (de 6 a 17 anos), das quais 6% são indígenas O relatório destaca diferenças marcantes entre a perspectiva nacional e a situação geral na Amazônia;

  • Com investimento de R$ 4,5 bilhões aeroportos no Pará serão renovados

    Terminais de Marabá, Carajás, Santarém e Altamira receberão investimentos em infraestruturas Os terminais de passageiros dos aeroportos de Carajás e de Santarém irão triplicar de tamanho, enquanto os de Marabá e Altamira ficarão duas vezes maiores. São obras estruturais de grande porte pensadas para transformar os aeroportos em equipamentos de infraestrutura mais modernos, seguros e confortáveis, com melhoria significativa da experiência dos passageiros. As obras devem começar no segundo semestre de 2024, com previsão de entrega em 2026. Os projetos para Marabá, Santarém, Carajás e Altamira, todos no Pará, fazem parte das melhorias estruturais dos aeroportos do Bloco SP/MS/PA/MG, que foram assumidos pela Aena no final do ano passado. Somados aos seis aeródromos que opera no Nordeste desde 2020, os novos equipamentos passam a integrar a rede da concessionária no país. A Aena é responsável por cerca de 20% do tráfego aéreo nacional, operando 17 aeroportos, em nove estados e quatro regiões, números que consolidam a companhia como a maior operadora aeroportuária do Brasil. Santarém O pátio do maior aeroporto paraense gerido pela Aena será reconfigurado para as oito posições de aeronaves C. O terminal de passageiros irá triplicar de tamanho, chegando a 4,4 mil m². A área de embarque também será triplicada, e os espaços públicos ficam quatro vezes maior. A capacidade anual vai chegar a 700 mil passageiros ao ano. A Aena assumiu a gestão em 27 de novembro. Principais melhorias: Ampliação do terminal de passageiros de 1.300 m² para 4.400 m² A superfície da área pública será 4 vezes maior Sala de embarque com 4 portões em área de 660 m² Balcões de check-in com 16 posições em área de 130 m² 2 controles de segurança (raios-x) com 70 m² Restituição de bagagem com 2 esteiras em área de 225 m² Remodelação de meio-fio Construção de áreas de escape de segurança, no fim da pista, em ambas as cabeceiras Adequação da faixa preparada Reconfiguração do pátio com 8 posições de estacionamento para aeronaves tipo C Instalação de PAPI na cabeceira 28 e realocação na cabeceira 10 Marabá Com espaços públicos 3,6 vezes maiores que a atual, o terminal de passageiros vai dobrar de tamanho, chegando a 3,6 mil metros quadrados. A capacidade vai chegar a 600 mil passageiros por ano. Principais melhorias: Ampliação do terminal de passageiros de 1,8 mil metros quadrados para 3, mil metros quadrados; A superfície da área pública será 3,6 vezes maior; Sala de embarque com três portões em área de 580 metros quadrados; Balcões de check-in com 13 posições em área de 110 metros quadrados; 2 controles de segurança (raios-x) com 70 metros quadrados; Restituição de bagagem com uma esteira em área de 180 metros quadrados; Ampliação das vias de pedestres; Construção de áreas de escape de segurança, no fim da pista, em ambas as cabeceiras; Adequação da faixa preparada: Adequação da faixa da pista; Pátio com quatro posições de estacionamento para aeronaves tipo C. Altamira A superfície da sala de embarque será aumentada em 3,6 vezes, assim com a área pública. O pátio fica com três posições de aeronaves C. A capacidade do aeroporto chegará a 200 mil passageiros por ano. Principais melhorias: Ampliação do terminal de passageiros de 1,2 mil metros quadrados para 2,6 mil metros quadrados; A superfície da área pública será 3,6 vezes maior; Sala de embarque com dois portões em área de 350 metros quadrados; Balcões de check-in com oito posições em área de 70 metros quadrados: Um controle de segurança (raios-x) com 40 metros quadrados, Restituição de bagagem com uma esteira em área de 130 metros quadrados; Construção de áreas de escape de segurança, no fim da pista, em ambas as cabeceiras; Adequação da faixa preparada; Pátio com três posições de estacionamento para aeronaves tipo C; Instalação de PAPI na cabeceira 25. Carajás As reformas visam principalmente melhorar a experiência do usuário, com a superfície da sala de embarque multiplicada por 20 e uma área pública 14 vezes maior. A capacidade anual de passageiros chegará a 360 mil por ano. Atualmente, Carajás opera 130 mil. Principais melhorias: Ampliação do terminal de passageiros de 800 metros quadrados para 2,5 mil metros quadrados; A superfície da área pública será 14 vezes maior: Nova área técnica; Sala de embarque com dois portões em área de 380 metros quadrados; Balcões de check-in com oito posições em área de 70 metros quadrados: Um controle de segurança (raios-x) com 40 metros quadrados; Restituição de bagagem com uma esteira em área de 140 metros quadrados: Construção de áreas de escape de segurança, no fim da pista, em ambas as cabeceiras; Adequação da faixa preparada; Pátio com três posições de estacionamento tipo C; Novo pátio de aviação geral: Instalação de PAPI na cabeceira 28. Pan Rotas e Portal RND Leia Mais: Descubra um novo jeito de fazer network e desenvolver novas habilidades com a Comunidade Belém Negócios Acompanhe todas as notícias do Belém Negócios, entre para o Grupo no WhatsApp Belém Negócios lança iniciativa Oficina de Negócios, um ambiente para preparar as empresas para a COP-30

  • Conheça o projeto que incentiva empreendedorismo agroalimentar no Pará

    familiar é responsável por uma gama diversa de produtos que faz parte da alimentação das populações amazônidas há mais de 20 anos atua pelo fomento ao protagonismo e a garantia de direitos dos grupos sociais da Amazônia fortalece a economia local, mas também eleva o protagonismo das comunidades tradicionais, impulsionando um ciclo

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